segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Mundo Deva
Nina nunca deixou de acreditar no mundo das fadas. Mesmo quando o resto das pessoas à sua volta, achava que isso era apenas fantasia de livros infantis e filmes feitos em Hollywood.
As coisas sumiam, ela dizia que foram os duendes ou gnomos.
Uma maçã aparecia comida, eram eles também...
Pediu aos seus pais quando mudaram para a casa que compraram, para fazer um imenso jardim.
Sabia: Seres do mundo Deva, ( assim é chamada a dimensão paralela e invisível desses elementares da natureza) adoravam povoar locais de muito verde e flores.
Ah, mas, as fadas! Essas que povoavam seus sonhos de meninice, nunca lhe faziam visitas!
Os pais atenderam seu pedido. O jardim foi providenciado.
Fizeram uma festinha de inauguração da casa, para os familiares conhecerem seu novo lar.
Nesse dia, ela enfim teve o encontro tão sonhado:
Ao brincar com os balões da festa, correndo de um lado para outro, com seus primos, ela deixou alguns escapar de suas mãos. Correu frenética para alcançá-los antes que voassem longe.
Quando chegou em certo ponto, parou em frente à uma árvore frondosa que já era centenária naquela propriedade, e lá estava para sua surpresa, uma linda e etérea fada.
Possuía tatuagens brilhantes, vestia-se apenas com pedrarias coladas ao corpo de forma a cobrir sua intimidade. E as asas? Perfeitamente translúcidas e brilhantes, com um tom azul turquesa e nuances em lilás.
Trazia um flor cor de rosa, em seus lindos cabelos de tom castanho claro.
Nunca os adultos iriam acreditar!
Enquanto seus pais conversavam não muito longe, satisfeitos com a festa, ela sorrindo, desenvolveu um diálogo com a elementar dos bosques e jardins:
- Eu sabia! Um dia uma de vocês apareceria para mim!
- Estamos muito felizes com essa nova morada. Sempre que fazem um jardim como esse, alguns de nós vem habitar. Pena que em seu mundo, a maioria das pessoas por não acreditar em nossa existência, não faça tantas áreas verdes e floridas como essa... Vivemos em uma realidade paralela à sua, podemos vê-los sempre, mas, somente alguns de vocês nos veem. Precisa-se acreditar e ter um coração e mente abertas.
- Ah, eu sei disso! Leio tanto sobre fadas e duendes que já sei tudo sobre o seu mundo Deva...
- Pequenina, não pense que sabe tudo. Ninguém sabe nada do que existe no Universo.Os homens escrevem, mas, nunca estiveram em nosso meio, tampouco nos outros mundos, portanto, como saber o que realmente existe? Assim é com tudo na vida terrena. Uma lição eu te dou:
Nunca acredite em tudo que lê, nem no que dizem. Desconfie sutilmente.O chamado mundo real, é coberto de falcatruas e enganos. E existem muitos homens maus que se aproveitam da inocência de muitas crianças para fazerem coisas terríveis!
- Obrigada pelo seu conselho. Posso saber seu nome fadinha?
- Meu nome é aquele que quiser me dar. Cada fada protege uma criança, e ela tem direito de escolher o nome que mais gostar. Como uma boneca, entende?
- Sim! Então deixa ver... Hum... Que tal Nicole? Eu não tenho nenhuma boneca ainda com esse nome...
- Então serei Nicole para você. Não conte a ninguém, não iriam acreditar.
- Tá bem. Poderei te encontrar de novo?
- Estarei aqui no jardim, mesmo que não me veja mais.
- Que bom! Tá certo. Agora eu vou, por que eles devem estar achando que eu demoro...
- Vá, criança.
Nina saiu correndo de volta para a festinha, e a fada ainda ficou de longe acenando até desaparecer atrás da árvore.
Dias depois, olhando um álbum de família com sua mãe, que procurava uma foto específica para retirar e escanear, ficou boquiaberta com o que via:
-Mamãe, eu não sabia que conhecia Nicole! Quem tirou essa foto dela? Parece bem antiga...
- Como você sabe que sua avó se chamava Nicole?! Eu nunca disse. Minha mãe morreu nova, assim que nasci. Fui criada somente pelo meu pai.
- Mas mamãe, a Nicole é minha fada protetora, como poderia ser minha avó?
- Lá vem você Nina, com essa coisa de fadas! Só estranho saber o nome dela... Seu nome é Nina em homenagem à minha mãe que nunca pude conviver para conhecer...
- Mãezinha, eu escolhi o nome da minha fada.
Elas ficaram olhando uma para a outra, em um silêncio que só confirmava o que era verdade:
Cada ser (espírito) se plasma da maneira que quiser, e aproveitando que Nina gostava de fadas, sua avó, que morrera de parto jovenzinha, achou agradável satisfazer a ânsia da menina.
Fátima Abreu Fatuquinha
domingo, 6 de setembro de 2015
Iza, a Cadela Belga
O terceiro e último caso, de animais de estimação na família, foi da nossa primeira cadela: Iza
Essa imagem colhida na web, parece muito com da nossa Iza.
Ela chegou vinda de um pet shop, nossa primeira cadela: Iza.
Era da raça de pastores belga negros, mas, ela tinha uma pelagem branca do pescoço para o peito. Iza era muito agitada desde filhote.
Dizem que os animais ficam do jeito do dono, ela era como meu falecido...
Quando Iza estava mais ou menos com uns 6 anos, feriu-se no ferro da própria corrente, porque a ponta penetrou no pescoço, sabe-se lá como
( ficava presa durante o dia, só era solta de noite). Essa ferida ficou muito ruim, mesmo com a medicação do veterinário. Ela deixou de comer ( e antes estava até acima do peso, por comer bem) e mudou seu comportamento, parecia estar esperando a morte...
Essa imagem colhida na web, parece muito com da nossa Iza.
Ela chegou vinda de um pet shop, nossa primeira cadela: Iza.
Era da raça de pastores belga negros, mas, ela tinha uma pelagem branca do pescoço para o peito. Iza era muito agitada desde filhote.
Dizem que os animais ficam do jeito do dono, ela era como meu falecido...
Quando Iza estava mais ou menos com uns 6 anos, feriu-se no ferro da própria corrente, porque a ponta penetrou no pescoço, sabe-se lá como
( ficava presa durante o dia, só era solta de noite). Essa ferida ficou muito ruim, mesmo com a medicação do veterinário. Ela deixou de comer ( e antes estava até acima do peso, por comer bem) e mudou seu comportamento, parecia estar esperando a morte...
Todos em casa estávamos muito tristes com aquela situação.
Meu falecido, não queria que nossos dois primeiros filhos, então crianças, soubessem que ela poderia morrer.
Resolveu que iria soltá-la numa praça e se tivesse que morrer seria longe de todos. Eu achei uma péssima ideia.
Mas, com ele, era difícil argumentar qualquer coisa.
Levou-a no banco traseiro do carro. Soltou-a numa praça como tinha dito, sem olhar para trás.
Quando chegou em casa, levou uma bronca dos seus parentes.
Voltou ao local duas horas depois. Ela estava ao lado de um senhor.
Meu marido apresentou-se como dono e levou-a de volta, sem muitas explicações ao homem.
