quarta-feira, 24 de maio de 2017

Dueto com Rudi Céu




DUETO: " TE QUERO"
 
Te quero
A carne além dos toques
Te quero em beijos
Além dos lábios
Te quero
Vestida de desejo,
Enfeitada de felicidade
 
 
Embalada em perfumes...
Sim tua pele!
Te quero entregue
Em pele que beija,
Sente, arrepia
Esquenta sua
E derrete a minha
Desmancha...
Desnuda em minha boca.
 
RUDI CÉU
 
 
 
Desnudo a tua boca porque a tenho presa pelo desejo.
Meus lábios tocam os teus e a língua ávida procura sentir o que o corpo quer...
Sim, abrigo-te aqui nas carnes que te confortam. 
Na quentura das minhas coxas, e nas entranhas que te recebe.
Sente agora? É tua a gruta úmida...
Então, vem e explora!
Quero-te sem demora!
 
Fátima Abreu Fatuquinha
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 22 de maio de 2017

AMASSOS- republicado




Amassos

Nesses instantes que toca com sofreguidão meu corpo:
a face rubra
o vestido sobe
as mãos fluem
num dedilhar arrebatador
quente como o sol
em dias de calor...

Amassos,
deliciosos toques de paixão.
Beijos molhados...
Abraços mais apertados,
corpos colados.

E no fundo, a nossa dança...
Um beijo no pescoço,
arrepia a pele.
Vem a resposta imediata:
estremeço.
Reconhece então meu sinal:
Estou pronta para outra dança,
embaixo de um lençol...

Ah, os amassos! São os primeiros passos...

Fátima Abreu

ABRAÇOS- REPUBLICADO






NEM SEMPRE SE PODE DAR UM ABRAÇO FÍSICO.
VALE A INTENÇÃO: SE ENVIA MESMO UM VIRTUAL...
NEM SEMPRE SE PODE ESTAR PERTO, O MUNDO FAZ COM QUE AS PESSOAS SE DISTANCIEM POR VÁRIOS MOTIVOS, O ABRAÇO FICA ADIADO...


MAS, NEM SEMPRE PODEMOS DAR O ABRAÇO, PORQUE MUITAS VEZES ALGUNS NÃO QUEREM RECEBÊ-LO.
PODEMOS NÃO ESTAR DISPOSTOS A DÁ-LO TAMBÉM...
NEM SEMPRE SOMOS BONS, INFELIZMENTE...


O ABRAÇO NÃO PODE SER COBRADO.
TEM QUE VIR DA VONTADE DE SE DAR.
NÃO SE PODE DAR UM ABRAÇO, SE SEU CORAÇÃO ESTÁ MAGOADO...
É PRECISO CURAR AS FERIDAS, PARA DAR O ABRAÇO VERDADEIRO!
Fátima Fatuquinha Abreu

Curem as feridas e perdoem-se mutuamente!


PALAVRAS- DUETO

 
Imagem retirada desse link:
  http://tempodificil.tumblr.com/



DUETO COM PABLO QUEIRÓZ

PALAVRAS

As palavras partem ao acaso, quando os lábios se separam.
Quando os lábios se separam partem palavras de benfazejos ou palavras doloridas de maldições.
Partem palavras sem nexos quando os lábios se separam.
Os lábios se separam e se juntam para o beijo, e abocanham o desejo que as palavras ditas em sussurros deixam.
As próprias palavras passam com o tempo,
na rima vazia do verso com o vento...
Meras palavras... os lábios se juntam e engolem a palavra...a fala...o falo.

PABLO QUEIRÓZ

Seguro as palavras porque elas sufocam entre seus ardentes beijos.
 A mão que afaga o falo, é a mesma que te aperta em abraço apertado.
 A boca sedenta que oferece os beijos, é aquela que também é a fonte do teu desejo.
 E as palavras acabam por não ter muito sentido:
 É que no silêncio da paixão, elas emudecem e se tornam desnecessárias.
 No vai e vem de corpos que se querem, não há o que falar:
 Coisas assim que só corpo unido à mente, fazem acontecer: O êxtase se dá.

FÁTIMA ABREU FATUQUINHA

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Um Bolo Especial

 
 
 
 
 UM BOLO ESPECIAL
 
Tempos novos... Consegue perceber?
 Enxergar além dos olhos, e com o TERCEIRO OLHO, que tudo vê.
 Deixe-se levar pela Nova Era que se instalou:
Faça um bolo de caridade, tolerância e paciência.
 
 Deixe de lado, mágoas, ânsias, egoísmos e tudo que for negativo.
 Acrescente sim, uma pitada de compreensão ao seu amigo.
 Mexa tudo com a boa vontade.
 E para esse fermento natural crescer, dê mais de si, em cada novo amanhecer.
 Asse esse bolo não em forno quente.
Apenas com o calor que se dá, quando frio se sente.
 Ele crescerá ainda assim:
 Porque tudo estando na medida certa, o Universo fará o resto.
 E completará com uma cobertura especial:
A paz, a gratidão e tudo mais que há de bom!
 
