quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
SEGREDOS DA ALMA
Queria poder falar de coisas lindas hoje.
Mas, meu espírito não está para isso.
A sensação de impotência e fracasso, novamente 'ronda' meu espaço.
É triste não ter com quem compartilhar os sentimentos. Pois não estão interessados.
Mais triste ainda saber, que mesmo que quisessem ouvir, nem tudo poderia ser dito.
São segredos da alma.
Detalhes que só eu sei, e ninguém mais.
Um grão de areia no deserto ou uma estrela perdida entre milhões de outras.
Solidão.
Para quem eu diria algo?
Todos se acham juízes dos outros.
Diriam: Está assim por suas escolhas.
Nada mais certo!
Porém, nessas horas precisamos apenas que nos ouçam em silêncio.
A alma da pessoa, não quer críticas, pois já está fragilizada pelo sofrimento.
Quer sim, que a nuvem cinza se dissipe e se torne algo mais colorido.
Azul, de preferência.
Fátima Abreu
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
FOTOS DE HOJE 19/02/2014 - Poesia "FIGURA"
FIGURA
En la figura me condiciono.
En esta foto que tomé.
Son moldes, contornos de un rostro,
En la figura me condiciono.
En esta foto que tomé.
Son moldes, contornos de un rostro,
Poeta que transforma.
La escritura de la pluma de una edad temprana.
Sobre el papel, cuaderno.
Tuve que mostrarle ...
Sólo con la llegada de la tecnología informática,
Yo podría, una vez más ponerme en ...
El ama de casa ocupada,
Para el autor que lee,
En esta rueda de la vida,
Todos los días una sorpresa!
¿Quién sabía "Pingo de Gente"
Yo siempre estaba, hubiera publicado libros,
Aunque de manera independiente ...
Pero para mí,
Se llevó a cabo la niña mayor sueño
Ver mi nombre en la portada,
Y dirás: ¿Fue mi destino ...
La escritura de la pluma de una edad temprana.
Sobre el papel, cuaderno.
Tuve que mostrarle ...
Sólo con la llegada de la tecnología informática,
Yo podría, una vez más ponerme en ...
El ama de casa ocupada,
Para el autor que lee,
En esta rueda de la vida,
Todos los días una sorpresa!
¿Quién sabía "Pingo de Gente"
Yo siempre estaba, hubiera publicado libros,
Aunque de manera independiente ...
Pero para mí,
Se llevó a cabo la niña mayor sueño
Ver mi nombre en la portada,
Y dirás: ¿Fue mi destino ...
Fátima Abreu
FIGURE
In figure condiciono me.
In this photo I took.
Are molds, contours of a face,
The poet who transformed.
The pen writing from an early age.
On paper, notebook.
I had to show you ...
Only with the advent of computer technology,
I could once again turn me ...
The busy housewife,
To the author you read,
In this wheel of life,
Every day a surprise!
Who knew "Pingo de Gente"
I always was, would have published books,
Although an independent manner ...
But for me,
The biggest dream girl was conducted
See my name on the cover,
And say: Was it my fate ...
Fatima Abreu Fatuquinha
In figure condiciono me.
In this photo I took.
Are molds, contours of a face,
The poet who transformed.
The pen writing from an early age.
On paper, notebook.
I had to show you ...
Only with the advent of computer technology,
I could once again turn me ...
The busy housewife,
To the author you read,
In this wheel of life,
Every day a surprise!
Who knew "Pingo de Gente"
I always was, would have published books,
Although an independent manner ...
But for me,
The biggest dream girl was conducted
See my name on the cover,
And say: Was it my fate ...
Fatima Abreu Fatuquinha
Numa figura me condiciono.
Nessa foto que tirei.
São moldes, contornos de uma face,
Da poeta que me transformei.
A caneta escrevia desde a mais tenra idade.
Sobre o papel, no caderno.
Não tive como te mostrar...
Apenas com o advento da informática,
Pude mais uma vez me transformar...
Da dona de casa ocupada,
À autora que você lê,
Nessa roda da vida,
Cada dia uma surpresa!
Quem diria que a "Pingo de Gente"
Que sempre fui, teria livros publicados,
Ainda que de uma maneira independente...
Mas que para mim,
Foi realizado o maior sonho de menina,
Ver meu nome numa capa,
E dizer: Valeu a minha sina...
Fátima Abreu
Fatuquinha
************
FIGURA
Nella figura mi condiciono.
In questa foto che ho scattato.
Sono muffe, contorni di un volto,
Il poeta che ha trasformato.
La scrittura della penna dalla più tenera età.
Sulla carta, notebook.
Ho dovuto mostrare ...
Solo con l'avvento della tecnologia informatica,
Potrei ancora una volta mi girare ...
La casalinga occupato,
Per l'autore di leggere,
In questa ruota della vita,
Ogni giorno una sorpresa!
Chi sapeva "Pingo de Gente"
Ho sempre stato, avrei pubblicato libri,
Sebbene maniera indipendente ...
Ma per me,
Il più grande sogno ragazza è stata condotta
Vedere il mio nome sulla copertina,
E dire: Era il mio destino ...
Fatima Abreu Fatuquinha
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
DE 'BRAÇOS SEMPRE ABERTOS'...
Que todos vamos para o mesmo lugar. Não há ricos e pobres.
Não existem raças diferenciadas.
Não há deficientes e "perfeitinhos"...
O que há é a única verdade suprema: Todos somos feitos de uma centelha divina e cabe a nós fazermos jus de voltar a sermos. Como? Tentando primeiramente fazer o BEM.
Não existem raças diferenciadas.
Não há deficientes e "perfeitinhos"...
O que há é a única verdade suprema: Todos somos feitos de uma centelha divina e cabe a nós fazermos jus de voltar a sermos. Como? Tentando primeiramente fazer o BEM.
De que forma? Caridade, Fraternidade, Tolerância, Perdão. E as não menos importantes: Compreensão, Igualdade, promoção da PAZ e dos bons sentimentos.
Fiquei horrorizada com os episódios que assisti ontem na TV, sobre 2 casos de racismo.
Pelo amor de Deus! Nos dias de hoje, em pleno século XXI, ainda acontecer esse tipo de coisa!
Pelo amor de Deus! Nos dias de hoje, em pleno século XXI, ainda acontecer esse tipo de coisa!
Inadmissível...
Como as pessoas não se enxergam?
Vou falar sobre a que mais me chocou:
A australiana que escolheu viver no Brasil há 5 anos, aprendeu nossa língua (aliás, pelo que notei, até sem sotaque), e não percebeu em nenhum momento que aqui todos somos miscigenados? Então, porque veio morar exatamente em um país que existem misturas étnicas?
Vou falar sobre a que mais me chocou:
A australiana que escolheu viver no Brasil há 5 anos, aprendeu nossa língua (aliás, pelo que notei, até sem sotaque), e não percebeu em nenhum momento que aqui todos somos miscigenados? Então, porque veio morar exatamente em um país que existem misturas étnicas?
Santo PAI DO CÉU! Não viesse!
Em que ela pode ser melhor que qualquer um de nós; é feita de carne e osso, ou ouro maciço?
Tratou a manicure do salão de beleza, como se fosse um ser qualquer e não quis pagar o serviço, mesmo depois que trocou de manicure, porque disse que o salão estava cheio de gente da "cor ruim"...
Tratou a manicure do salão de beleza, como se fosse um ser qualquer e não quis pagar o serviço, mesmo depois que trocou de manicure, porque disse que o salão estava cheio de gente da "cor ruim"...
Se alguém não dissesse na reportagem, que era aquela mulher de rosto arredondado a tal australiana, eu pensaria que era alguma descendente de nordestinos, assim como eu.
Aliás, não tenho problema nenhum em dizer isso:
Aliás, não tenho problema nenhum em dizer isso:
Tenho raízes indígenas, pelo meu avô paterno, nordestinas, pela minha mãe, portuguesa pela minha avó paterna, uma raiz longe, mas ainda assim, holandesa...
Percebem? Nosso país foi feito pelos 3 elementos: Branco, negro e índio. Isso, sem contar ainda com os imigrantes que vieram de outras partes depois, como os árabes que escolheram o sul do país para morar e os chineses e japoneses que atualmente se espalharam.
Dois de meus netinhos, são mestiços de nipônicos e brasileiros. Acho a coisinha mais linda!
Imagine se o Brasil não tivesse recebido todos os povos que para aqui migraram: Seríamos um povo sem a cultura linda e vasta, que temos atualmente.
Como o nosso Cristo Redentor, estamos de braços abertos, mesmo para uma australiana que não sabe o que diz. Vai para o mesmo buraco um dia, que qualquer um de nós, como peões e reis na gaveta do jogo de xadrez.