De lá foi novamente ao veterinário, que mudou a medicação e receitou umas vitaminas para colocar na água dela.
Tempos depois, ela se recuperou e voltou a engordar.
Anos se passaram, e Iza já estava com quase 15 anos, bem velha para uma cadela de raça.
Ficou amuada, novamente feriu-se sem sabermos como, dessa vez numa pata.
Não tínhamos dinheiro para nada.
Mal dava para comer e pagar as contas (mesmo assim, sempre uma ficando atrasada).
Pegamos emprestado com uma vizinha e compramos os remédios.
O veterinário não deu muita chance, devido à sua idade avançada.
Uma noite inteira e um dia de agonia, e num lamento agudo, ela se despediu com olhos que pareciam falar conosco.
Fátima Abreu Fatuquinha
Meu falecido, não queria que nossos dois primeiros filhos, então crianças, soubessem que ela poderia morrer.
Resolveu que iria soltá-la numa praça e se tivesse que morrer seria longe de todos. Eu achei uma péssima ideia.
Mas, com ele, era difícil argumentar qualquer coisa.
Levou-a no banco traseiro do carro. Soltou-a numa praça como tinha dito, sem olhar para trás.
Quando chegou em casa, levou uma bronca dos seus parentes.
Voltou ao local duas horas depois. Ela estava ao lado de um senhor.
Meu marido apresentou-se como dono e levou-a de volta, sem muitas explicações ao homem.
De lá foi novamente ao veterinário, que mudou a medicação e receitou umas vitaminas para colocar na água dela.
Tempos depois, ela se recuperou e voltou a engordar.
Anos se passaram, e Iza já estava com quase 15 anos, bem velha para uma cadela de raça.
Ficou amuada, novamente feriu-se sem sabermos como, dessa vez numa pata.
Não tínhamos dinheiro para nada.
Mal dava para comer e pagar as contas (mesmo assim, sempre uma ficando atrasada).
Pegamos emprestado com uma vizinha e compramos os remédios.
O veterinário não deu muita chance, devido à sua idade avançada.
Uma noite inteira e um dia de agonia, e num lamento agudo, ela se despediu com olhos que pareciam falar conosco.
Fátima Abreu Fatuquinha
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Quando o Canto Se Cala...
Meu segundo caso, foi sobre meus 15 canários:14 amarelos e um vermelhinho.
Sim, existem canários vermelhos!
São mais raros, mas, se encontra em pet shops.
Foi chegando um, a cada semana, até chegar a esse número, e cada um tinha sua gaiola. A ideia não foi minha, foi do falecido.
Sou contra aprisionar.
Mas, ele queria os canários cantando toda manhã.
Eu não vou negar que também ficava contente com o som ao acordar.
Entretanto, sentia pena, deles ali.
Sim, existem canários vermelhos!
São mais raros, mas, se encontra em pet shops.
Foi chegando um, a cada semana, até chegar a esse número, e cada um tinha sua gaiola. A ideia não foi minha, foi do falecido.
Sou contra aprisionar.
Mas, ele queria os canários cantando toda manhã.
Eu não vou negar que também ficava contente com o som ao acordar.
Entretanto, sentia pena, deles ali.
Tinham ração vitaminada, remédio na água, tratávamos bem, mas, nada como a Mãe natureza, para seu filhos...
Tempos depois, mais ou menos uns seis a oito meses, passamos uma fase difícil, desses baixos que acontecem nas vidas das pessoas, e parece que os canários sentiram...
Um a um foi morrendo, até não restar nenhum.
Dizem que os animais domésticos sentem as situações na vida de seus donos.
Acho que sim, eles eram bem cuidados e não pegaram nenhuma virose.
Só poderia ser uma espécie de depressão aviária...
Assim, 15 gaiolas ficaram vazias e só restou a lembrança de acordar com toda aquela linda cantoria...
Fátima Fatuquinha Abreu
Tempos depois, mais ou menos uns seis a oito meses, passamos uma fase difícil, desses baixos que acontecem nas vidas das pessoas, e parece que os canários sentiram...
Um a um foi morrendo, até não restar nenhum.
Dizem que os animais domésticos sentem as situações na vida de seus donos.
Acho que sim, eles eram bem cuidados e não pegaram nenhuma virose.
Só poderia ser uma espécie de depressão aviária...
Assim, 15 gaiolas ficaram vazias e só restou a lembrança de acordar com toda aquela linda cantoria...
Fátima Fatuquinha Abreu
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Os Peixinhos do Meu Aquário
Faço parte de 3 grupos no zap:
Da família, da outra: virtual, e da família poética.
Na família virtual, temos uma dinâmica todos os finais de semana.
Cada uma, com um tema diferente.Geralmente sugerido por um dos membros, ou por votação.
A desse final de semana é: Bichinhos de estimação.
Bem, são 3 historinhas que vou contar durante a nossa dinâmica.
A primeira, foi sugerida pela minha filha Thalia Catarina. Pois ela disse que se eu começasse pela da cadela Iza, eu ia chorar o tempo todo, pois, hj me encontro mais sensível (se é que posso) do que os outros dias...
Os Peixinhos do Meu Aquário*
Sonhava desde menina ter um aquário: Via nos filmes, nos desenhos animados, nas lojas pet...
Entretanto, só fui ter um, depois de casada e já na segunda gravidez.
Meu falecido marido trocou nossa sala toda na época, pois achou móveis muito conservados e bem antigos, em um brechó. Com esses móveis, veio o meu aquário, tão sonhado.
Começamos a comprar vários peixinhos coloridos e decorei o aquário como eu sempre imaginei: Pedrinhas coloridas, uma caverna onde os peixinhos iam e vinham por uma abertura, uma sereia linda, algumas conchas do mar e algas para enfeitar.
Meu marido comprou o aparelho para oxigenar a água, e manter limpa, além de um tal de 'peixe sugador', que ficava com a boca colada no vidro e só fazia mesmo 'sugar a vida' dos outros:
Sendo bem maior que os meus pequeninos, ele os comia.
Estava irritada com aquilo, e disse para ele que não ia deixar isso acontecer mais, porque jogaria aquele peixe canibal, para fora do aquário!
Ele tornou a comprar vários coloridinhos e dourados para mim.
Depois, fomos viajar para a Bahia, em um feriadão de Semana Santa.
Deixei a chave da casa e a comidinha dos meus peixinhos queridos, com a minha sogra ( já falecida também).
Disse para alimentá-los com aquela farinha vitaminada duas vezes por dia.
Assim que tinha que ser, para o 'sugador' não ter muita fome e comer os outros.
Não sei o que houve durante aquele feriadão...
Só sei que quando cheguei em casa, o aquário estava quebrado, e os peixinhos mortos no tapete encharcado e a sala com cheiro de mofo...
Não é preciso dizer o meu choque!
Chorei o dia todo... Nunca mais tive outro.
Fátima Fatuquinha Abreu
* Meu aquário era bem parecido com esse, que achei no Google para ilustrar meu texto.
Da família, da outra: virtual, e da família poética.
Na família virtual, temos uma dinâmica todos os finais de semana.
Cada uma, com um tema diferente.Geralmente sugerido por um dos membros, ou por votação.
A desse final de semana é: Bichinhos de estimação.