Fátima Abreu Fatuquinha
 
 
 

terça-feira, 16 de maio de 2017

Sensual




Sensual. Palavra que dá vontade de pensar na sexualidade...
 Ser sensual, é ter um brilho encantador:
Ter nos olhos, uma faísca do que pode ser o seu amor.
A sexualidade é latente em todos nós!
Entretanto, a sensualidade é uma expressão do que você pode fazer, oferecer, na intimidade.
 Sensual é ter mel nos lábios.
 Odor de amor.
 Sensual é ter açúcar na voz
  E o que vem depois debaixo dos lençóis.
 
 Fátima Abreu
 
 
 

Gratidão!

 
Desde anos incontáveis estamos aqui.
Eu, você, toda a Humanidade.
 Vivemos e morremos várias vezes, muitas delas em um dia só.
 As experiências são lições.
 E se repetiam sempre até aprendermos.
 Fomos de mendigos à nobres.
Indígenas, negros, amarelos, caucasianos, todos experimentamos de tudo.
 Da miséria à riqueza.
 Da saúde à doença e vice versa...
 Fomos cativos e libertos.
 Seres que lutam e algumas vezes  ganharam, outras não.
 E assim se foi contando anos:
 Experiências, missões e resgates! 
Recompensas boas e alguns danos...
 
 Eu aqui e agora leve como pluma nesse momento, escutando sons da Terra, em meditação,
 Só tenho que agradecer a bênção da vida!
 Dizendo sempre ao Criador:
 Gratidão.
Fátima Abreu Fatuquinha
 
 
 
 







 
 



                                                          MÍSTICA SEMPRE FUI

domingo, 14 de maio de 2017

Dia das Mães 2017

video



Só quem é mãe, sabe tudo que passamos e fazemos pelos filhos ;)
HOJE COM FILHAS E NETA:








DINÂMICA NOVA DA IP: " Você é responsável por aquilo que cativas?" Sim ou Não?


Nova dinâmica da IP, meu grupo no whatsapp:

 " Você é responsável por aquilo que cativas?" Sim ou Não?

 E  justifique sua resposta.
 Teremos convidados especiais, começando com meu amigo:


Marcos José (convidado)

Excelente enquete! Eu já li sobre isso, vi o vídeo do Fábio de Melo e concordo 100% com ele.
Não somos responsáveis por quem cativamos porque essa também é uma das formas de manipulação velada.
Tenho aversão às pessoas que usam o emocional para fazer chantagens com outras e, essa frase do pequeno príncipe é um dos maiores exemplos dessa manipulação.
Acho que apenas somos responsáveis por nossos filhos enquanto eles não tem discernimento e ainda não chegaram na idade adulta.
Qualquer outra forma de se sentir responsável pelo outro, se isso for encarado como um compromisso ou algo que não venha naturalmente do amor é, certamente, manipulação.
Muitas das vezes ela vem explícita e na maioria delas vem em forma ou de uma pessoa "frágil", ou "sensível" , mas essa carência que vai nas pessoas é o que estraga muitas das vezes as relações porque algumas pessoas se iludem que são donas, proprietárias, possuidoras do outro e, por isso, se acham no direito de cobrar coisas e cobrar "amor e fidelidade", como se isso pudesse ser imposto...
Ainda existe muitos sanguessugas de alma desse tipo, muitos vampiros que sugam as forças das pessoas que se deixam manipular por falta de coragem de cortar isso ou até mesmo por ter aceitado a culpa que o outro depositou nele.
Muito triste porque isso existe ainda muito e eu sempre me afasto desses vampiros travestidos de pessoas frágeis porque eles, jogam a culpa para você se sentir culpado e eles continuam sendo sempre as vítimas incompreendidas do universo.
Graças a Deus, sou vacinado contra isso!!!
Amei a enquete!
Obrigado por me convidar!


Naná Aziati (IP)

Eu sempre acreditava nessa citação do livro O Pequeno Príncipe.
Mas eu cresci, coisas aconteceram e aprendi muitas coisas.
Eu acredito que todos temos nossas escolhas. E toda escolha tem suas consequências.  
Não podemos nos sentir responsáveis pelas escolhas das outras pessoas. 
Afinal, cada um tem o seu livre arbítrio para fazer da sua vida o que achar melhor.
Respeito, lealdade, fidelidade, companheirismo, é fundamental em qualquer relação.
Mas ninguém é de ninguém.
Seja no amor, na amizade, na família... 
Então temos que ser responsáveis por nós mesmos e nossas escolhas.
Não pelas escolhas dos outros seja em qual sentido for.



Sílvio César ( IP)

Discordo totalmente desse padre.* A postura dele nunca me agradou, acho que ele quer ser muito pop star, muito diferente do padre Marcelo, que deixa a vaidade da lado.
Todo o raciocínio dele é porque ele julga que tudo que é virtual, seja mentiroso.
Se você cativa alguém com sinceridade e respeito, você é responsável sim, em continuar agindo sempre do mesmo jeito, com honestidade e respeito.
Agora, se você não é capaz disso, é porque você não foi sincero de coração... Que deve ser o caso desse padre.

* Só para constar, não é sobre religião que ele fala. E Sílvio César é católico.