FÁTIMA ABREU
MEUS NETINHOS, FILHOS DO MEU FILHO FELIPE PAULO.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
ENCONTRO CASUAL- CAPT 6
Duas semanas se passaram e Micaela, Mirthes e Corine, ficaram cada vez mais próximas. As funcionárias da grife, acharam isso um pouco estranho... Claro, inveja e comentários indiscretos, existem em toda parte do mundo.
Uma tarde, já totalmente integrada dos seus afazeres no atelier, Micaela finalmente ouviu seu celular tocar com uma chamada de Jordan.
Mirthes percebeu que ela aceitava um encontro na cafeteria (a mesma em que haviam se conhecido). Desta vez, do lado de dentro, com uma mesa já reservada por Jordan.
Depois de desligar o celular, timidamente Micaela olhou para sua chefe e disse:
_ É um rapaz que conheci no mesmo dia em que estive aqui, na primeira vez...
_ Ah, sim? Que interessante, mas não precisava me dizer, querida. Sua vida particular deve ser preservada. A menos que, queira partilhar comigo ou com Corine...
_ Sim, vocês tem sido como uma família para mim, nessas últimas duas semanas que estou aqui. Pagaram médico, deram local para morar, comer...até roupas e calçados novos, além dos acessórios e maquiagem!
Nunca tive atenção dessa maneira. Confesso até que fico sem jeito, são tão boas para mim. Não há nada demais em compartilhar um pouco da minha vida: Esse rapaz, Jordan, tem minha idade. É bonito, e pelo que percebi, bem posto na vida... Nos conhecemos numa cafeteria bem perto daqui, aquela muito frequentada, na esquina. Combinamos de nos reencontrar assim que ele tivesse um tempo livre. Parece que finalmente ele teve...
_ Isso é ótimo, Micaela. Dessa forma, pode se distrair um pouco. Porque está sempre cuidando do trabalho, e não a vejo sair com alguma companhia, nem aos fins de semana!
_ Sim, madame Mirthes. Eu sempre fui uma pessoa solitária. Tive pouquíssimas amizades na vida. Acho que se conta nos dedos de uma mão...
_ Ah, mas agora ponha nessa cabecinha que não é mais: Aqui tem Corine e eu; agora o Jordan...
_ É verdade, não sou mais uma solitária na vida!
_ Quem sabe, até namoram?
_ Não sei... Ele tem uma classe social melhor do que a minha. Acho que seremos bons amigos, disso tenho certeza, porque nos entendemos em pouco tempo. Parece até que ele já me conhecia... Nos afinamos tanto!
_ Hum, parece que de sua parte, existe um interesse maior do que amizade...
_ Confesso que ele me impressionou e que torci para que ele ligasse. Mas seria muito difícil, porque acho que ele quer ser apenas meu amigo.
_ Bem, o tempo dirá. Agora apronte-se para esse encontro, vá com uma de suas roupas novas, aproveite para ficar bem bonita, isso além do que já é...
_ Sim, obrigada pela força, madame Mirthes.
_ Posso te pedir para não me chamar assim, quando estamos somente eu, você e Corine? Apenas na frente das outras funcionárias, certo? Chame apenas de Mirthes.
_ Se prefere assim...
_ Sim, acho que Corine também!
Essa, que a tudo ouvia de sua mesa, fez que sim com a cabeça.
*************************************************
Jordan ainda não havia chegado ao Café.
Micaela sentou-se diretamente na mesa que estava reservada com seu nome e o dele, ficando à espera.
Ela estranhou como um britânico poderia se atrasar.
Cerca de 5 minutos depois que ela havia chegado, ele apontou na entrada da porta. Micaela virou-se para que Jordan a visse.
Ele então, dirigiu-se até onde ela estava sentada aguardando...
Desculpou-se pela pequena demora. Micaela riu e respondeu:
_ Estranhei um inglês se atrasar!
Ele disse também sorrindo:
_ Não sou inglês, deve ser por isso...
_ Não é? Pensei que fosse, com esse sotaque britânico! Onde nasceu então?
_ Nasci em Montmatre, na França, como você. Somos conterrâneos.
_ Por que não me disse antes?
_ Não quis atrapalhar seu relato, no dia em que nos conhecemos.
_ E como e quando veio para cá, me conte agora.
_ Ah, isso foi há muito tempo atrás, quando era apenas um bebê: Fui adotado por um casal que estava na França para uma férias. Visitaram o orfanato, gostaram de mim, me adotaram e sou feliz com eles.
Não poderiam ter pais melhores!
_ Sorte sua!
_ Sim, realmente... Pena que você não teve tanta assim, depois que ficou órfã...
_ Nem me fale! Mas agora as coisas estão melhores. Estou trabalhando numa famosa grife: Rêver de la Belle.
_ Conheço. Minha mãe compra sempre lá. Algumas vezes vou até lhe acompanhando...
_ Ah, sim? Que ótimo. Numa dessas idas, me procure: Farei questão de conhecê-la.
_ Ora, não precisa esperar por isso: Pode almoçar conosco no sábado, que tal? Convide também as madames Mirthes e Corine. Minha mãe gosta muito delas. Se conhecem pelo menos há uns 8, 9 anos...
_ Nossa, como esse mundo é pequeno! Hoje mesmo, falei sobre você com madame. Como não disse o sobrenome que estava no seu cartão, ela deve ter pensado que seria outro Jordan...
_ Certamente. Então, está combinado?
_ Sim, de minha parte irei. Vou convidá-las também.
_ Faça isso. Mamãe ficará contente coma a presença de todas. Agora vamos pedir? Conversamos e ainda não comemos e bebemos nada!
_ É verdade! Quero um café expresso com bolo inglês, torradas, queijo cremoso e geleia de morango. E você?
_ Engraçado... Vou pedir exatamente o mesmo, parece que leu meu pensamento!
********************
Aqui termina minha mostra desse conto. De agora em diante, se tornará meu novo livro.
Quem quiser continuar a ler, terá com certeza de comprar quando eu terminar de escrever.
Pretendo fazer pelo menos, mais 14 capts... Se a inspiração for boa!
Agradeço quem acompanhou até agora.
Beijinhos.
Fátima Abreu
Uma tarde, já totalmente integrada dos seus afazeres no atelier, Micaela finalmente ouviu seu celular tocar com uma chamada de Jordan.
Mirthes percebeu que ela aceitava um encontro na cafeteria (a mesma em que haviam se conhecido). Desta vez, do lado de dentro, com uma mesa já reservada por Jordan.
Depois de desligar o celular, timidamente Micaela olhou para sua chefe e disse:
_ É um rapaz que conheci no mesmo dia em que estive aqui, na primeira vez...
_ Ah, sim? Que interessante, mas não precisava me dizer, querida. Sua vida particular deve ser preservada. A menos que, queira partilhar comigo ou com Corine...
_ Sim, vocês tem sido como uma família para mim, nessas últimas duas semanas que estou aqui. Pagaram médico, deram local para morar, comer...até roupas e calçados novos, além dos acessórios e maquiagem!
Nunca tive atenção dessa maneira. Confesso até que fico sem jeito, são tão boas para mim. Não há nada demais em compartilhar um pouco da minha vida: Esse rapaz, Jordan, tem minha idade. É bonito, e pelo que percebi, bem posto na vida... Nos conhecemos numa cafeteria bem perto daqui, aquela muito frequentada, na esquina. Combinamos de nos reencontrar assim que ele tivesse um tempo livre. Parece que finalmente ele teve...
_ Isso é ótimo, Micaela. Dessa forma, pode se distrair um pouco. Porque está sempre cuidando do trabalho, e não a vejo sair com alguma companhia, nem aos fins de semana!
_ Sim, madame Mirthes. Eu sempre fui uma pessoa solitária. Tive pouquíssimas amizades na vida. Acho que se conta nos dedos de uma mão...
_ Ah, mas agora ponha nessa cabecinha que não é mais: Aqui tem Corine e eu; agora o Jordan...
_ É verdade, não sou mais uma solitária na vida!
_ Quem sabe, até namoram?
_ Não sei... Ele tem uma classe social melhor do que a minha. Acho que seremos bons amigos, disso tenho certeza, porque nos entendemos em pouco tempo. Parece até que ele já me conhecia... Nos afinamos tanto!
_ Hum, parece que de sua parte, existe um interesse maior do que amizade...
_ Confesso que ele me impressionou e que torci para que ele ligasse. Mas seria muito difícil, porque acho que ele quer ser apenas meu amigo.
_ Bem, o tempo dirá. Agora apronte-se para esse encontro, vá com uma de suas roupas novas, aproveite para ficar bem bonita, isso além do que já é...
_ Sim, obrigada pela força, madame Mirthes.
_ Posso te pedir para não me chamar assim, quando estamos somente eu, você e Corine? Apenas na frente das outras funcionárias, certo? Chame apenas de Mirthes.
_ Se prefere assim...
_ Sim, acho que Corine também!
Essa, que a tudo ouvia de sua mesa, fez que sim com a cabeça.
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Jordan ainda não havia chegado ao Café.