Bem, são 3 historinhas que vou contar durante a nossa dinâmica.
A primeira, foi sugerida pela minha filha Thalia Catarina. Pois ela disse que se eu começasse pela da cadela Iza, eu ia chorar o tempo todo, pois, hj me encontro mais sensível (se é que posso) do que os outros dias...
Os Peixinhos do Meu Aquário*
Sonhava desde menina ter um aquário: Via nos filmes, nos desenhos animados, nas lojas pet...
Entretanto, só fui ter um, depois de casada e já na segunda gravidez.
Meu falecido marido trocou nossa sala toda na época, pois achou móveis muito conservados e bem antigos, em um brechó. Com esses móveis, veio o meu aquário, tão sonhado.
Começamos a comprar vários peixinhos coloridos e decorei o aquário como eu sempre imaginei: Pedrinhas coloridas, uma caverna onde os peixinhos iam e vinham por uma abertura, uma sereia linda, algumas conchas do mar e algas para enfeitar.
Meu marido comprou o aparelho para oxigenar a água, e manter limpa, além de um tal de 'peixe sugador', que ficava com a boca colada no vidro e só fazia mesmo 'sugar a vida' dos outros:
Sendo bem maior que os meus pequeninos, ele os comia.
Estava irritada com aquilo, e disse para ele que não ia deixar isso acontecer mais, porque jogaria aquele peixe canibal, para fora do aquário!
Ele tornou a comprar vários coloridinhos e dourados para mim.
Depois, fomos viajar para a Bahia, em um feriadão de Semana Santa.
Deixei a chave da casa e a comidinha dos meus peixinhos queridos, com a minha sogra ( já falecida também).
Disse para alimentá-los com aquela farinha vitaminada duas vezes por dia.
Assim que tinha que ser, para o 'sugador' não ter muita fome e comer os outros.
Não sei o que houve durante aquele feriadão...
Só sei que quando cheguei em casa, o aquário estava quebrado, e os peixinhos mortos no tapete encharcado e a sala com cheiro de mofo...
Não é preciso dizer o meu choque!
Chorei o dia todo... Nunca mais tive outro.
Fátima Fatuquinha Abreu
* Meu aquário era bem parecido com esse, que achei no Google para ilustrar meu texto.
terça-feira, 1 de setembro de 2015
SETEMBRO
Lembrando da campanha iniciada:
Cuide seu coração: Diminua o sal, faça exames periódicos de sangue para saber colesterol e glicose.
Faça exercícios ou caminhadas. Ame-se! Evite o stress.
Seja bem vindo, SETEMBRO!
E com ele, em breve, a primavera.
No meu perfil do Pinterest, tenho um álbum de flores e jardins pelo mundo:
http://www.pinterest.com/fatimaabreu9250/flores/
Cliquem no link, que ele os levará direto para esse álbum.
De resto, comemorar uma das estações mais lindas que existe (porque o outono diga-se de passagem, é a segunda mais linda).
Acróstico Para A Primavera
Fátima Abreu
Cuide seu coração: Diminua o sal, faça exames periódicos de sangue para saber colesterol e glicose.
Faça exercícios ou caminhadas. Ame-se! Evite o stress.
Seja bem vindo, SETEMBRO!
E com ele, em breve, a primavera.
No meu perfil do Pinterest, tenho um álbum de flores e jardins pelo mundo:
http://www.pinterest.com/fatimaabreu9250/flores/
Cliquem no link, que ele os levará direto para esse álbum.
De resto, comemorar uma das estações mais lindas que existe (porque o outono diga-se de passagem, é a segunda mais linda).
Acróstico Para A Primavera
A s flores da P rimavera, R amos de beleza estão chegando I nundando de beleza e perfume M inha estação preferida: A estação dos apaixonados, V erão é bom, mas nem tanto. E ncontramos pessoas apaixonantes. R aros, mas achamos: A mores que vem e se vão... | |||||
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Resumo do Romance- "MARIBEL" Reeditado
RESUMO DO ROMANCE
Em 1939, Donana uma costureira que morava no interior de São Paulo, tem sua única filha, fruto do casamento: Marília.
Embora seu esposo, nunca conhecera a filha, pois morrera antes de seu nascimento.
Marília nasce prematura de sete meses.
Aos 19 anos, Marília perde sua mãe, vítima de uma
picada de cobra no quintal, quando lavava roupa.
Marília deixa sua cidadezinha e vai para a capital, tentar
a vida como modelo fotográfico e deixando para trás a sua função de explicadora
que alfabetizava as crianças da cidade...
Chega ao
estúdio com um cartão que lhe fora dado por um senhor na praça, algum tempo
antes de Donana falecer.
Depois de viver seis anos de fotografias para
calendários masculinos, ela conhece Théo e eles tem um rápido relacionamento
íntimo.
Marília fica grávida. Porém, ao contar para o homem, ele pede que ela faça um aborto.
Marília é totalmente contra isso.
Decide criar a criança sozinha, compra uma casa no subúrbio e ali vive com Maribel, a criança que nasceu. Mas, o pai da menina acaba voltando atrás pela pressão de sua família e resolve lutar para ter direito de acompanhar o crescimento da filha.
Marília fica grávida. Porém, ao contar para o homem, ele pede que ela faça um aborto.
Marília é totalmente contra isso.
Decide criar a criança sozinha, compra uma casa no subúrbio e ali vive com Maribel, a criança que nasceu. Mas, o pai da menina acaba voltando atrás pela pressão de sua família e resolve lutar para ter direito de acompanhar o crescimento da filha.
Marília passa bons conselhos para ela, e a relação
entre as duas, é de grande amizade, não somente de mãe e filha.
Depois que Marília morre aos 50 anos, Maribel
constrói sua vida com Jairo.
Meses se passam e depois o casal tem a companhia de Brenda:
Meses se passam e depois o casal tem a companhia de Brenda:
Uma menina que o casal adota, pois os seus pais que
eram vizinhos, morrem tragicamente num acidente de carro quando ela tinha 10
anos de idade...
Jairo, que era jornalista, morre em uma reportagem
internacional, vítima de uma bomba. Antes disso, o casal tem um filho: Jairo
Júnior. Herdeiro sem saber, de uma grande editora.
Maribel fica
então desolada com a morte de seu grande amor, mas tem a responsabilidade de
dois filhos para cuidar: Brenda e JJ.
Seu amor por
eles é muito grande.
Brenda segue a carreira do pai adotivo, tornando-se jornalista no exterior. Depois de cinco anos fora do país, ela volta grávida de seu companheiro:
Laureano, policial em Londres, após um desentendimento do casal.
Brenda segue a carreira do pai adotivo, tornando-se jornalista no exterior. Depois de cinco anos fora do país, ela volta grávida de seu companheiro:
Laureano, policial em Londres, após um desentendimento do casal.
Brenda dá a luz a um menino (em um táxi), pois não
dá tempo de chegar à uma clínica, devido a um engarrafamento. Porém, morre duas
horas depois do parto, já no hospital.
Maribel triste por perder a filha adotiva, cuida do
enterro e pede ao juiz a guarda do menino e acaba registrando-o como seu filho.
O nome é escolhido por JJ:
O nome é escolhido por JJ:
Lauro, baseando-se no nome do pai da criança,
Laureano.