Vitor Carvalho (convidado)

Boa pergunta... Complicado dizer... Cabe a pergunta o que é ser responsável?
É uma obrigação "auto imposta" ou um "contrato social"?
Só me considero responsável pelo que cativo conscientemente...
O que cativamos de modo in ou subconsciente, não pode ser atribuído ao indivíduo, como uma de suas responsabilidades, a menos que ele as assuma como tal...
Nesse caso a pergunta deveria ser reescrita: Você se responsabilizaria pelo que cativas?


[06:28, 11/5/2017] Delon: DINÂMICA
(Saint Exupéry )
Autor de "O Pequeno Príncipe"


Você  é responsável por tudo aquilo que cativas.


Delonir Cavalheiro (IP)

Concordo.
Mas que não se confunda.
Ninguém é responsável pela vida dos outros, seus atos ou suas escolhas.
Cada um é responsável por suas escolhas.
Você é responsável pelo sentimento que conquistou. Seja ele qual for.
Somente por isso. E o que você  faz com relação.
A isto, é de tua responsabilidade.
Você não é responsável pelo que o outro faz da vida.
Influenciou?
Ainda foi escolha do outro, seguir você.
Tenha cuidado com aquilo que cativas.
Tenha cuidado com quem é, o que influencias...                       
Isso dá um debate interminável!


Maria Fernanda  (IP)

Tema: Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.
(Antoine de Saint-Exupéry em O Pequeno Príncipe" 😌
Sobre Padre Fábio de Mello: sou Fã!

Super concordo com a minha responsabilidade e vou explicar o meu ponto de vista:
Fátima Abreu e Delonir Cavalheiro são escritores com público direcionado, logo são responsáveis por esses leitores!
"Mãe Fattú e Pai Delon" me cativaram sem muito esforço, como filha adotiva virtual.
Já eu tenho dificuldade em cativar as pessoas (tenho personalidade forte)  mas, é  meu dever cuidar do amor, carinho e amizade, a meu conquistei (cativei).

Conheço uma menina especial chamada Marcelly de 6 anos de idade, e toda vez que marcamos visitas para ela, só de ouvir meu nome, ela fica eufórica!
Porque minha irmã e eu, conquistamos a confiança dela e cativamos a amizade...
Então como  dizer dessa forma que sou livre, sem responsabilidades e não ir mais visitar a criança? Pois, para mim (que me perdoe Padre Fábio)  digo que essa responsabilidade é fundamental.
Tanto quanto a disciplina e as regras da vida!

Também penso no primeiro mandamento:
"Amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo"
Lembrando que nosso inimigo também é nosso próximo!
 Bem, nesse mandamento ficou claro a nossa responsabilidade.
 E falando espiritualmente: Claro que é minha responsabilidade cuidar de tudo que eu cativei ao longo desta vida, ou não teria sentido passar por aqui, sem colher nenhum fruto;
Certamente, os quais eu sei que responderei pelas escolhas que fiz.
Então, acho que não sou responsável pela vida ou pelas escolhas de cada um, afinal, cada um tem seu livre arbítrio!
TODAVIA, AS MINHAS ESCOLHAS ASSUMO, E ME TORNO RESPONSÁVEL ABERTAMENTE POR ELAS.


Lílian Furtado (IP)


"Tu te tornas eternamente responsável por aqueles a quem cativas", segundo o livro citado: Sim ou Não?
A minha opinião é que depende da situação vivenciada.
Nos tornamos responsáveis por aqueles a quem cativamos quando a nossa pretensão é justamente cativá-lo. Ou seja, propositalmente, despertamos o interesse de determinada pessoa e alimentamos esse sentimento fazendo com que a pessoa se sinta cativada por nós.

Até que chega o dia em que embora não tenhamos mais o mesmo interesse de outrora, deixamos o outro na ilusão a respeito dos nossos sentimentos sobre ele, sem revelar a verdade sobre nós.
Todavia, quando resolvemos lhe falar a verdade, deixamos de ser responsáveis e libertamos o outro de nós mesmos.
Porém, caso ele ou ela, se mantenha nosso cativo tendo consciência dos nossos sentimentos, a decisão e a responsabilidade é toda dele.
Não mais da outra pessoa que lhe abriu os olhos.
O que não existe na minha opinião, é o "eternamente responsável" , uma vez que eu sou responsável por aquilo que eu digo e faço, e não pelo que o outro faz, ou entende em relação a mim.

Penso que se desde o início, deixarmos claro ao outro, acerca das nossos sentimentos sejam eles de amizade ou de amor, o outro não poderá atribuir nenhuma responsabilidade a nós.
Pois, não somos responsáveis nesse sentido pelo que despertamos, quando o outro está plenamente ciente do que verdadeiramente queremos e esperamos dele.
Nesse sentido concordo totalmente com o Padre Fábio de Mello.



Eu, Fátima Abreu Fatuquinha ( IP)

Sempre fiquei na dúvida entre uma coisa e outra, dos tópicos em questão nessa dinâmica.
 Sei que isso se deve à minha personalidade dúbia. Uma acha uma coisa, "a outra" acha o oposto.
 De certo, a Fatuquinha dentro de mim, que é consoladora, afetiva, mãezona, irmã, e espiritualista, acha que a citação do livro, está correta. Já a Fátima Abreu, muito mais liberal, discorda.