Micaela sentou-se diretamente na mesa que estava reservada com seu nome e o dele, ficando à espera.
Ela estranhou como um britânico poderia se atrasar.
Cerca de 5 minutos depois que ela havia chegado, ele apontou na entrada da porta. Micaela virou-se para que Jordan a visse.
Ele então, dirigiu-se até onde ela estava sentada aguardando...
Desculpou-se pela pequena demora. Micaela riu e respondeu:
_ Estranhei um inglês se atrasar!
Ele disse também sorrindo:
_ Não sou inglês, deve ser por isso...
_ Não é? Pensei que fosse, com esse sotaque britânico! Onde nasceu então?
_ Nasci em Montmatre, na França, como você. Somos conterrâneos.
_ Por que não me disse antes?
_ Não quis atrapalhar seu relato, no dia em que nos conhecemos.
_ E como e quando veio para cá, me conte agora.
_ Ah, isso foi há muito tempo atrás, quando era apenas um bebê: Fui adotado por um casal que estava na França para uma férias. Visitaram o orfanato, gostaram de mim, me adotaram e sou feliz com eles.
Não poderiam ter pais melhores!
_ Sorte sua!
_ Sim, realmente... Pena que você não teve tanta assim, depois que ficou órfã...
_ Nem me fale! Mas agora as coisas estão melhores. Estou trabalhando numa famosa grife: Rêver de la Belle.
_ Conheço. Minha mãe compra sempre lá. Algumas vezes vou até lhe acompanhando...
_ Ah, sim? Que ótimo. Numa dessas idas, me procure: Farei questão de conhecê-la.
_ Ora, não precisa esperar por isso: Pode almoçar conosco no sábado, que tal? Convide também as madames Mirthes e Corine. Minha mãe gosta muito delas. Se conhecem pelo menos há uns 8, 9 anos...
_ Nossa, como esse mundo é pequeno! Hoje mesmo, falei sobre você com madame. Como não disse o sobrenome que estava no seu cartão, ela deve ter pensado que seria outro Jordan...
_ Certamente. Então, está combinado?
_ Sim, de minha parte irei. Vou convidá-las também.
_ Faça isso. Mamãe ficará contente coma a presença de todas. Agora vamos pedir? Conversamos e ainda não comemos e bebemos nada!
_ É verdade! Quero um café expresso com bolo inglês, torradas, queijo cremoso e geleia de morango. E você?
_ Engraçado... Vou pedir exatamente o mesmo, parece que leu meu pensamento!
********************
Aqui termina minha mostra desse conto. De agora em diante, se tornará meu novo livro.
Quem quiser continuar a ler, terá com certeza de comprar quando eu terminar de escrever.
Pretendo fazer pelo menos, mais 14 capts... Se a inspiração for boa!
Agradeço quem acompanhou até agora.
Beijinhos.
Fátima Abreu

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Conselho 2
ASPIRAÇÕES...
NÃO, NEM TUDO QUE ASPIRAMOS CONSEGUIMOS! FIQUEMOS CERTOS DISSO.
ENTRETANTO, O SER HUMANO É PERSISTENTE!
ALGUMAS VEZES ATÉ CRIA EXPECTATIVAS QUE PODEM SER NÃO CORRESPONDIDAS.
EM OUTROS MOMENTOS, DÁ-SE POR VENCIDO.
NOVAMENTE LEVANTA, SACODE A POEIRA E DÁ A VOLTA POR CIMA
MELHOR É SEMPRE BUSCAR O EQUILÍBRIO: O MEIO TERMO EM TUDO...
NÃO ACHE QUE VAI MELHORAR DE VIDA RAPIDAMENTE:
ISSO SÓ ACONTECE EM FILMES, NOVELAS DE TV E NOS LIVROS!
TAMPOUCO SE DÊ POR UMA PESSOA DERROTADA.
O AMANHÃ NOS RESERVA AQUILO QUE REALMENTE MERECERMOS.
TENHA EM MENTE A DETERMINAÇÃO, O ESFORÇO PARA BUSCAR COISAS NOVAS QUE CONTRIBUAM PARA O MELHOR DE SI, ALÉM DA ESPERANÇA.
ESSA, NUNCA DEVE MORRER.
UM SER HUMANO SEM ESPERANÇA, É UM VASO SEM FLORES.
FÁTIMA ABREU
EM RESPOSTA A PERGUNTA:
" Por que nada dá certo comigo, amiga?"
ENCONTRO CASUAL- CAPT 5

Micaela voltava para o atelier de Mirthes com suas coisas, mas antes, dera uma passada na cafeteria onde encontrara Jordan. Quem sabe encontraria aquele rapaz por ali novamente?
Certo, haviam combinado de se encontrarem para um bate papo na semana seguinte, quando Jordan estaria mais 'folgado' de suas atividades...
Foi quando Micaela percebeu que falara de si o tempo todo e nada sabia direito sobre ele... Que atividades seriam essas, afinal?
Pegou um café para "viagem" naqueles copos que achava horrorosos de isopor, mas que o mantinham bem quentinho, e seguiu em frente, afinal Jordan não estava ali...
Teria de esperar mesmo por um telefonema marcando...
Quando entrou na loja novamente, Corine estava conversando com Mirthes e ao vê-la, as duas irmãs calaram-se por um momento. Deu para notar que estavam falando dela. O que seria óbvio, dadas as circunstâncias de uma novata ir morar no atelier da cobertura!
Corine, fez sinal para que Micaela se aproximasse.
Meio timidamente (em relação às outras funcionárias), ela foi até onde as novas patroas estavam.
Mirthes pegou sua mão e pediu para a gerente que estava perto, marcasse no final do expediente, uma reunião bem rápida no salão principal, onde aconteciam os desfiles da loja, para a apresentação da PROMOTER Micaela Carmello, francesa descendente de espanhóis.
Lilly, a gerente, fez que sim com a cabeça.
As duas irmãs então, acompanhadas por Micaela, subiram para a cobertura. Ali ficariam até o fim do horário de atendimento ao público.
A essas alturas, é claro que Mirthes havia contado tudo que descobrira sobre Micaela para Corine.
Que de certa forma, ficou contente em saber que também estava certa, quando viu algo que lembrava a irmã, na novata...
Conversavam animadas e Micaela estranhou aquela receptividade toda: Nunca antes havia recebido tanta atenção em um emprego!
Quando Mirthes finalmente lhe disse quanto ela iria receber, foi um susto total!
O copo de café que ainda estava em sua mão, caiu de imediato no chão.
Ficou embaraçada, não sabia o que dizer.
Corine riu e lhe disse:
_ Bem se vê que não está acostumada a um bom salário, Micaela!
_ Não madame. Nunca recebi uma quantia semelhante.
Foi a vez de Mirthes falar:
_Conte sobre você: O que a levou a vir para Londres e deixar Montmatre?
_ Bem, senhora... Tive que fugir da França, para não ser levada para um orfanato, depois da morte de meus pais em um acidente de carro... Tinha 15 anos e foi muito difícil até hoje para mim. Eles me fazem falta... Tratavam-me como uma princesa! Já o mundo aí fora não: É cruel. Fui violentada aos 17 anos, por um dos filhos dos meus patrões. Depois, com pena, deram-me dinheiro para ir embora. Vim então para Londres. Aqui, fiquei em empregos temporários e essa é toda minha história.
Mirthes não pode deixar de ficar emocionada com o relato da filha. Ficou satisfeita de saber que pelo menos enquanto o casal era vivo, cuidou muito bem de Micaela. Sua escolha então fora acertada.
Corine que era mais emotiva, deixou cair algumas lágrimas...
Pensava também no sobrinho que deixara no orfanato: Será que teve melhor sorte que Micaela, ou pior?
Micaela ao notar que Corine estava muito sensibilizada, disse:
_ Madame, não precisa ficar assim... Minha vida é como de tantas pessoas que ficam órfãs muito cedo. Eu mesma repeti isso várias vezes! Sim, para me conformar quando comia apenas uma vez por dia, depois que cheguei a Londres...
Ao ouvir isso, Mirthes desmoronou. Só de pensar que ela poderia estar fraca, anêmica ou coisa pior, porque comia apenas uma vez ao dia, a sua consciência doeu. Ela agora cercada de luxo, comendo em bons cafés e restaurantes e a filha até aquele dia, nessa situação! Era imperdoável. Faria de tudo para compensar o tempo perdido: A começar para lhe mandar ao médico e fazer todos os exames básicos. Claro, tudo seria 'por conta' da grife.
(continua)
Fátima Abreu
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
ENCONTRO CASUAL- CAPT 4
Na sala para onde Micaela seguia a mando de Corine, uma lembrança passava na cabeça da mãe que ela não conhecia...
Mirthes fechou os olhos e relembrou uma imagem do passado distante:
Estava em Montmatre, ainda na França, seis anos de idade.
Mostrando para o artista que expunha seus trabalhos nas ruas da cidade, seus rabiscos infantis, mas que mostravam seu talento para os desenhos...