Maribel trabalhava como modelo e depois também se
torna autora, na mesma editora que JJ tem direito, por ser filho de Jairo e neto do dono, portanto, sendo um de seus herdeiros.
Lauro cresce sob os cuidados de Maribel e de JJ (que
seguiu o caminho da mãe:
Formando-se em Letras, para futuramente lançar livros pela editora do avô)...
Formando-se em Letras, para futuramente lançar livros pela editora do avô)...
Fátima Abreu
*A CONTINUAÇÃO, SÓ COMPRANDO MEU E-BOOK A 10 REAIS
POR MSGM NO FACEBOOK http://www.facebook.com/fatima.abreu.9250 OU ENVIANDO UM E-MAIL PARA MIM:
fatuquinha@gmail.com
DAREI OS DETALHES DA CONTA PARA DEPÓSITO, QUE PODE SER FEITO EM CASA LOTÉRICA
domingo, 30 de agosto de 2015
Síndrome da Viuvez
Anos e anos atrás...
Eu tinha apenas 13 para 14 anos.
Tinha viajado para passar o final de ano na casa do meu tio Francisco, e boa parte das férias escolares.
Conheci um universitário de 21 anos, na noite de Ano Novo, em Caruaru, PE.
Ele fazia Ed. Física numa universidade do Recife, mas, a família toda morava em Caruaru.
Namoramos durante minhas férias. Voltei para o Rio e ele me levou até a
rodoviária chorando muito... Estava visivelmente apaixonado e eu, como
primeiro amor, também...
Acenamos até perder de vista, um ao outro...
Parecia cena de filme americano.
Tempos depois, ele veio ao RJ me visitar, e ficou hospedado na casa de uns tios no bairro da Penha, se não me engano...
Minha mãe gostou muito dele. E dava força, afinal era um conterrâneo seu...
Falávamos ao telefone nos fins de semana, e trocamos correspondência por 2 anos.
Enviei algumas fotos dos meus 15 anos para ele na época...
Depois de um tempo, ficava difícil manter esse namoro a distância...
Mas, ele até fazia planos de quando eu fizesse 18 anos, pediria a meu pai para ficarmos noivos...
Ele bebia muito, e isso me incomodava. Tinha medo de casar com uma pessoa que se tornasse alcoólatra.
Então, alegando a distância, acabei com o namoro pelo telefone, numa tarde de domingo.
Ele sofreu mais que eu. Minha tia disse numa ligação telefônica, que ele sempre ia até a casa deles, saber se eu estava bem, se viria nas próximas férias, queria saber se já tinha novo namorado, essas coisas...
Não me esquecia.
Poucos anos depois, ele se casou com uma moça, que minha tia disse na época: "Ele não teve você, ficou com uma parecida."
Bem, eu casei com outro, e cedo, com praticamente 17 anos (faltava 1 mês para meu aniversário).
O tempo passou, eu tive 3 filhos com meu marido aqui no RJ.
Ele lá em Caruaru, teve uma filha.
Quando fiquei viúva, me deu vontade de procurar por ele na web. Na época, usava o ORKUT. Nunca o encontrei. Mas, algo dentro de mim, fazia que volta e meia, eu lembrasse desse meu primeiro amor.
Achei-o no finalzinho do ano passado, com um perfil no facebook.
Entrei em contato pelo chat, perguntando se ele lembrava de mim.
Ele aceitou a amizade, mas, não respondeu.
Achei que ele se manteve magoado por todos esses anos.
Mas, não era isso.
Em janeiro ele faleceu. Morreu com problemas no fígado.
A filha dele que assumiu o fb do pai, me contou tudo com detalhes.
Em suma: Se tivesse casado com ele, de qualquer forma, hoje seria viúva do mesmo jeito.
Espero que ele esteja em bom lugar. Era uma pessoa boa.
Fátima Abreu Fatuquinha
Acenamos até perder de vista, um ao outro...
Parecia cena de filme americano.
Tempos depois, ele veio ao RJ me visitar, e ficou hospedado na casa de uns tios no bairro da Penha, se não me engano...
Minha mãe gostou muito dele. E dava força, afinal era um conterrâneo seu...
Falávamos ao telefone nos fins de semana, e trocamos correspondência por 2 anos.
Enviei algumas fotos dos meus 15 anos para ele na época...
Depois de um tempo, ficava difícil manter esse namoro a distância...
Mas, ele até fazia planos de quando eu fizesse 18 anos, pediria a meu pai para ficarmos noivos...
Ele bebia muito, e isso me incomodava. Tinha medo de casar com uma pessoa que se tornasse alcoólatra.
Então, alegando a distância, acabei com o namoro pelo telefone, numa tarde de domingo.
Ele sofreu mais que eu. Minha tia disse numa ligação telefônica, que ele sempre ia até a casa deles, saber se eu estava bem, se viria nas próximas férias, queria saber se já tinha novo namorado, essas coisas...
Não me esquecia.
Poucos anos depois, ele se casou com uma moça, que minha tia disse na época: "Ele não teve você, ficou com uma parecida."
Bem, eu casei com outro, e cedo, com praticamente 17 anos (faltava 1 mês para meu aniversário).
O tempo passou, eu tive 3 filhos com meu marido aqui no RJ.
Ele lá em Caruaru, teve uma filha.
Quando fiquei viúva, me deu vontade de procurar por ele na web. Na época, usava o ORKUT. Nunca o encontrei. Mas, algo dentro de mim, fazia que volta e meia, eu lembrasse desse meu primeiro amor.
Achei-o no finalzinho do ano passado, com um perfil no facebook.
Entrei em contato pelo chat, perguntando se ele lembrava de mim.
Ele aceitou a amizade, mas, não respondeu.
Achei que ele se manteve magoado por todos esses anos.
Mas, não era isso.
Em janeiro ele faleceu. Morreu com problemas no fígado.
A filha dele que assumiu o fb do pai, me contou tudo com detalhes.
Em suma: Se tivesse casado com ele, de qualquer forma, hoje seria viúva do mesmo jeito.
Espero que ele esteja em bom lugar. Era uma pessoa boa.
Fátima Abreu Fatuquinha
As Rosas & o Café- republicado
Tenho um gosto agridoce outra vez
Rosas não adiantam mais:
Perdem o odor, murcham...
Lábios ressecam
Passo a língua por eles,
Na esperança de umedecê-los.
O açúcar endurece no fundo da xícara.
Jogo mais um pouco de café,
Mexo e remexo com a colher.
O biscoito de nata, disposto ao lado do pires, me 'encara'...
Será comido ou não?
A dor que não deixa ter fome, está de frente
O tal nó na garganta, novamente...
Penso e repenso a vida:
Escolhas, assuntos sem resolução,
Papéis esquecidos, amarelados
Escondidos de outros, embaixo do colchão...
As rosas não adiantam mais.
Apenas o café me conforta:
Mantém meu corpo e mentes aquecidos.
Não deixa que me torne distante...
Segura meu pensamento, foca-o.
Pois se assim não for,
Vou e não sei se volto...
Esse é meu grande medo:
Será que minha mente,
Que me prega peças de vez em quando,
Deixará um dia penetrar, com a velhice
A insanidade?