Essa enquete foi justamente para saber, o que a maioria acha desse assunto tão complexo.
 
Digo se tivesse a terceira pessoa dentro de mim, talvez resolvesse essa peleja de sentimentos.
Mas, as duas brigam entre si...
 
O que dizer? Acho como Fatuquinha, que se eu cativei a tal ponto das pessoas nutrirem um sentimento, seja de amor ( no caso do Fábio, meu ex, e homônimo do padre em questão), carinho ( amigos da Ip que tenho como família) ou amizade ( aqueles que conheci na web, nesses anos todos, que me seguem e continuam sendo amigos fiéis seja da minha escrita ou no meu cotidiano), devo corresponder sempre a isso da melhor forma, ajudando, consolando,  orientando se me pedirem opinião...
Porque eles foram cativados e devo isso à eles!

 Como Fátima Abreu, sou diferente. Essa "outra" dentro de mim, é mais livre em relação à prender-se demasiado à alguém. Acha que cada um segue o caminho que escolheu e ponto final. Não tentaria interferir diretamente em nada (a menos que lhe fosse cogitado isso), por não se sentir responsável a não ser por ela mesma e a filha, que ainda mora com ela, Catarina. E tão somente enquanto mora. Porque depois, cada ser humano toma seu caminho.
A escada da evolução é individual, embora tenhamos que ser seres da coletividade.
Dividimos o mesmo orbe terrestre, mas, temos óticas diferentes, porque ainda temos nossa individualidade latente.

Fica então dessa forma, minha exposição para fechar minha parte nessa dinâmica da IP:
Depende da situação em que se está envolvido, para agir de uma forma ou de outra.
 Ou seja: Como na citação do livro O PEQUENO PRÍNCIPE, ou como o Pe FÁBIO DE MELLO, sugere no vídeo.
O livre arbítrio ainda é nosso. Façamos nossas escolhas, segundo o momento vivenciado.

 Fátima Abreu Fatuquinha



Ivete Briz  (IP)

"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"
 Essa bonita frase faz parte do livro O Pequeno Príncipe de Antoine Sant' Exupéry.
Na minha opinião, concordo com o autor cativar  é conquistar.
Agente realmente  tem que tomar cuidado quando conquistamos alguém, pois a gente tem a responsabilidade de lembrar e pensar na pessoa, da mesma forma que elas lembram da gente.
Basicamente, temos que cuidar de nossos amigos enquanto eles estão por perto, e quando eles estão longe, temos a responsabilidade eterna de não deixar a lembrança da pessoa se apagar de nossos corações.
Carinhosamente,

___Ivete Briz



















sábado, 13 de maio de 2017

VISITA À NOVA LOJA OSTARA




Amores que me acompanham no blog:

Fui convidada para a reinauguração hoje, 13/05, da loja da  minha recente amiga Paula.
A loja nesse novo local, ficou mais ampla, arejada, iluminada!
 Dá gosto entrar e olhar cada cantinho harmoniosamente arrumado por ela.
 Sem falar nas novidades que ela trouxe para essa nova loja.
A  energia é muito boa e a gente acaba se sentindo tão à vontade, que não dá vontade de sair, a não ser porque tem que ir mesmo embora...Rs.

Detalhe na foto: Produtos naturais. Fui recebida com um bolo de grãos feito pela Paula, e água aromatizada com 2 sabores:
 Melancia com hortelã e limão com gengibre. Amei!

A loja agora está na calçada do DPO, de São José de Imbassaí- Maricá, Rio de Janeiro.
 OSTARA

*email:
 ostara.artesanato@gmail.com
* cel pra contato:
 21- 98707-0471




VÍDEO QUE FIZ DA LOJA (PARTE 1)


 (PARTE 2)

sexta-feira, 12 de maio de 2017

MÃES & FAMÍLIA- REEDITADO COM VÍDEO

video

 VÍDEO FAZENDO ALMOÇO HJ


MÃES

Tem lágrimas nos olhos quando seus filhos nascem...
Também sorrisos quando eles te encantam.
Tem emoção no primeiro passo, na primeira palavra, no primeiro dia de aula.
Tem a sensação de dever cumprido, quando os vê encaminhados na vida.
Tem choro na hora da doença.
Tem risos quando batem papo.
Tem abraços, beijos, mãos na cabeça...
E apenas disso tudo, se tem uma grande certeza:
Apesar das noite mal dormidas, ser mãe é ter tesouros aos seus cuidados, na vida!

Fátima Abreu Fatuquinha



 
 

FAMÍLIA

Fonte primeira de vida
União, conselho, paixão.
Família: A minha, a sua, a nossa!...
A levamos pela vida inteira.
E não poderia ser de outra maneira.
Em tempos de distância, dá saudade.
E sofremos se tem alguma enfermidade...
Somos todos uma grande e linda família.
Obra da Criação de Deus!
E a certeza que Ele nos deu,
como um pai amoroso, dá um beijo em um filho seu...







quarta-feira, 10 de maio de 2017

A COLECIONADORA -CAPT 4- CONT


Ele era loiro (ficando grisalho), estatura mediana, uma voz um pouco irritante, mas, bonito.