Ela agora olhava ao seu redor e via o quanto tinha progredido:
Uma atelier para suas criações, uma cadeia de lojas de sua grife: Rêver de la Belle.
Sim, agradecia também a ajuda de Corine, pois se não fosse por ela, nada disso seria possível!
Perdida nos pensamentos foi chamada ao presente, pela batida na porta.
_ Entre!
Micaela pediu licença e apresentou-se à Mirthes:
_ Olá, sou Micaela. A senhora Corine, disse para que eu me apresentasse aqui, Madame Mirthes.
_ Sente-se Micaela. Bem, bem... Parece-me familiar... Eu a conheci antes? Em algum de nossos desfiles, esteve presente?
_ Não, imagine, senhora! Eu até aqui, só vivi de empregos temporários e nunca fui modelo.
_ Engraçado... parece que te conheço, é uma sensação estranha! De onde vem?
_ Venho de Montmatre, na França. Preferi morar aqui na Inglaterra, desde que fiquei órfã, ainda adolescente.
_ Então devo ter te visto por lá, pois também sou dessa cidade! Quantos anos tem?
_ Tenho 21anos, na verdade, quase 22. Faço em maio.
Mirthes, olhou com mais atenção para Micaela e apenas em um momento, reconheceu-se naquele rosto...
Sim, era ela: A filha que ela havia doado para o casal que perdera a menina!
_ Como se chamavam seus pais, Micaela?
_ O nome deles está na ficha no DP, senhora. Pois consta em minha identidade.
_ Quero ouvir de você.
_ Valentín e Moira Carmello. Eram espanhóis, que migraram para a França.
Era a confirmação de que Mirthes precisava... Era esse mesmo casal.
Estava diante de sua filha! Depois de tantos anos, um encontro casual as aproximava novamente!
Não podia dizer-lhe por certo. O casal disse-lhe ao receber de braços abertos a bebezinha, que nunca contariam que era adotiva. Pediram também para que Mirthes nunca a procurasse, mesmo morando na cidade.
Assim ela fizera, pois também lhe convinha não saber o que acontecia... A vida já era bem difícil trocando de emprego a todo momento! Quanto ao filho, nunca soube absolutamente nada. Deveria ter sido adotado por algum casal mesmo, estava bem, com certeza...
Mirthes tentou disfarçar o estranho sentimento que tudo isso lhe causava... Disse então para Micaela:
_ Seja muito bem vinda ao nosso local de trabalho, Micaela! Hoje mesmo darei todas as instruções para que comece e saiba que terá um bom salário. Outra coisa: Onde mora?
_ Bem perto, senhora. Não se preocupe, serei sempre pontual, como todos aqui em Londres.
_ Quero saber se é um apartamento, casa...
_ Até que seria bom... Não, madame: Moro de aluguel em um quartinho com banheiro.
_ Não. De agora em diante mude-se para meu atelier. Aqui você terá tudo que precisar.
_ Mas senhora, isso é um pouco incomum, não acha? O que dirão as outras funcionárias? Uma novata morando aqui no seu atelier... Na cobertura do prédio!
_ Quem manda sou eu. Elas não tem que ter opinião sobre isso. Para todos os efeitos, não gerar inveja e comentários que cheguem aos seus ouvidos, quando perguntada, diga que é uma promoter da França. Estará tudo bem. Não será estranho então.
_ A recepcionista sabe que eu queria a vaga de balconista... Ela pode comentar sobre isso.
_ Não se preocupe com Gertrudes. Ela é discretíssima! A chamarei até aqui e pronto!
_ Bem, se é assim, aceito sua proposta e mudo para cá com minhas poucas coisas: Não dão mais do que duas malas.
_ Faça isso ainda hoje. Quero que depois do almoço, vá buscar suas coisas. Vou apresentá-la para toda nossa equipe.
_ Aqui tem algum refeitório para almoçar?
_ Claro, menina! Acabei de dizer que aqui terá tudo que precisa! Também as refeições, não se preocupe. Além do mais, aqui na cobertura, tem frigobar com sucos, água... sempre tem um vinhozinho também e micro ondas, se quiser fazer uma refeição de noite, quando a cozinha do segundo andar estiver fechada.
Agora venha, vou te mostrar pessoalmente todo o resto do nosso prédio.
Dentro de si, Mirthes pensou que aquele "nosso" soava como estar apresentando para Micaela o que lhe era de direito...
(continua)
Fátima Abreu
sábado, 8 de fevereiro de 2014
ENCONTRO CASUAL -CAPT 3
Acontecera havia tanto tempo... Mirthes também relembrava quando entregou a menina recém nascida, ao casal que havia perdido a única filha, em acidente trágico: A menina de então 9 anos, atravessava a rua distraidamente, lendo uma revistinha em quadrinhos, quando aquele ônibus sem freios a pegou.
Foi com alegria que receberam a bebezinha, no lar, acreditando que Deus havia lhes dado novamente a mesma menina perdida, uma ano antes: Eram franceses espiritualistas e acreditavam na reencarnação.
Até os olhos e a testinha da criança relembravam a filha! Resolveram então dar-lhe o mesmo nome da falecida, passando a bebezinha a ser chamada de Micaela.
O destino se escreve sozinho, e puderam acompanhar a nova filha até os 15 anos. Entretanto, um acidente de carro, pois fim à felicidade que havia encontrado com Micaela. Numa estrada, que estava coberta por neve, o carro deslizou e bateu numa árvore. O casal morreu na hora, mas Micaela que estava no banco de trás, conseguiu sobreviver, saindo do acidente com pequenas escoriações apenas.
Agora era uma filha que ficava sem os pais. Depois que saiu do Hospital, pegou suas coisas, entregou a casa ao senhorio e foi embora pedindo carona pela rodovia. Seu objetivo era ir para bem longe para que ninguém viesse procurá-la para colocar numa instituição até a maioridade. Ouvira falar que as meninas sofriam abusos de funcionários, no orfanato de sua cidade. Não estaria disposta a isso: Preferia correr mundo, do que ser violentada!
E essa era a verdadeira história de Micaela.
Mirthes não desconfiava o tanto que sua filha já havia passado nos últimos anos. Trabalhando em casas de família como arrumadeira, Micaela lutava para sobreviver e depois, já adulta, em empregos temporários que só garantiam uma refeição por dia...
O filho, dera mais sorte, mas também disso, Mirthes não sabia...
Duas vidas que tomaram rumos diferentes!
Agora, um encontro casual os colocara frente a frente...
Mas, os gêmeos não desconfiavam de seu parentesco tão próximo. Muitas coisas teriam que acontecer antes disso ser descoberto...
Apenas duas pessoas poderiam descortinar a verdade: Mirthes e sua irmã Corine.
Nesses anos, tornaram-se sócias.
Depois de muito bater a cabeça, em empregos onde não chegava a lugar algum, Mirthes pediu ajuda de Corine.
Com a irmã custeando, fizera um curso de figurinista, e começou a produzir as peças que criava, pois Mirthes costurava bem e Corine bordava também, desde quando eram crianças.
Juntas, alugaram uma pequena loja. Foi o começo de um grande sucesso. Atualmente estavam com 3 filiais de sua grife.
************************

Uma moça de cabelos pintados um pouco manchados com restos da tinta anterior, entrou na loja e mostrou o jornal, dizendo estar interessada no emprego de balconista.
Durante os meses de novembro e dezembro, contratavam mais pessoas, por causa das festas de fim de ano. Eram pelo menos 2 meses garantidos de sobrevivência para Micaela! Se fosse bem, quem sabe poderiam efetivá-la? Acontecia isso quando uma novata se destacava, ela sabia...
A recepcionista a levou ao Departamento Pessoal, onde seria entrevistada.
Corine estava lá. Apertaram as mãos. Corine pediu que se sentasse.
Apresentou-se como uma das sócias.
Ela então, lhe deu uma folha para que preenchesse: Continha perguntas a serem respondidas e dados pessoais.
A entrevista era apenas isso: Responder ao questionário e colher informações.
Micaela nunca tinha visto tal procedimento, mas, limitou-se a pegar o papel e escrever tudo que ali se pedia...
Corine a observava. Notou um suor pelo seu rosto, revelando ansiedade.
Acabando de responder, Micaela entregou o papel de volta para Corine, que leu cada linha muito atenta.
Olhou de volta, bem nos olhos da moça e disse:
_ Bem, está tudo certo. Não há nada que eu discorde nas suas respostas; sua lista de empregos anteriores, mostra que é bem versátil e que pode trabalhar em vários departamentos.
_ Isso quer dizer que estou contratada, senhora? Posso começar hoje mesmo?
_ Sim, está. Agora apenas deixe seus documentos no DP. Em seguida, vá apresentar-se também a minha irmã, Mirthes, para que ela lhe dê instruções, pois sei que não vai querer-lhe como apenas uma balconista: Você é bonita pode ser útil como uma apresentadora de nossas peças.