Tenho medo da loucura,
Do que ela significa:
De perder o meu maior dom,
A escrita...
Fátima Abreu
Contemplo o Tempo ( republicado )
CONTEMPLO O TEMPO
FICO AQUI SENTADA
DE OBSERVADORA DOS MOMENTOS
O TEMPO PASSA,
AS FOLHAS DAS ÁRVORES, MEXEM-SE
COM A BRISA DO SUAVE VENTO,
CONTEMPLO O TEMPO...
CADA SEGUNDO, JÁ É DIFERENTE DO ANTERIOR
CONTINUO NA CONTEMPLAÇÃO
DO TEMPO QUE SE MOVE ENTÃO...
AS LUZES DA RUA, JÁ ACENDERAM...
QUANTO TEMPO ESTOU AQUI?
NEM EU MESMA SEI...
SEI APENAS QUE CONTEMPLO O TEMPO,
CONTINUO AQUI SENTADA,
NA VARANDA DE MINHA CASA...
O VENTO PAROU!
RECORRO A UM VENTILADOR
NÃO É O MESMO QUE VENTO NATURAL,
MAS, PARA COMPLETAR O TEMPO,
NÃO FAZ MAL...
AS FOLHAS AINDA SE MOVEM!
SINAL QUE UMA BRISA LEVE, AINDA EXISTE...
OS RUÍDOS VÃO SE MISTURANDO:
AS CIGARRAS VÃO CANTANDO...
ESCURECEU MAIS AINDA...
ME PERCO EM PENSAMENTOS,
REFLITO AS COISAS DIÁRIAS...
DE OBSERVADORA DOS MOMENTOS
O TEMPO PASSA,
AS FOLHAS DAS ÁRVORES, MEXEM-SE
COM A BRISA DO SUAVE VENTO,
CONTEMPLO O TEMPO...
CADA SEGUNDO, JÁ É DIFERENTE DO ANTERIOR
CONTINUO NA CONTEMPLAÇÃO
DO TEMPO QUE SE MOVE ENTÃO...
AS LUZES DA RUA, JÁ ACENDERAM...
QUANTO TEMPO ESTOU AQUI?
NEM EU MESMA SEI...
SEI APENAS QUE CONTEMPLO O TEMPO,
CONTINUO AQUI SENTADA,
NA VARANDA DE MINHA CASA...
O VENTO PAROU!
RECORRO A UM VENTILADOR
NÃO É O MESMO QUE VENTO NATURAL,
MAS, PARA COMPLETAR O TEMPO,
NÃO FAZ MAL...
AS FOLHAS AINDA SE MOVEM!
SINAL QUE UMA BRISA LEVE, AINDA EXISTE...
OS RUÍDOS VÃO SE MISTURANDO:
AS CIGARRAS VÃO CANTANDO...
ESCURECEU MAIS AINDA...
ME PERCO EM PENSAMENTOS,
REFLITO AS COISAS DIÁRIAS...
NA CONTEMPLAÇÃO DO TEMPO, ME ENVOLVO...
OBSERVO QUE A LUA JÁ É BRILHANTE, NESSE INSTANTE...
PARADA, AINDA AQUI ESTOU...
OLHO TUDO AO MEU REDOR.
OUÇO OS CÃES DAS OUTRAS CASAS,
EM UIVOS PARA A LUA...
GATOS PASSEIAM NOS TELHADOS, EM CIMA DOS MUROS...
FAZEM SEU TRABALHO NOTURNO
EU AQUI, DE OBSERVADORA DOS FATOS!
PERCEBO FESTAS POR AÍ...
O SOM É ALTO, ALGUÉM ESTÁ FAZENDO ANIVERSÁRIO
ALIÁS, TODOS OS DIAS TEM ALGUÉM FAZENDO...
ESSA É A CONSTATAÇÃO MAIS TOLA, QUE JÁ FIZ!
REGISTRO, MESMO ASSIM...
EXISTE TAMBÉM O BARULHO DOS CARROS NA ESTRADA,
AQUI PERTINHO...
A RODOVIA AMARAL PEIXOTO TEM SUA PRÓPRIA "VIDA", COM SEUS HABITANTES HABITUAIS:
CARROS, MOTOS, ÔNIBUS, CAMINHÕES E MUITAS COISAS MAIS...
O BARULHO DIMINUÍ, ENQUANTO AS HORAS VOAM...
EU, AINDA AQUI
NA VARANDA, CONTEMPLANDO O TEMPO...
GOSTO DISSO, SINTO-ME PARTE DE TUDO:
CIDADÃ OBSERVADORA DO MUNDO...
TOMO MAIS UM GOLE DE CAFÉ E OUTRO...
ENTRE A OBSERVAÇÃO DO TEMPO
E O PRAZER QUE TENHO NISSO,
FICA O MEU DECLARADO, VÍCIO:
O CAFÉ!
QUE ME FAZ ALERTA,
E NÃO DEIXA QUE EU FECHE OS OLHOS,
PODENDO OBSERVAR MAIS...
Fátima Abreu
OBSERVO QUE A LUA JÁ É BRILHANTE, NESSE INSTANTE...
PARADA, AINDA AQUI ESTOU...
OLHO TUDO AO MEU REDOR.
OUÇO OS CÃES DAS OUTRAS CASAS,
EM UIVOS PARA A LUA...
GATOS PASSEIAM NOS TELHADOS, EM CIMA DOS MUROS...
FAZEM SEU TRABALHO NOTURNO
EU AQUI, DE OBSERVADORA DOS FATOS!
PERCEBO FESTAS POR AÍ...
O SOM É ALTO, ALGUÉM ESTÁ FAZENDO ANIVERSÁRIO
ALIÁS, TODOS OS DIAS TEM ALGUÉM FAZENDO...
ESSA É A CONSTATAÇÃO MAIS TOLA, QUE JÁ FIZ!
REGISTRO, MESMO ASSIM...
EXISTE TAMBÉM O BARULHO DOS CARROS NA ESTRADA,
AQUI PERTINHO...
A RODOVIA AMARAL PEIXOTO TEM SUA PRÓPRIA "VIDA", COM SEUS HABITANTES HABITUAIS:
CARROS, MOTOS, ÔNIBUS, CAMINHÕES E MUITAS COISAS MAIS...
O BARULHO DIMINUÍ, ENQUANTO AS HORAS VOAM...
EU, AINDA AQUI
NA VARANDA, CONTEMPLANDO O TEMPO...
GOSTO DISSO, SINTO-ME PARTE DE TUDO:
CIDADÃ OBSERVADORA DO MUNDO...
TOMO MAIS UM GOLE DE CAFÉ E OUTRO...
ENTRE A OBSERVAÇÃO DO TEMPO
E O PRAZER QUE TENHO NISSO,
FICA O MEU DECLARADO, VÍCIO:
O CAFÉ!
QUE ME FAZ ALERTA,
E NÃO DEIXA QUE EU FECHE OS OLHOS,
PODENDO OBSERVAR MAIS...
Fátima Abreu
sábado, 29 de agosto de 2015
Mais Um, Menos Um, Que Diferença Faz?
Bem, mesmo fazendo a campanha pelo Facebook, no G+ e no meu blog
"Lar" : "Compre 1 ebook meu, e ajude com a cirurgia"; Não deixo de tentar pelo SUS, claro.