 Dois anos mais novo (42) do que a colecionadora (44); E frisava bem isso, sempre que tinha oportunidade...

 Talvez para mostrar que sendo mais novo, teria mulheres mais jovens do que ela, caso quisesse.

 Uma maneira sutil de se auto valorizar...

Entretanto, ela era vivida. Sabia que ele usava desse artifício, para garantir que ela atenderia seus caprichos machistas.

A norma de não se apaixonar, foi por água a baixo. E mesmo sabendo que ele era um aproveitador, isso aconteceu.

Essa coisa da paixão não se explica. Ele nunca a mereceria, era um crápula.

Separado da ex esposa, e mãe dos seus filhos, estava desempregado já fazia mais de um ano.
Claro, ficaria com qualquer mulher que pudesse lhe bancar, até estar novamente empregado...

 Assim podendo se manter, e também pagar a pensão dos dois filhos.

 A ex fazia pressão, e tinha pensado até de prejudicá-lo na Justiça. Os filhos talvez orientados pela mãe, da mesma forma, pressionavam o pai.

 A filha de quinze anos era a mais talentosa para fazer esse papel.

O homem cada vez que ligava para ela, se rendia, e quase chorava...

Talvez as lágrimas fossem de crocodilo, somente para impressionar a Colecionadora (que estava presente quando ele dava esses telefonemas).

 E ao desligar, ele sempre ficava com aquela cara de gato com medo de chuva.


Era tão cínico, que comentou com Mar, que tinha um homem que ele conhecia (desconfiava ser gay) que o havia chamado para trabalhar em SP, Capital.

 Mas, não tinha aceitado, porque era longe para visitar os filhos. 

Disse que era uma proposta muito boa: Inclusive teria casa certa para morar, etc e tal...

E que só seus filhos lhe prendiam ao estado do RJ.

 Ora, se um homem diz isso, quer dizer que entraria na dança, e seria o amante do chefe, só para poder ter estabilidade em um emprego, pagar suas contas e pensão dos filhos...

 Homem que é homem, nem cogitaria tal proposta!



Nos momentos de intimidade dos quinze dias em que esteve na casa da Colecionadora, tinha uma tara inusitada (ela achava que conhecia a maioria, e surpreendeu-se):

 Enquanto transavam, ela tinha que puxar os cabelos dele ao máximo, e ele não se importaria se até arrancasse alguns fios...

Quando não fosse isso, tinha que lhe morder a cabeça com força!

 Era desequilibrado. Só podia! Arrancava as cutículas puxando-as até ficar no sabugo, inflamando seus dedos. Além de tudo, era masoquista!

Definitivamente, ele não serviria mesmo para a Colecionadora!

Ela era como uma rosa vermelha e margaridas juntas, fazendo um buquê:

Tinha a volúpia de uma rosa, paixão! Mas, ao mesmo tempo, era suave como as pétalas da margarida silvestre.
Ele poderia ser uma erva daninha.



Depois dos dias passados com Mar, ele voltou para Resende. Eles se falaram muitas vezes pelo celular.

O homem sempre prometia que voltaria de vez, para se estabelecer na cidade em que ela morava, e que assim, ficariam juntos.

Bastava que resolvesse todas as pendências...
Marcou até data para seu retorno, dizendo que vinha para morar mesmo com ela.


Pela primeira vez na vida, a Colecionadora acreditou que pudesse ser mesmo verdade.

 Stênio Villardo (esse era seu nome) combinou tudo: Data, hora de chegada... 

No dia marcado, ele não ligou dizendo que estava saindo de Resende.

Ela estranhou e ligou para ele, que demorava a atender ao celular...

Finalmente ele disse que já estava no ônibus, e que ela o esperasse para o almoço por volta de uma da tarde, quando deveria chegar por lá.



Ela cuidou de arrumar a casa, pois as coisas do almoço, ela já tinha comprado no dia anterior.

Fez a comida e a sobremesa. Esperou. Nada!

Ligou... Ele não atendeu. Deixou então, um recado e SMS.

Não obteve nenhuma resposta. Caiu a tarde, veio a noite, e passou-se uma semana.

Continuava sem o retorno de suas chamadas. 

Já Stênio, via o número e desligava.



Para ela, só o choro: Tinha se dedicado a quem não merecia, e ainda lhe fez de idiota perante todos que sabiam que ele viria morar com ela.

Com certeza havia aceitado o emprego em SP, pois o cerco da ex esposa por causa da pensão dos filhos, já estava fechado:

Ela daria parte ao juiz, caso não aparecesse com o dinheiro atrasado.
Assim ele tinha comentado pelo celular, dias antes de marcar seu falso retorno.

Mar então viu em uma das redes sociais, pesquisando sua atual localidade: São Paulo.



Enfim, dois anos e meio depois, ele escreveu um comentário para ela, nessa mesma rede.