_ Modelo?
_ Não é isso... É a pessoa que apresenta as coleções, quando há os desfiles e também divulga nas revistas de moda e afins. Vamos dizer que seja uma 'secretária' para serviços extras.
_ Ah, sim... Bem, então vou fazer o que me mandou já! Obrigada pela chance, madame Corine.
_ Não tem que agradecer. Faça bem seu novo trabalho, estarei observando. Se der bons frutos, poderei dar-lhe um cargo fixo.
Micaela sorriu ao ouvir isso e apertou mais uma vez a mão estendida.
Corine a observou enquanto fechava a porta.
Pensou então:
" Essa moça me lembra Mirthes, não sei se por ter passado por vários empregos, ou algo mais..."
Voltou ao trabalho. Observaria a novata e com certeza, com o tempo descobriria o que lhe causava aquela sensação...
(continua)
FÁTIMA ABREU
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
SURREAL
E quando ele olhou para o quadro, na parede revestida de papel listrado em tons cinza e cor de rosa, ficou assustado:
Rapidamente teve que esfregar os olhos, pois não acreditava!
A menina Susanne, ali retratada, soltava-se do quadro: Arrumava a toalha de organdi também cor de rosa, sobre o aparador de mármore.
Cuidava para que o vaso com flores não se quebrasse...
Tampouco que as rosas murchassem.
Ele então percebia, que "HÁ MUITO MAIS ENTRE O CÉU E A TERRA, QUE NOSSA VÃ FILOSOFIA"!
FÁTIMA ABREU
domingo, 2 de fevereiro de 2014
ENCONTRO CASUAL- CAPT 2
A conversa continuou. Micaela e Jordan não percebiam o tempo passar. Trocaram então cartões de apresentação.
Ficou uma promessa no ar de um novo encontro, desta vez seria marcado por telefone.
Jordan pagou a conta, mesmo Micaela dizendo que não precisava. Ele leu em seus olhos a necessidade que a moça passava...
Há coisas que não precisam ser ditas, basta uma olhada a mais do observador para serem notadas.
Despediram-se. Cada um seguiu seu caminho naquela tarde. Mas, o pensamento de que aquele 'encontro casual' era obra de alguma força maior, passou por suas mentes...
**************
No passado...

Mirthes dava a luz a um casalzinho de gêmeos. Uma cabana no meio da floresta, foi o palco do nascimento. Apenas um instante de felicidade para Mirthes:
Roger seu esposo, havia morrido dias antes dos filhos nascerem. Viúva e chorosa, ela só teve a companhia de sua irmã Corine, nos últimos dias da gestação.
Corine fizera o parto. E também cuidou da irmã deprimida e dos sobrinhos recém nascidos.
Mas, Mirthes aumentava visivelmente sua depressão. Corine, percebendo isso, disse-lhe certa noite ao embalar o gêmeos no berço:
_ Irmã, você não tem melhorado em nada. Ademais, os bebês precisam de carinho e atenção. Isso você infelizmente não tem dado... Não seria melhor ficar apenas com um deles e doar para uma família que queira um filho, o outro?
_ Sabe Corine, eu já havia pensado nisso. Estava amadurecendo a ideia... Mas se tiver que doar, farei com os dois. Não é justo que dê carinho a apenas um deles. Então, para que nunca se encontrem, você leva o menino para onde quiser: um orfanato, casa de família... A menina, eu me encarrego, pois sei quem vai querê-la: Um casal que perdeu sua única filha no ano passado.Ouvi dizer que estavam pensando em adotar. Farei então a proposta.
_ Está certo. Levarei o pequeno quando você achar melhor. Deixarei no orfanato da cidade. Lá vão se encarregar de lhe dar uma boa família, com certeza.
_ Na semana que vem.
_ Já? Não quer ficar mais um pouco com eles?
_ Quanto mais cedo melhor. Pois não quero correr o risco de me afeiçoar aos bebês.
_ Sim, essa decisão é sua. Então farei isso na próxima semana. Agora vamos banhar as crianças...
*************
O orfanato era totalmente discreto: Havia ainda o sistema da 'RODA', para que doassem as crianças sem saberem de quem e de onde provinham.
A RODA, ficava do lado de fora, com uma saída/entrada para dentro do orfanato, por uma portinhola.
Uma pessoa trazia a criança, depositava em uma das partes acolchoadas e girava a roda para que ela entrasse no orfanato. E assim, alguém do lado de dentro, recebia a criança e a levava para a direção, onde era feito um registro de chegada.
Foi dessa forma que Jordan chegou ali. Numa fria manhã do comecinho do inverno...
Coberto por mantas e apenas um bilhetinho preso, com os dizeres:
"CUIDEM DE MEU SOBRINHO".
Com lágrimas nos olhos, Corine saiu, perguntando dentro de si, se agira bem, quando deu força para que a irmã tomasse essa decisão... Era necessário, repetia para si mesma.
Afinal, Mirthes estava desequilibrada, e poderia por em risco a segurança dos pequenos, quando Corine voltasse para casa e a deixasse sozinha com os gêmeos.
Além disso, Mirthes não poderia sustentá-los, pois nem a ela mesma saberia como fazer de início, já que era o falecido marido que trazia o 'pão de cada dia' para casa...
Agora, teria que deixar passar o resguardo e depois sairia procurando um emprego. Pegaria qualquer coisa, estava decidida! Tomou um gole de café, abriu o jornal e começou a procurar...

(continua)
Fátima Abreu
Ficou uma promessa no ar de um novo encontro, desta vez seria marcado por telefone.
Jordan pagou a conta, mesmo Micaela dizendo que não precisava. Ele leu em seus olhos a necessidade que a moça passava...
Há coisas que não precisam ser ditas, basta uma olhada a mais do observador para serem notadas.
Despediram-se. Cada um seguiu seu caminho naquela tarde. Mas, o pensamento de que aquele 'encontro casual' era obra de alguma força maior, passou por suas mentes...
**************
No passado...

Mirthes dava a luz a um casalzinho de gêmeos. Uma cabana no meio da floresta, foi o palco do nascimento. Apenas um instante de felicidade para Mirthes:
Roger seu esposo, havia morrido dias antes dos filhos nascerem. Viúva e chorosa, ela só teve a companhia de sua irmã Corine, nos últimos dias da gestação.
Corine fizera o parto. E também cuidou da irmã deprimida e dos sobrinhos recém nascidos.
Mas, Mirthes aumentava visivelmente sua depressão. Corine, percebendo isso, disse-lhe certa noite ao embalar o gêmeos no berço:
_ Irmã, você não tem melhorado em nada. Ademais, os bebês precisam de carinho e atenção. Isso você infelizmente não tem dado... Não seria melhor ficar apenas com um deles e doar para uma família que queira um filho, o outro?
_ Sabe Corine, eu já havia pensado nisso. Estava amadurecendo a ideia... Mas se tiver que doar, farei com os dois. Não é justo que dê carinho a apenas um deles. Então, para que nunca se encontrem, você leva o menino para onde quiser: um orfanato, casa de família... A menina, eu me encarrego, pois sei quem vai querê-la: Um casal que perdeu sua única filha no ano passado.Ouvi dizer que estavam pensando em adotar. Farei então a proposta.
_ Está certo. Levarei o pequeno quando você achar melhor. Deixarei no orfanato da cidade. Lá vão se encarregar de lhe dar uma boa família, com certeza.
_ Na semana que vem.
_ Já? Não quer ficar mais um pouco com eles?
_ Quanto mais cedo melhor. Pois não quero correr o risco de me afeiçoar aos bebês.
_ Sim, essa decisão é sua. Então farei isso na próxima semana. Agora vamos banhar as crianças...
*************
O orfanato era totalmente discreto: Havia ainda o sistema da 'RODA', para que doassem as crianças sem saberem de quem e de onde provinham.
A RODA, ficava do lado de fora, com uma saída/entrada para dentro do orfanato, por uma portinhola.
Uma pessoa trazia a criança, depositava em uma das partes acolchoadas e girava a roda para que ela entrasse no orfanato. E assim, alguém do lado de dentro, recebia a criança e a levava para a direção, onde era feito um registro de chegada.
Foi dessa forma que Jordan chegou ali. Numa fria manhã do comecinho do inverno...
Coberto por mantas e apenas um bilhetinho preso, com os dizeres:
"CUIDEM DE MEU SOBRINHO".
Com lágrimas nos olhos, Corine saiu, perguntando dentro de si, se agira bem, quando deu força para que a irmã tomasse essa decisão... Era necessário, repetia para si mesma.
Afinal, Mirthes estava desequilibrada, e poderia por em risco a segurança dos pequenos, quando Corine voltasse para casa e a deixasse sozinha com os gêmeos.
Além disso, Mirthes não poderia sustentá-los, pois nem a ela mesma saberia como fazer de início, já que era o falecido marido que trazia o 'pão de cada dia' para casa...