Até agora, só tive colaboração de duas pessoas, mas, Deus há de me ajudar!
Hoje liguei para Sub Secretaria de Saúde, contei meu caso, como fui tratada com displicência, da parte do pessoal da Central de Marcações.
A moça gentil que atendeu, me deu outro número, para falar com a Ouvidoria, porém, esse número se encontra desligado...
Infelizmente, a Prefeitura Municipal de Maricá não deve saber/entender
que uma paciente que espera desde março, não vai aguentar tanto tempo,
ainda mais que os remédios para serem tomados (enquanto se aguarda), são
caros!
O absurdo e quero que isso seja divulgado, é que poderia já estar operada! Sabem por que não operei até agora, aqui em Maricá, no Hospital Conde Modesto Leal? Porque tenho três cálculos, e não apenas um!
"Como? Explica, Fatuquinha..."
Bem, o único cirurgião disponível desse hospital, chamado por aqui de 'GAÚCHO', só tira a vesícula de uma pessoa, se ela estiver com apenas uma pedra...
Com mais, ele passa para outro hospital, para sabe-se lá quando, ser atendido para os exames pré operatórios! É O MEU CASO.
Pensem: Se fosse algum dos pais ou filhos, seria assim?
Deixaria de operar por esse motivo?
Acho que não. A vida humana de um familiar, estaria em jogo.
Por que então, não salvar outras vidas?
Bem, moro distante do tal Hospital que me mandariam ir, pois é em outro município: Niterói, no bairro do Barreto. Nunca estive lá, só ouvi falar... Pois nem para os exames e consulta com o cirurgião de lá, não me agendaram.
Agora, se passo mal de uma hora para outra, e pego um engarrafamento, estou perdida! Pois em crise, tem que ser operada de emergência, correr contra o tempo, para que a vesícula não arrebente e venha o pior.
Como a apendicite supurada.
Quem já operou, sabe que é a mesma coisa...
Bem, são duas coisas que não deveria ter no ser humano: vesícula e apêndice, pois os dois, quando dão problema, se não for operado a tempo, 'tchauzinho' vida...
Fátima Fatuquinha Abreu
O absurdo e quero que isso seja divulgado, é que poderia já estar operada! Sabem por que não operei até agora, aqui em Maricá, no Hospital Conde Modesto Leal? Porque tenho três cálculos, e não apenas um!
"Como? Explica, Fatuquinha..."
Bem, o único cirurgião disponível desse hospital, chamado por aqui de 'GAÚCHO', só tira a vesícula de uma pessoa, se ela estiver com apenas uma pedra...
Com mais, ele passa para outro hospital, para sabe-se lá quando, ser atendido para os exames pré operatórios! É O MEU CASO.
Pensem: Se fosse algum dos pais ou filhos, seria assim?
Deixaria de operar por esse motivo?
Acho que não. A vida humana de um familiar, estaria em jogo.
Por que então, não salvar outras vidas?
Bem, moro distante do tal Hospital que me mandariam ir, pois é em outro município: Niterói, no bairro do Barreto. Nunca estive lá, só ouvi falar... Pois nem para os exames e consulta com o cirurgião de lá, não me agendaram.
Agora, se passo mal de uma hora para outra, e pego um engarrafamento, estou perdida! Pois em crise, tem que ser operada de emergência, correr contra o tempo, para que a vesícula não arrebente e venha o pior.
Como a apendicite supurada.
Quem já operou, sabe que é a mesma coisa...
Bem, são duas coisas que não deveria ter no ser humano: vesícula e apêndice, pois os dois, quando dão problema, se não for operado a tempo, 'tchauzinho' vida...
Fátima Fatuquinha Abreu
O BATOM, O BEIJO
O BATOM, O BEIJO
E com o vermelho vibrante do batom, beijei-te a boca com volúpia:
Não deixei-te falar.
Mal respirava.
Sim, eu te sufocava com meu beijo ardente!
Depois disso, nada havia para dizer realmente...
Depois do amor, deixei-te no ninho.
Levantei, me troquei e apenas uma lembrança disso tudo, te deixei:
A minha escrita: E novamente usei o batom, para marcar no espelho o meu recado:
Leia Fatuquinha.
Fátima Abreu Fatuquinha
CONHEÇA MEUS LIVROS NESSE LINK DO BLOG:
http://fatuquinhaeseular.blogspot.com.br/p/blog-page.html
Escolha um ebook ou mais (custa 10 Reais cada) e me diga o título (inbox), para q envie o arquivo em pdf. O depósito pode ser feito em loteria.
Darei detalhes da conta.
DESDE JÁ AGRADEÇO.
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
Amor Bandido- poesia coletiva do zap: Imaginação Poética

Amor que consome e toma conta de mim, é um amor bandido que nem em sonhos teria fim...
Como andarilha, ando por aí, sem ter noção do entorno. Só um amor bandido na cabeça, e mais nada... Curvas, desembocando aqui e ali, e no pensamento, imaginando-te sorrir... Fátima Abreu
Negro coração
Mascarado de dourado
Implanta em mim esse amor bandido
E na imensidão dos pensamentos
E abandonado e perdido fico. (Wagner Fonseca)
Abandono...Eis a sina! Um coração esquecido, por esse tal de amor bandido... Fátima Abreu
Estou perdido por querer o que não posso,
Esse amor bandido que ao fim só me machuca,
Amor que vai muito além do que suporto,
Que me consome e me aprisiona a esta loucura.
(Vanessa Rodrigues)
Bandido ou não, eis a questão...O amor pega-se ao amor, quando sai do natural, esvai-se e fenece e a pobre alma entristece. ( José L. Maia)
A alma sentida, relembra momentos vãos, quando esse amor bandido, a fazia sorrir:
"Estávamos entre lençóis de cetim, amando sem limites, embora logo após, fossem apenas gotas de nós..." Fátima Abreu
Tanto já se passou, mas, foi registrado na pele: o cheiro de momentos tão mágicos, tão nossos que o tempo jamais vai destruir da nossa memória o sabor desse amor bandido. (Leila do Reis)
Amor bandido e aquele que te aprisiona a mente e te rouba o coração. Te sacrifica a alma sem te dar retribuição. E quase como permanecer em uma prisão sem grades, onde os sentimentos ficam retidos e sempre nos conduzem em uma só direção.( Lilian Furtado)
As vezes penso até o amanhecer
Não consigo saída para tal marginal
Esse amor bandido
Que hora me faz bem, e outra me faz mal. (Wagner Fonseca)
O bem que esse amor bandido faz, é tão rápido!
São momentos que descem como areia, pelos dedos das mãos...
Ah, quisera fosse diferente! E nunca chegasse a fazer mal!
Seria como ficar no Paraíso, e de lá não mais sair...
Que dor o coração leva!
Sempre com esse amor bandido, que a lágrima, descendo sentida, carrega... Fátima Abreu
E o peso desse amor ferido
Tão confuso e tão bandido
Dilacera meu coração.
São momentos de alegria
Sucumbidos pela dor
Que ele causa sem razão...