Como se nunca houvesse feito nada para decepcioná-la...
Como dizem os antigos: Cara de pau, tem que usar óleo de peroba!


A Colecionadora evidentemente, não se deu ao trabalho de se quer dar um “oi”.

Além do mais, nessa época, ela já vivia com seu grande e inesquecível amor...


(continua)
 
Fátima Abreu Fatuquinha


 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

terça-feira, 9 de maio de 2017

VIAJEI



 COMBINAÇÃO MARAVILHOSA!
AMO OS DOIS CANTORES, AMO JAZZ!

DUETOS SÃO ENCONTROS DE ALMAS QUE COMPARTILHAM A MESMA
Essência...


 
Viajei
 
 
Viajei para um tempo que só ouvia falar:
 De lambretas, lenços no pescoço e inocência.
 Tempos de drive in, milk shake, e rock 'in roll.
De Elvis Presley em filmes no Havaí
 E de coisas que eu simplesmente adoraria assistir...
 
Viajei no pensamento.
 Coloquei a imaginação para funcionar e lá estava!
 E da mesma forma, num piscar de olhos, eu aqui retornava...
 
É que o pensamento voa, tão rápido quanto ele vem e vai.
 Coisas que a Física explica.
 Mas, que preferia que fosse como em um sonho:
 Que eu moldasse com o subconsciente, realizando a vontade de viajar para qualquer época e lugar...
 Como sopro de brisa que vem do mar.
 
 Fátima Abreu Fatuquinha
 
 
 
 
 
EU BRINQUEI COM AS ESTRELAS
Fiz um jogo com elas.
E a cada uma que eu pegava,
Subtraindo do breu do céu,

Uma nova esperança eu dava,
A quem quisesse ter em mãos, as estrelas para abrir seu coração...
É que as constelações são feitas de amor.
Obra de nosso Criador!
Eu brinquei com as estrelas, ainda que fosse numa linda fantasia...
Mas, elas estão lá ainda
Brilhantes no céu noturno.
Como lembranças de que um dia estiveram ali:
Em um momento passado, mas, que brilham como numa magia.
Você as vê, eu também.
E elas não mais existem!
Como explicar coisa tão incrível assim?
Para o poder de Deus, não há começo, meio e fim!
 
 


 

sábado, 6 de maio de 2017

VOU TOCANDO A VIDA...






Fotos de 05/05/2017


Agora mais loira.
Antes ruiva.
Anos atrás, morena.
 E assim prossigo minha metamorfose ambulante.
 
Um dia assim, outro de um jeito diferente...
 Sou instável, dúbia e meio 'doidinha'.
 É que cada ser humano é único!
 Muito prazer, para quem não me conhece, sou Fátima Abreu (a impetuosa).
Também Fatuquinha, autora independente.
 Entre o jeito de uma e outra,
 Vou tocando a vida.
 Vivendo simplesmente.
 
 
 

CONTATO- POESIA COLETIVA DA IP




CONTATO (poesia coletiva da IP)

Eu queria o teu contato. De noite, de dia.
Saber que o contato é pleno, é sereno...
Como folha molhada de orvalho, no amanhecer......
Fátima Fatuquinha Abreu


Eu queria teu contato
Como o tens o lençol
No teu corpo deixar minhas marcas
De suor e odor
Como deixa o perfume Da flor
No frio da noite
No calor do sol
Sentir teu contato
Na pele,
Na alma
Delonir Cavalheiro

O contato se faz presente, no toque, no sentir latente... O contato é mais um dos motivos para se estar vivo! Pois no contato é que encontramos abrigo... Fátima Fatuquinha Abreu

O contato de um abraço
Reconforta e fortifica
O contato de carícias
De toques suaves e leves
Junta corpos e Almas
Unifica. Delonir Cavalheiro

E no abraço, o contato se faz. Certeza única que é laço que une e que não se desfaz. Fátima Fatuquinha Abreu

Deixa ter o toque Suave
O contato na pele
Como vento invernal
Que arrepia
E com o toque de beijo e abraço
Traz a sensação de paz
Que o universo esta normal Delonir Cavalheiro

Ainda é no toque desse abraço, que podemos nos aconchegar e ter a ideia que estamos confortáveis. Assim, temos a proteção que precisamos tanto, em épocas de transição... Fátima Fatuquinha Abreu

Ao alvorecer pequenas gotículas de orvalho fazem contatos com as folhas, com as flores e assim se faz reluzente. Frann Pereira

Indecentes serão os temporais - Se o acaso se puserem entre a gente - Pois, de luz e calor são nossos ideias - E nada apagará nosso abraço, nosso enlaço - cujo fim é simplesmente... jamais! João Paulo Brasileiro

Te deixarei livre, para outra que se insinue para ti ...pois sou sua e tu bem sabes... Francisca Pereira

Folhas & Ventos

Quando seus olhos marejados se aproximaram dos meus,
que já estavam também como oceanos de amor, a dor foi imensa...
Amor dói.
 E quando se não pode estar junto, isso parece ser um tsunami devastador.
Nossos corações quebrados.
 Vidas em pedaços.
 Como cristal estilhaçado.
 E mais de um ano se passou.
Entretanto, o amor só aumentou.
 Triste sina de quem ama e não pode viver esse amor!
 É como vento que não pode entrar:
 Barrado na porta.
 Ou talvez, para que o lirismo esteja até nesse momento,
 Possa eu dizer, que um vento forte, levou as folhas do chão.
 Eu, você, e um tufão.
 