Agora, teria que deixar passar o resguardo e depois sairia procurando um emprego. Pegaria qualquer coisa, estava decidida! Tomou um gole de café, abriu o jornal e começou a procurar...

(continua)
Fátima Abreu
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Encontro Casual
Um encontro casual.
Foi o que aconteceu.
Bem, isso, se acaso existe...
Micaela e Jordan. Duas pessoas com os mesmos ideais. Classes sociais diferentes.
Embora Micaela disfarçasse muito bem sua condição financeira.
Alugava um terninho quando precisava. Os sapatos comprava em um saldão de loja. A maquiagem, em lojas baratas de periferia, onde vendiam produtos MADE IN CHINA.
As bolsas em brechós de primeira, onde poderia comprar semi novas, às vezes sem uso nenhum:
Estavam ali só por um defeitinho de fábrica, que Micaela disfarçava bem com um lencinho amarrado na bolsa.
Dessa forma, levava a vida com seus apertos. Mas, sempre conseguia um emprego, mesmo que temporário.
Cada vez que conseguia empregar-se, mudava o tom da cor de cabelo. Por que fazia isso?
Nem ela sabia! Talvez achasse que daria sorte e que ficaria empregada por mais tempo...
Jordan era um francês que morou quase toda a vida na Inglaterra, pois fora adotado desde seus 2 anos de idade, por uma bom casal que não podia ter filhos. Em visita à França, resolveram ir até um orfanato.
E lá, apaixonaram-se de imediato pelo menino magrinho de cabelos castanhos, com incríveis olhos atentos ao redor, que continham um verde quase translúcido.
Nada faltou para si em toda vida.
Já para Micaela tudo era mais difícil!
Teve que trabalhar desde muito cedo em casas de família abastadas. Era uma arrumadeira aos 15 anos, que um dia sonhou com grandes coisas para si...
Quando estava com 17 anos, o filho do meio dos patrões, um dia a violentou. Ela foi se queixar aos pais do jovem, que apenas olharam para ela com um tom de pena, e deram-lhe uma boa quantia para que tentasse a vida em algum outro lugar. Advertiram que caso ela ficasse grávida, que lhes dissesse, pois tomariam as devidas providências...
Isso para eles significava uma única coisa: Um aborto!
Não, Micaela felizmente não engravidou.
Claro que ela não gostaria de estar se sentindo "silenciada", mas nas suas condições de órfã, e sozinha no mundo, teria que aceitar aquele dinheiro que lhe ofereciam...
Com a quantia que tinha nas mãos, viajou para a Inglaterra.
Lá alugou um quartinho com banheiro na periferia.
Comer? Quando desse! Em algum local que tivesse pelo menos café e torradas com geleia de frutas.
Já estava há quase 4 anos dessa forma.
Foi quando chegou em um Café (para sua parca refeição do almoço), e ao seu lado sentou-se Jordan.
O Café estava lotado, e havendo apenas um lugar disponível ao lado de Micaela, perguntou se ela não se importava que ficasse ali:
_ Incomodo se sentar aqui?
_ Imagine! o Café está lotado. Pode ficar à vontade. Não gosto mesmo de sentar sozinha para comer...
Já faço isso todos os dias. Sempre bom ter com quem falar, para sair da rotina, não acha?
_ Bem, eu falo com muitas pessoas todos os dias. Pelo jeito, você não...
_ Sim, é isso. Sou uma solitária. Fiquei órfã muito cedo, e tive de me 'virar' para não ir parar numa instituição para menores.
_ E como foi isso?
Ela então começou a falar sobre uma vida que não era a sua, uma fantasia que havia criado, para esquecer tudo:
_ Quando meus pais morreram em um acidente de carro, o juiz deixou minha tutela com meu tio avô. Mas ele morreu seis meses depois. Eu fugi logo depois do enterro: As colegas do colégio ali presentes, disseram que me poriam em um orfanato até a maioridade.
Eu arrumei uma pequena mochila para disfarçar e saí andando pela estrada. Um casal viu e quis me levar para um posto policial, eu então disse que se me deixassem em casa da minha prima perto do Canal da Mancha estaria tudo certo, pois ela já me esperava.
Visivelmente, não acreditaram muito. Porém, acharam melhor fazer o que eu pedia.
Se eu tinha para onde ir, era melhor!
Assim eles me deixaram bem pertinho do canal.
Logo, fui até a casa da prima e contei-lhe tudo.
Ela ficou bem chateada por eu ter fugido, pois era mais fácil eu tê-la avisado, para que tomasse as providências.
Assim, fiquei com minha prima, que era pelo menos dez anos mais velha que eu, tinha emprego fixo e sem filhos. Fizemos companhia uma a outra... Até que um ataque cardíaco a matou. Fiquei sozinha, novamente...
Jordan escutou e refletiu como seu mundo era diferente daquela moça ao seu lado...
Perguntou então:
_ Tem emprego?
_ Bem, sou 'free'. Quando surge um, eu pego. Com toda essa crise na Europa está difícil para todos...
_ Estamos conversando e não sei seu nome ainda... O meu é Jordan.
_ Ah, é mesmo! Sou Micaela.
Apertaram as mãos. O que poderia dar em um futuro romance, era muito mais que isso:
O destino havia traçado sua teia...
(continua)
Fátima Abreu
sábado, 25 de janeiro de 2014
Sonhos? Acho que não. Apenas minha essência: ESCRITA
Sonhos? Acho que não. Apenas minha essência: ESCRITA
Sonhava, no passado. Já não sonho tanto assim.
Li hoje em uma dessas imagens que postam e compartilham que viver sem sonhar não é viver...
Bem, se é assim já estou em um hospital!
Tanto já passei nessa vida, que não tenho mais esse costume de sonhar.
Somente aqueles que vem de noite, ao adormecer... Isso não conta, pois são outros sonhos.
Queria que permitissem já que me leem, de expor minhas ideias para que compreendam o porque de não mais sonhar:
Nada consegui nessa vida. Como tantos outros! Perdi o restante da minha adolescência cuidando de casa e filhos: Ganhei experiência como dona de casa, porém o que isso me adiantou? Talvez para os modelos antiquados de mulher, isso fosse até louvável! Atualmente não.
Até hoje, me jogam na cara (sem perceberem que isso me magoa profundamente) que não me formei em nada, embora tenha ingressado numa faculdade, que por motivos vários, a deixei para trás, (até porque, fui forçada a entrar numa disciplina que nada tinha com minhas aspirações e talentos... somente para agradar o marido). Mas será que alguém algum dia se pôs no meu lugar? Saber o que eu realmente queria fazer da minha vida? Não podia trabalhar fora de casa com 3 filhos e marido doente por mais de 10 anos. Não podia fazer as coisas com que sonhava...
A minha escolha seria jogar tudo para o alto e sair de casa? Esquecer todas as minhas responsabilidades: filhos e marido doente?
Sair numa aventura pelo mundo sem destino certo?
Não, eu sempre fui muito responsável. Jamais faria da minha felicidade a desgraça de outros.
Entretanto, no decorrer desses anos, vi pelo menos 2 pessoas agirem dessa forma: Chutaram tudo para o alto e foram embora, largando filhos e marido ao "Deus Dará". Não as julgo. Fizeram o que seu coração ou mente mandavam fazer.
Por esse motivo, acho que não deveriam ter me julgado por eu deixar de ter me formado: Tive como disse, inúmeros motivos para não seguir com uma coisa que só me fazia mal: Sim, porque eu não gostei da vida dupla de dona de casa e universitária.
Eu nunca consegui fazer duas coisas ao mesmo tempo na minha vida, fosse o que fosse (nas menores coisas) porque uma ou outra, sairia errada. Foi isso no que deu.
Ninguém nunca chegou com carinho para me ouvir e saber a verdade! Só sabia acusar: você não se formou!
Será que um canudo de papel emoldurado, é tão importante para você ser aceito na sociedade? Até no seio da sua família ( e pessoas amigas)que por anos sempre disseram a mesma coisa?
Para mim, o talento é mais importante que se eu tivesse cursado Letras numa faculdade!
Depois que fiquei viúva em 2008, de novo a pergunta:
E agora, você não quer fazer uma faculdade?
Pensei então:
Ai, meu Deus! Será que nunca vão entender?
Novamente uns 1001 motivos para não fazer, mas ninguém via!
PARECE QUE TUDO QUE IMPORTA É AQUELE MALDITO CANUDO NA PAREDE!
Ninguém se importava comigo e sim com o meu grau de escolaridade: terceiro grau incompleto.
Como o ser humano é falho, meu Deus!
As conveniências de uma sociedade é que importam: Mais do que a saúde da pessoa e seus sentimentos.
Ora, ninguém paga um plano de saúde para mim, nem minhas contas! Quem são eles para me julgarem?