(Vanessa Rodrigues)
Quero me encontrar em teus braços, sentindo o calor do teu beijo esse amor bandido que me enlouquece e me leva até o céu. (Kika)
E no céu do êxtase que me proporciona, eu me derreto toda, esquecendo o que esse amor bandido, faz comigo... Fátima Abreu
O mal que sinto me impede de pensar
Nesse amor bandido que não quer me deixar
Então padeço
Em dias ensolarados
E nas noites de luar. (Wagner Fonseca)
Nas noites de luar, percorro com olhos fechados e dedos ávidos, aqueles mesmos lençóis de cetim, na esperança de te encontrar ali... Fátima Abreu
Ali... Logo ali... Onde o fogo da paixão abrasava o amor, incendiando corpos desejosos de prazer...
Amor, meu amor bandido, em noites de luar, nos amamos, nos perdemos e hoje procuro por você,
à beira do mar... (Jania)
O amor bandido que fascina e atrai, perigoso e arrebatador, meu coração ele fisgou...Ah! Que faço agora?...Se continuar posso sucumbir, se me afastar, meu coração não vai aguentar... ( Jose L. Maia)
Nesse impasse eu fico: Não sei se vou atrás de você, me jogo em teus braços pedindo para não mais me fazer sofrer. O ditado: 'Ruim com ele, pior sem ele', cai muito bem aqui... Ah, mas que coisa louca! Amor bandido, quero que venha e me beije a boca... Fátima Abreu
Pois, que venha agora e beije... Tenho esse amor bandido, complicado e indefinido... Que me corrói feito sal... Minha libido, meu mal... Amantes de uma noite, doloridos pelo açoite, na manhã que extasiados. Banho, café e mais além... Nós amar como ninguém, pois daqui há pouco, Amor Bandido... Regressarás ao teu lar. Aos braços do seu marido. Levando um pouco de mim. Deixando um pouco de si. Até breve meu proibido amor! ... (Jorge Antonio)
Sim, volto à casa, mas, contigo no pensamento. Amor Bandido é isso: sofrer e amar... Deitar-me com ele, e sentir você... No percorrer dos dedos hábeis pelo corpo dele, fazendo-o gemer de prazer, fecho os olhos e penso na tua face, sentindo o mesmo êxtase! Então, e só então, me entrego nessa relação... Seria mais fácil, se esse teu amor bandido não me corroesse por dentro... Entretanto, dessa forma sinto também os meus "ais"... Pensando em você, ele me satisfaz... Fátima Abreu
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Coisas Da Internet (18 ANOS)- Atualizado
(Crônica para maiores de idade)
A mulher esperou o marido sair para o trabalho e...pronto! Ligou o pc, para começar mais uma sessão de sexo virtual, com seus parceiros habituais...
Nessa aventura via Internet...
O que ela não contava, era que seu marido Raul, fazia o mesmo em seu escritório, à portas fechadas...
Todos os dias! Assim como ela, em casa, toda vez que ele saía, e os dois filhos do casal para a escola.
Um dia, Cirlene ( era esse seu nome ) conheceu um homem que não quis ligar a webcam, e que pediu que ela caso tivesse, não ligasse também, que era para manter um certo "clima de mistério" que muito excitava o tal homem...
Ficariam apenas teclando naquele jogo de sedução e prazer, que se chegava até o gozo, com a ajuda do toque das mãos...
Assim, nesse clima de sedução e mistério, passaram-se dois meses.
Ele, sem saber o nome dela, porque ela se identificava no SITE como "poderosa", e ele como "garanhão"... Cirlene usava uma flor vermelha no avatar do SITE...
Ele, dois cavalos, para ser o símbolo de sua virilidade.
Combinaram então um encontro, para que se conhecessem finalmente, no mundo real, saindo do mistério do mundo virtual. Esse encontro, teria que ser na hora do almoço dele, porque ele disponibilizava de duas horas para sua refeição.
Marcaram em um self-service, porque era muito movimentado, e ele, dificilmente seria reconhecido por ali.
A mulhere aceitou, meio desapontada...
Queria na verdade, um almoço em um restaurante mais requintado. Mas, "vá lá", pensou...
Ela disse que estaria com um vestido azul, mas com acessórios em vermelho.
Ele, estaria com uma blusa social branca, e calça marrom...
Assim, tudo foi combinado para o dia seguinte.
O homem chegou primeiro ao self-service, e foi logo arrumando seu prato, em bem menor quantidade que o habitual, porque não queria ficar farto...caso pudesse sair dali, para uma eventual transa com a mulher misteriosa.
Assim começou à comer tranquilamente, quando viu adentrar no recinto, uma mulher de estatura mediana, usando lindo vestido azul, de óculos e bolsa vermelhos...
Seriam os tais acessórios, de que ela tinha mencionado.
Ela percebeu um homem sentado, acenando com a mão...
Ao chegar mais perto da mesa em que ele estava, percebeu uma coisa: era o seu marido!
Em choque, caiu desmaiada...
O homem levantou-se rapidamente para acudi-la, retirou os óculos da tal mulher e viu que era sua esposa, a mãe de seus dois filhos!
Deixou então que fosse socorrida pelo segurança do local, voltou à mesa, terminou seu almoço, pagou a conta...Ao sair do recinto esbarrou em uma morena, baixinha, de cabelos curtos, mas bem atraente, e perguntou:
_ Você tem...?
FÁTIMA ABREU
Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=75226#ixzz1s7Hbla34
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
A mulher esperou o marido sair para o trabalho e...pronto! Ligou o pc, para começar mais uma sessão de sexo virtual, com seus parceiros habituais...
Nessa aventura via Internet...
O que ela não contava, era que seu marido Raul, fazia o mesmo em seu escritório, à portas fechadas...
Todos os dias! Assim como ela, em casa, toda vez que ele saía, e os dois filhos do casal para a escola.
Um dia, Cirlene ( era esse seu nome ) conheceu um homem que não quis ligar a webcam, e que pediu que ela caso tivesse, não ligasse também, que era para manter um certo "clima de mistério" que muito excitava o tal homem...
Ficariam apenas teclando naquele jogo de sedução e prazer, que se chegava até o gozo, com a ajuda do toque das mãos...
Assim, nesse clima de sedução e mistério, passaram-se dois meses.
Ele, sem saber o nome dela, porque ela se identificava no SITE como "poderosa", e ele como "garanhão"... Cirlene usava uma flor vermelha no avatar do SITE...
Ele, dois cavalos, para ser o símbolo de sua virilidade.
Combinaram então um encontro, para que se conhecessem finalmente, no mundo real, saindo do mistério do mundo virtual. Esse encontro, teria que ser na hora do almoço dele, porque ele disponibilizava de duas horas para sua refeição.
Marcaram em um self-service, porque era muito movimentado, e ele, dificilmente seria reconhecido por ali.
A mulhere aceitou, meio desapontada...
Queria na verdade, um almoço em um restaurante mais requintado. Mas, "vá lá", pensou...
Ela disse que estaria com um vestido azul, mas com acessórios em vermelho.
Ele, estaria com uma blusa social branca, e calça marrom...
Assim, tudo foi combinado para o dia seguinte.
O homem chegou primeiro ao self-service, e foi logo arrumando seu prato, em bem menor quantidade que o habitual, porque não queria ficar farto...caso pudesse sair dali, para uma eventual transa com a mulher misteriosa.