Fatuquinha
 
 

A COLECIONADORA- CAPT 3 - PARTE 2; INTRODUÇÃO DO CAPT 4



(PARTE 2)



Passaram-se dias até que o segundo encontro fosse marcado. Viram-se algumas vezes, socialmente, antes disso.
Claro, sem que ninguém notasse o envolvimento íntimo entre Mar e o "cara do chapéu".
Vivendo na mesma cidade, é claro, se dessem um escorrego que fosse, alguém notaria que haveria algo entre eles.
 Tinham que manter o sigilo, era preciso para ambas as partes.
 Certa noite, fizeram sexo virtual pelo celular, obviamente, no dia seguinte teriam que se encontrar porque a vontade era grande...

Mar voltou a caminhar naquela manhã, rumo a casa dele.
Primeiro ele a levou para conhecer sua oficina de Arte, que ficava num anexo, na parte detrás da casa.
Queria mostrar suas obras prontas, para uma exposição já marcada para o mês seguinte.
Depois sim, foram para o quarto.

Dessa vez o sexo fora bem mais demorado e com um algo mais...
Cada pessoa desenvolve com o tempo, uma tara ou fantasia.
Alguns mais, outros menos, mas, todos tem alguma.
A colecionadora tinha as suas. Ele também, porém a dele era uma tara que quase todos os homens tem mesmo, por sexo anal. "Previsível", ela pensou...

 A  dela entretanto,(a principal) era bem mais ousada e talvez nem todos os homens entenderiam ou sequer aceitassem: A inversão; Ou o meio termo disso, com a mulher por cima das nádegas masculinas, somente simulando uma penetração...
Dessa forma, esfregando a vagina ali, ela também gozava sobre os montes do sexo oposto.

Homens tem tabus. Alguns até mais do que as mulheres.
Precisava de um com a mente aberta para aceitar isso. Ele era.
Ela soube desde a primeira vez.
Tocou no assunto. Ele aceitou.
O chapéu foi posto de lado. A inversão se deu.

Estava satisfeita, depois de deixá-lo todo melado do gozo dela, que escorria sobre as nádegas do parceiro, virou-se, deixou à mostra a sua, para que ele satisfizesse também a tara dele.
Ele pôs a camisinha naquele membro duro e grande, e cuidou de satisfazer os próprios desejos.

Ele gozou e ela mais uma vez também, gemendo alucinadamente.
Tomaram banho juntos e depois de comerem um sanduíche na cozinha, se despediram.
Então, foi combinado outro encontro.
Ele não desconfiava, mas, seria o último no pensamento de Mar.
Melhor assim, ela corria o risco de se apaixonar depois do terceiro encontro, e isso ela não queria.

E o último encontro foi na casa dela mesmo. 
Depois disso, cada um para seu lado, sem precisar de maiores conversas:
Simplesmente aconteceu dele não a procurar mais para isso (mas, o motivo tinha sido a ex esposa dele, que estava doente), e quando se encontravam, era socialmente: Ambiente frequentado pelos amigos e família.

Ela agradeceu por isso.
Afinal, isso tornava as coisas mais fáceis! Porque não precisou dizer que não queria mais...



CAPT 4


INESPERADO


Contudo, a colecionadora teve experiências de ficar apaixonada por outros dois homens, depois disso.
E paixão, apesar de ser coisa passageira e parecer uma coisa boa, incomoda muito.

O terceiro homem em sua vida, foi um deles. Morava no extremo oposto do estado.
E mesmo assim, tiveram um romance rápido de 15 dias.
Dessas coisas que lembram filmes ou novelas, tão improváveis, entretanto, que acabam acontecendo mesmo.
 E doeu, ela sabia que doeria. Sua norma dos 3 dias tinha sido quebrada.

(continua)

Fátima Abreu Fatuquinha





sexta-feira, 5 de maio de 2017

A COLECIONADORA- CAPT 3

 CAPT 3


A CAMINHADA ( PARTE 1)



Esse tinha sido o segundo da lista. Era alto, magro, tinha um cavanhaque e cabelos médios quase sempre em desalinho. Gostava de usar um chapéu parecido com esses de peão boiadeiro.
Quando a colecionadora o conheceu intuiu que ele seria o segundo homem a tocar seu corpo depois do primeiro marido.
 Fazia seis meses da morte do esposo. Ela respeitou esse período, que fora pedido pelo próprio marido antes de morrer: Ele sabia que a esposa não aguentaria muito tempo sempre a presença de um homem em sua vida.