Sempre tive a saúde fraca. Se dependesse de SUS, estaria morta. Pago cada consulta, cada exame que faço. Além de ter que me deslocar para outro município para isso, porque aqui onde moro, tudo é o dobro do que na cidade vizinha. E as passagens, ninguém lembra disso?
Sim, meu pouco dinheiro de pensão vai nessas coisas, fora as contas do aluguel, luz, internet, TV a cabo (aqui não pega sinal comum, ainda tenho mais essa despesa), crediários, alimentação e farmácia.
Ah, mas agora você não tem marido doente, não poderia trabalhar fora?
Ai, meu Deus (de novo)!
Se eu sou uma criatura que vivo a poder de remédio, devido a tudo que eu tenho, além disso, preciso de alguém que vá comigo a todos os lugares, porque não posso sair sozinha (devido ao lapsos de memória), como poderia trabalhar fora de casa?
Nisso ninguém atina também!
Bem, o que me resta? Trabalhar aqui no meu PC, fazendo aquilo que eu realmente nasci para fazer: Escrever!
Agora chegamos onde eu queria...
Para ser uma autora tem que se ter talento nato! Não adianta uma formanda em Letras escrever um livro com todas as palavras perfeitamente corretas sem ter uma ideia original, um conteúdo que segure o leitor do inicio até o fim. Lançar um livro, qualquer um pode hoje em dia: Basta pagar para isso e tirar o ISBN da obra. O que mais as editoras querem é receber pedidos de tiragem independentes!
CANSO DE RECEBER ESSAS PROPOSTAS, TODOS OS DIAS EM MEUS E-MAILS...
Não.
A verdadeira essência da escrita vem de dentro do ser: está na alma. Não em um diploma lindamente enquadrado em dourado.
Que me perdoem todos os que são formados:
MAS VEJO CADA ERRO GROTESCO DE PORTUGUÊS, TODOS OS DIAS NO FACEBOOK! PESSOAS QUE COLOCAM EM SUA LINHA DO TEMPO:
FORMAÇÃO EM PEDAGOGIA OU LETRAS...
Sou mais eu, que não tenho esse tipo de formação então!
Bem, claro que não são todos.
Porém, posso dizer que são muitos.
De qualquer forma, isso foi um grande desabafo!
E que aqueles que lerem, novamente pensem ante de me perguntar qualquer coisa sobre trabalho fora de casa ou universidade. Isso fica para minhas filhas Izabel e Catarina, pois nasceram para tal coisa. Eu não.
E estou bem comigo mesma dessa forma, respeitem isso, por favor.
Não nutro sonhos. Eles se foram quando minhas dores foram aumentando no decorrer desses anos.
Para mim, se existe algum ainda, é que depois de minha morte ( porque no Brasil é assim), ainda relembrem dos meus escritos com carinho. E que minha filha Catarina tenha 'cacife' para publicar em editoras conhecidas, minhas obras que hoje estão em livrarias virtuais...
Ah, mais uma coisinha: Em 19 de maio de 2014, faço 50 anos. Se eu estiver viva e com saúde, gostaria de ganhar um notebook de presente dos meus leitores. Como fazer isso?
BASTA COMPRAR UM E-BOOK MEU, A 10 REAIS!
Já estarão me ajudando!
Quem quiser algum dos meu livros, entre em contato pelo e-mail:
fatuquinha@gmail.com
Darei os detalhes da conta. Logo que depositem na loteria ou banco, envio pelo mesmo e-mail recebido, os arquivos do livro e capa (caso queiram encadernar para ler em mãos).
Os livros para apreciação e escolha por tema estão nesse link:
http://www.bookess.com/profile/fatuquinha/books/
Passem lá, vejam, escolham e enviem um -email pedindo, ok?
Espero que eu consiga vender até lá, o suficiente para ter meu notebook...
Vou falar o principal motivo de estar querendo esse presente:
Aqui no PC, fico com mais dores ainda, devido ao meu problema crônico nos ossos...
Tem dias que para escrever é um sofrimento!
Apenas isso, ainda quero da vida, enquanto eu a tiver:
Continuar a escrever.
A vida é um jogo de cartas: Você pode ganhar ou perder.
Eu muito perdi... Entretanto, ainda tenho um ás:
Essa é a minha verdadeira essência.
Fátima Abreu
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
A Arte Que Me Invade...

Os Olhares II
Meu olhar cruzou com o seu.
Antes não o conhecia.
Uma magia inesperada assim se deu.
Tampouco imaginava tal situação...
Se me dissessem antes, não acreditaria:
Que para conhecer alguém,
Apenas um olhar bastaria...
Então disse que eu falava com o olhar...
Acertava então.
Pois, mais que mil palavras que eu pudesse dizer,
Era com o olhar que eu falava:
Amo você...
Antes não o conhecia.
Uma magia inesperada assim se deu.
Tampouco imaginava tal situação...
Se me dissessem antes, não acreditaria:
Que para conhecer alguém,
Apenas um olhar bastaria...
Então disse que eu falava com o olhar...
Acertava então.
Pois, mais que mil palavras que eu pudesse dizer,
Era com o olhar que eu falava:
Amo você...
Fátima Abreu
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EU, NA POP ARTE

Adoro Arte. Descobri isso faz pouco tempo, cerca de dois anos talvez.
Antes tarde do que nunca, já diz o ditado!
Minha vida foi na maior parte, mais vivida para os outros do que para mim mesma:
Tão tumultuada, com tanto para se fazer nas 24 horas do dia, que mal podia imaginar que um dia me interessaria por isso.
Mas há um tipo de Arte que me acompanha desde pequena:
São meus escritos : verso e prosa. Literatura também é Arte!
Fátima Abreu
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
COLECIONO
Coleciono
Coleciono sentimentos.
Coleciono certos momentos:
Fatos guardados numa memória fraca,
Mas que para o 'antigo', o nostálgico, ela funciona...
O 'hoje' é esquecido rapidamente.
Coleciono parcerias:
Poucas, mas valeram.
Coleciono perdões.
Também tolerância...
Ainda que venham a me ferir
Pela mão alheia,
O perdão é dado:
Colecionando mais um.
Coleciono palavras ao vento...
Falei mas não ouviram.
Coleciono coleções.
Fátima Abreu Fatuquinha
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
MANHÃ, TARDE E NOITE

Pela manhã decido o que fazer sem arrependimentos:
Caminho nos meus próprios pensamentos.
Pela tarde passeio pelo teu corpo.
Consigo ser feliz de novo...
Pela tarde esqueço o resto do mundo!
E vivo esse prazer, por você...
Pela noite, fico inquieta.
Nada se acerta...
Penso em você novamente:
Porque pela noite, a tarde volta à mente...
FÁTIMA ABREU
Por Duas Vezes

REEDITADO PARA ESSE BLOG:
| Por Duas Vezes... Crônica Eles tinham muito em comum: Gostos e interesses estranhos, que poucas pessoas tinham. Eram pessoas de lugares diferentes e distantes, mas compactuavam de pensamentos iguais. Ela compartilhou certos segredos sobre si. Ele também. Dividiam os mesmos delírios... Acreditavam em coisas transcendentais.... Além do Bem e do Mal. Mundos paralelos, vórtices de espaço /tempo, extraterrestres, muitas coisas diversas, que a maioria das pessoas, acharia loucura! Mas assim eles se aproximaram... Na conversa estreita, nos devaneios, nas confissões... E até sentiram juntos, os primeiros momentos de um desejo crescente... O mundo, o Universo conspirava para isso! Cada um em seu lugar de origem, mas na completa sintonia de dois seres iguais em muitos aspectos. Contrariando a lei da Física, que diz que os opostos se atraem... Sim, eram iguais. Não almas gêmeas, mas pelo menos almas irmãs... Ele se distanciou por um tempo. Ela achou que fosse por bipolaridade. Deixou ficar tudo assim. Nenhuma palavra, nem um não ou sim... Tempos se passaram... Um belo dia, outro nome surgia, a lhe fazer carícias com as letras, unindo palavras encantadoras ao diálogo que travavam... Ela novamente se envolveu. Gostava de ser desejada, essa era a verdade! Já que o primeiro se fora, este segundo seria de bom grado aceito. Uma nova relação se estabeleceu entre ela e o nome que surgia para lhe provocar... Foi criada uma maneira por ele, de falar sobre seus desejos, sem que ela percebesse quem estava por detrás das letras... Isso durou um tempo. Até que ela o convidou para um novo grupo especial, onde postariam imagens e comentariam tudo que vissem ali, como amigos que eram... Mas, ele sabia das taras daquela mulher, e do que ela mais gostava... Segredos que antes ela lhe confidenciara... Resolveu então dar pistas, que só ela perceberia. Então, de um só momento, ela reconheceu quem ele era... Almas irmãs ? Ah, sim...mas de desejos incestuosos. Fátima Abreu |
Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=261652#ixzz2qH8lsw1S
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Sanduichão de Verão da FATUQUINHA
Sanduichão de Verão da FATUQUINHA
Verão... Nada melhor do que refeições práticas e geladinhas, não é mesmo? Então... Prove já essa receitinha:
Vai precisar de:
500g de maionese
1peito de frango cozido desfiado ou sobras mesmo de frango assado
2 cenouras cozidas na água e sal picadinhas
1 pepino raladinho sem a casca
1 lata de milho verde escorrida
1 lata de ervilha escorrida
1 lata de patê de presunto
1beterrava grande, cozida na panela de pressão, para ficar bem macia
1 pacotinho de azeitonas verdes sem caroço
Divida a maionese em 3 partes:
No liquidificador, bata uma parte com a beterraba cozida, até ficar um creme cor de rosa.