Assim começou à comer tranquilamente, quando viu adentrar no recinto, uma mulher de estatura mediana, usando lindo vestido azul, de óculos e bolsa vermelhos...
Seriam os tais acessórios, de que ela tinha mencionado.
Ela percebeu um homem sentado, acenando com a mão...
Ao chegar mais perto da mesa em que ele estava, percebeu uma coisa: era o seu marido!
Em choque, caiu desmaiada...
O homem levantou-se rapidamente para acudi-la, retirou os óculos da tal mulher e viu que era sua esposa, a mãe de seus dois filhos!
Deixou então que fosse socorrida pelo segurança do local, voltou à mesa, terminou seu almoço, pagou a conta...Ao sair do recinto esbarrou em uma morena, baixinha, de cabelos curtos, mas bem atraente, e perguntou:
_ Você tem...?
FÁTIMA ABREU
Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=75226#ixzz1s7Hbla34
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
JUNTOS, RENTES...
POEMA SENSUAL
Aperte-me forte!
Segure meus cabelos...
Gema, grite alto!
Sinta o êxtase total de nosso desejo
E quando esse momento chegar
Sele com aquele beijo
Que você sabe que eu gosto
De sugar a língua
De explorar a boca inteira
De lamber os lábios
Beijar demoradamente...
Como se o fôlego fosse acabar
Nós dois, desnudos,
JUNTOS, RENTES...
E duas bocas a se devorar...
Fátima Abreu
Beijos, Batom, Desejos...
REEDITADO PARA ESSE BLOG.
Beijos, Batom, Desejos...
PASSANDO BATOM VERMELHOUMEDECIA OS LÁBIOS CARNUDOS E CONVIDATIVOS
RUIVA, RUBRA
TAL QUAL A COR DO BATOM...
DEIXAVA OS OMBROS À MOSTRA:
ERAM BEM TORNEADOS...
PÉS DE PRINCESA!
ERA UMA DAMA DA NOITE,
DE RARA BELEZA...
DISTRIBUÍA BEIJOS CALOROSOS!
COISA QUE MUITAS NÃO FAZIAM...
MAS ESTAVA AÍ, A SUA GRANDE ARMA
PARA ATRAIR A FREGUESIA...
BEIJOS, MAIS BEIJOS...
DESEJOS PROVOCADOS, PELA LÍNGUA QUENTE,
QUE EXPLORAVA A BOCA
DE SEU MAIS TÍMIDO CLIENTE...
ELE VOLTAVA
QUERIA MAIS BEIJOS,
MAIS BOCA MARCADA DE BATOM...
FÁTIMA ABREU
LÁBIOS
LÁBIOS
LÁBIOS QUE SUPLICAM
BEIJOS QUE AINDA NÃO CHEGARAM
LÁBIOS QUE ARDEM EM DESEJO,
PELA OUTRA BOCA
DONA DE SEUS BEIJOS...
LÁBIOS FEBRIS
ADOÇAM BEIJOS QUASE GENTIS...
MAS OS LÁBIOS NÃO QUEREM APENAS "SELINHOS" DE MOMENTO
QUEREM BEIJOS QUENTES,
QUE ARDAM POR DENTRO...
LÁBIOS DE MEL
ADOÇAM BEIJOS CARINHOSOS
LÁBIOS PINTADOS DE BATOM
COLOCAM NOS BEIJOS,
A MARCA DO VERMELHO
DA PAIXÃO
UMA GOSTOSA TROCA DE LÍNGUAS
QUE QUEIMAM O CORPO TODO
QUERENDO MAIS QUE A BOCA, PARA SE TOCAR...
CARREGANDO OS LÁBIOS,
PARA UMA DELICIOSA EXPLORAÇÃO
DA PELE EXPOSTA...
ACEITA MINHA PROPOSTA?
FÁTIMA ABREU
Quando Diz Que Me Quer...
É LINDO QUANDO DIZEM: " VOU TE AMAR PARA SEMPRE"...
Disse que nunca mais amaria ninguém assim
Que precisa integralmente de mim...
Serão meras palavras, ou há mesmo sinceridade nelas?
Também, que nunca amou até me conhecer
E que acendi uma luz,
Tão perdido estava, sem motivo para viver...
Prefiro pensar que tudo seja real
Que sejam palavras vindas do coração
Porque nada é pior, do que enganar quem te estende a mão...
Sei que não é dado ao romantismo,
Entretanto, nessas palavras, que disse, isso encontrei.
Será que estou enfim te mudando? Não sei...
Sei apenas que é bom demais,
Quando diz que me quer:
Então me beija, abraça, me faz mulher...
'Vou te amar para sempre', escrito em batom
Na porta do nosso quarto, agora vale pelos dois,
Já não me incomodo, com o que venha depois...
Fátima Abreu
Reflexo No Espelho
Ela olhava seu reflexo no espelho,
Nua como sempre...
Arrumava o arranjo no cabelo,
Prendia-o num coque fofo.
Maquiada, já estava.
Tinha uma leve altura em seu ventre,
Era dessa forma que fora exposta ao pintor:
Nada de figura anoréxica!
Teria de ser como qualquer mulher...
Seus seios ainda rijos
Declaravam passar pouco da juventude.
Pernas bem torneadas,
Pés bem cuidados.
Sentada numa seda rosa que cobria a cadeira,
Continuava a se olhar,
Procurando traços de possíveis rugas...
Não era pobre,
Pelo contrário, vivia no luxo!
Mas o dinheiro não compra tudo:
Nos seus olhos havia tristeza
E um choro mudo...
Fátima Abreu
Espelhos
Para que existem espelhos?
Para desiludir,
Deixar a alma jovem sofrer,
Quando as primeiras marcas da velhice,
Teimam em aparecer...
Para que existem espelhos?
Para travar uma luta absurda e desgastante,
Quando se olha triste, para seu próprio semblante...
Para que existem espelhos?
Para deixar uma lágrima sentida cair,
Sabendo que não aceita o envelhecer
E ainda assim, ele mostra diariamente,
Aquilo que se queria esquecer...
Para que existem os espelhos?
Para causar dor à uns,
E deixar mais bonitos e joviais
Aqueles que se olham hoje,
Mas, que terão o mesmo dilema,
Com o passar de muitos 'carnavais'...
Fátima Abreu
O ESPELHO
Toca o espelho que leva a outra dimensão
Que estaria do outro lado?
Ela se pergunta, então...
Teria monstros e desespero,
Ou seriam fadas e fantasias?
Tocava novamente e ele se abria...
Uma onda se formava
Densamente... ela sentia.
Embora quisesse encontrar o seu amado,
O medo lhe acometia...
A roupa jogada por cima da cadeira,
Estava esquecida...
Ela nem percebia-se nua
Apenas, queria desvendar os mistérios do seu espelho mágico
Mas tinha medo, de ter um fim trágico...
Afinal, o desconhecido atraí.
Mas o senso de perigo, alerta!
Isso se aplica em tudo na vida,
Não apenas numa fantasia,
Mas ela estava indecisa:
Continuava a olhar o espelho,
Pois isso agora, era para ser definitivo:
Entrava por ele, adentro,
Ou esquecia.
FÁTIMA ABREU
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