A colecionadora não precisou seduzir aquele novo homem que surgiu em sua vida. Ele já estava atraído por ela. Bastava saber se ela o aceitaria na cama.
 Uma manhã, ele a visitou com a desculpa de querer olhar algo na internet, que não conseguira numa lan house. Ela não se incomodou de ajudar, e assim  foi abrindo espaço para que ele finalmente tocasse no assunto.
- Você não teve nenhum homem depois do falecido?
- Não. Respeitei o luto de seis meses como ele havia me pedido... Por que pergunta, por acaso está interessado em ter alguma coisa comigo?
- Sim, sim... Você é bem direta, Mar.
- Claro. Na nossa idade, depois que se passa dos 40 anos, não temos que ter rodeios para nada. Tudo se resume em SIM ou NÃO.
- E o que você diz?
- Digo sim, ora! Estou doida para fazer sexo novamente.
- Você não diz fazer amor?
- Sou prática: "Fazer amor" é para quem está apaixonado, não é esse o caso.
- Entendo... Não esperava que fosse tão direta em tudo. Seu jeito aparenta fragilidade, mas, é um grande engano isso. Depois que se conhece mais um pouco de você, percebe-se que é uma mulher bem madura em tudo.
- Sim, sou madura de idade, sentimentos e provações. Mas, isso não vem ao caso agora...
- Ok, então... quando? Pode ser na minha casa?
- Saio sempre para caminhar de manhã. Diga a hora melhor, que vou.
- Certo, te ligo. Fique com o celular por perto.
- Sempre levo o celular quando saio de casa.
 Ele então, deu um selinho nos lábios carnudos de Mar, e foi embora dizendo:
- Amanhã...
- Combinado.


A manhã estava clara, um dia bonito de verão. Mas, como era cedo ainda, um arzinho mais frio fez com que ela levasse também um agasalho.
Ela geralmente caminhava perto da lagoa. Naquele dia, mudaria totalmente seu itinerário.

Mar colocou um fio dental  por baixo da calça justa de lycra de caminhada, e jogou uma camiseta por cima de um top. Calçou o tênis e saiu de casa.
Eram quase oito horas, quando o celular tocou.
Era ele:
- Está por perto?
- Sim, quase chegando.
- Estou ansioso para provar esse corpinho...
- Aguarde.

A colecionadora desligou antes de ouvir o "beijo" que ele enviou pelo celular.



Ele abriu a porta assim que ela bateu.
Lá estava ela, na varanda.
 Ele a abraçou e a conduziu até a sala, dizendo:

- Não repare a bagunça... Casa de homem que mora só, já viu...
- Realmente precisa de uma organização por aqui... Sabia que sou personal organizer?
- Não sabia. O que faz uma organizer exatamente?
- Organiza ambientes, ora... Desde casas até escritórios.
- Ah, sim... Mas muita gente pode confundir com secretária do lar, para não dizer empregada doméstica...
 - Quem não sabe. Entretanto, quem tem mais conhecimentos dessas novas profissões já ouviu falar nesse trabalho. Mas, não foi para isso que aceitei seu convite...
- Claro, claro...

Ele a beijou com volúpia, trazendo o corpo dela para colar ao seu e sentir que seu membro crescia ao toque da pele e do beijo quente...
 Então a pegou no colo, e a levou para o quarto.
Ela pediu que ele a despisse.
 Ela se ajoelhou na cama e fez com que ele deitasse, empurrando-o de leve para trás.
 Beijou-o de um jeito único e que fazia qualquer um ficar louco de desejo.
 Entre um beijo e outro, vinha também as mordidinhas nos cantos dos lábios e queixo.
Depois a nuca, pescoço e ombro.
Dali em diante, ela se perdia no peito do macho e mordiscava seus mamilos.
 Ele endureceu. Teso e louco pediu que ela lhe sugasse. Ela disse então:

- Calma, moço. Eu dito o que fazer, é pegar ou largar...
- Certo, faça o que quiser.
- Sou boazinha, então, vou atender seu pedido...
 E assim, ela sugou o mastro, lambeu os testículos, mordiscou a virilha dele, e depois seguiu para mais abaixo...
 Nesse ponto, ele gemeu e disse que estava maravilhoso tudo aquilo.
 Ela respondeu mordendo o próprio lábio inferior, naquele jeitinho seu:

- Ainda não viu nada...
- Então me mostra.

A colecionadora se jogou sobre ele, e o cavalgou, enquanto mordia-lhe os braços, beijava as axilas e metia a língua suavemente em seus ouvidos.
 Ele gemia e pedia mais.
 Ela fazia. E gozou umas duas vezes em cima dele, num galope de égua no cio.
Depois saiu de cima, se virou ficando de quatro e pediu que ele a galopasse agora (mas, de camisinha, pois ela mesma tratou de colocar no homem).
Ele lambuzou o membro no gozo que descia dela, e enfiou primeiramente devagar, e depois aos comandos dela, ele  acelerava suas estocadas.
 Mar pediu:

- Quando gozar urra, quero que grite!
- É uma tara?
- Evidente!

E completou falando alto também, enquanto fazia expressão de mais um gozo chegando:
"HOMEM QUE GOZA GOSTOSO, TEM QUE DEMONSTRAR O QUANTO ESTÁ SATISFEITO..."

Não precisou mais nada, e ele urrou!

(continua)

 Fátima Abreu Fatuquinha