Com a outra parte da maionese, faça o mesmo com a cenoura: Ficará um creme bonito alaranjado.
A terceira parte, misture bem com a latinha de patê de presunto
Reserve esses cremes.
Ponha
numa pirex ou sobre papel alumínio numa forma retangular, uma camada
de pão de forma e besunte com o creme de cenoura. Depois ponha o frango
desfiado por cima. Coloque outra camada de pão e por cima dessa camada,
ponha o creme de beterraba.
Salpique o milho verde.
Repita a operação com a próxima camada de pão coberta com o creme feito com o patê. Salpique as ervilhas.
Repita a operação com a próxima camada de pão coberta com o creme feito com o patê. Salpique as ervilhas.
A
última camada do sanduíche, deve ser decorada com o pepino em rodelas
muito finas e as azeitonas, passando o resto dos cremes sobre eles,
inclusive nas laterais do sanduíche, besuntando tudo.
Cubra com papel alumínio.
Cubra com papel alumínio.
Ponha na geladeira e só retire na hora de partir.
Depois se sobrar, devolva para a geladeira, pois a maionese é muito perecível!
Depois se sobrar, devolva para a geladeira, pois a maionese é muito perecível!
Fátima Abreu

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Fatalidade
Aqui vai o conto que fiz, com base no sonho que Catarina teve outro dia:
Mudei alguns detalhes do sonho, para ficar um conto.

Rayana não sabia do amor que a escrava tinha por seu primo.
Quando descobriu, foi como se o mundo caísse sobre sua cabeça.
Afinal, Rayana nunca fora bela. A escrava sim.
Sabia que a escrava tinha regalias na senzala. Não sabia o porquê.
A mãe da escrava, a mulata Damiana, sempre foi a preferida do conde, seu tio.
Dizia-se 'a boca pequena' que Damiana era amante do conde, para tristeza de sua tia, Margarida...
Mas, nunca poderia imaginar que o carinho de seu primo Tadeu, pela escrava filha de Damiana, fosse despertar na escrava, um sentimento diferente...
A escrava Serafina, era mais clara do que sua mãe: Filha também do conde português, a mistura das duas raças, deu-lhe um tom de pele muito bonito, uma morena de cabelos longos, com ondas largas, que se perdiam sobre seus ombros.
Era cobiçada pelos olhares 'gulosos' dos jovens escravos da fazenda. Mas sabiam que com ela não poderiam mexer: Era a filha do conde, ainda que bastarda!
No início, Serafina nada sabia do parentesco com Tadeu.
Damiana escondera da filha sua situação de bastarda.
Serafina perguntou muitas vezes para a mãe na adolescência, por que trabalhavam na casa grande como mucamas da senhora D. Margarida, e não como as outras escravas, na cozinha, ou na colheita do café.
A mãe limitava-se a dizer que o patrão era generoso para com elas. Isso, Serafina 'engolia' desconfiada...
Sabia que havia algo mais.
Já percebera o olhar que o conde enviava sempre para sua mãe. E o carinho que ele tinha consigo.
Sempre comprava boas roupas para ambas também.
O que despertava inveja das outras escravas da fazenda.
Entretanto, Serafina só soube da verdade quando ouviu da boca de Tadeu, que era seu meio irmão.
Ele já havia notado as insinuações para seu lado. Resolveu contar logo toda a verdade sobre seu parentesco, antes que ela pudesse ir além, em seus sentimentos.
Foi um choque! Saber que o homem por quem estava apaixonada, era seu meio irmão, a deixou por dias adoentada. O que nos dias de hoje, seria uma depressão.
Era fato: Sua mãe também confessou seu romance clandestino com o conde.
Serafina, triste pelos cantos do casarão e perguntada por Margarida o por que do choro, disse:
_ Então a senhora D. Margarida, não sabe que eu e Tadeu somos irmãos?
Margarida caiu em pranto também: Suas suspeitas eram agora confirmadas!
Rayana escutou tudo. Ficou feliz porque assim nunca seu primo Tadeu teria um romance com a escrava Serafina!
Seus pais até planejavam oferecer um belo dote ao rapaz, para que se casasse com ela.
Mas, Tadeu também não estava interessado em Rayana.
Disse-lhe com todas as letras:
_ Pare de juntar caraminholas nessa sua cabecinha, minha prima! Não quero nada com moça alguma! Sou um rapaz 'sensível', entende o que digo?
Rayana saiu correndo ao ouvir aquilo, mas ao encontrar a escrava Serafina saindo da senzala, onde fora levar comida para seu avô, ela a atacou ferozmente:
Rolaram no chão de terra batida e ninguém ousava separar as duas moças.
Toda raiva que Rayana estava sentindo pelo primo, descontava naquele momento, em Serafina!
A escrava para se defender, pegou uma peixeira e golpeou o ventre de Rayana.
Mas, Rayana conseguiu desarmá-la e pegando o facão, passou rapidamente pelo pescoço de Serafina, dando-lhe um corte fatal...
As duas moças caíram em agonia, uma olhando para outra...
Os pensamentos passaram como se fosse um raio, e os olhos de ambas se fecharam.
Tadeu correu ao saber o que estava havendo, mas já era tarde...
Jaziam ali, duas mulheres que estavam apaixonadas por ele.
E uma culpa sem ter, surgiu no mais íntimo de sua alma.
Muitas vezes palavras não devem ser ditas...
Fátima Abreu
Mudei alguns detalhes do sonho, para ficar um conto.
Rayana não sabia do amor que a escrava tinha por seu primo.
Quando descobriu, foi como se o mundo caísse sobre sua cabeça.
Afinal, Rayana nunca fora bela. A escrava sim.
Sabia que a escrava tinha regalias na senzala. Não sabia o porquê.
A mãe da escrava, a mulata Damiana, sempre foi a preferida do conde, seu tio.
Dizia-se 'a boca pequena' que Damiana era amante do conde, para tristeza de sua tia, Margarida...
Mas, nunca poderia imaginar que o carinho de seu primo Tadeu, pela escrava filha de Damiana, fosse despertar na escrava, um sentimento diferente...
A escrava Serafina, era mais clara do que sua mãe: Filha também do conde português, a mistura das duas raças, deu-lhe um tom de pele muito bonito, uma morena de cabelos longos, com ondas largas, que se perdiam sobre seus ombros.
Era cobiçada pelos olhares 'gulosos' dos jovens escravos da fazenda. Mas sabiam que com ela não poderiam mexer: Era a filha do conde, ainda que bastarda!
No início, Serafina nada sabia do parentesco com Tadeu.
Damiana escondera da filha sua situação de bastarda.
Serafina perguntou muitas vezes para a mãe na adolescência, por que trabalhavam na casa grande como mucamas da senhora D. Margarida, e não como as outras escravas, na cozinha, ou na colheita do café.
A mãe limitava-se a dizer que o patrão era generoso para com elas. Isso, Serafina 'engolia' desconfiada...
Sabia que havia algo mais.
Já percebera o olhar que o conde enviava sempre para sua mãe. E o carinho que ele tinha consigo.
Sempre comprava boas roupas para ambas também.
O que despertava inveja das outras escravas da fazenda.
Entretanto, Serafina só soube da verdade quando ouviu da boca de Tadeu, que era seu meio irmão.
Ele já havia notado as insinuações para seu lado. Resolveu contar logo toda a verdade sobre seu parentesco, antes que ela pudesse ir além, em seus sentimentos.
Foi um choque! Saber que o homem por quem estava apaixonada, era seu meio irmão, a deixou por dias adoentada. O que nos dias de hoje, seria uma depressão.
Era fato: Sua mãe também confessou seu romance clandestino com o conde.
Serafina, triste pelos cantos do casarão e perguntada por Margarida o por que do choro, disse:
_ Então a senhora D. Margarida, não sabe que eu e Tadeu somos irmãos?
Margarida caiu em pranto também: Suas suspeitas eram agora confirmadas!
Rayana escutou tudo. Ficou feliz porque assim nunca seu primo Tadeu teria um romance com a escrava Serafina!
Seus pais até planejavam oferecer um belo dote ao rapaz, para que se casasse com ela.
Mas, Tadeu também não estava interessado em Rayana.
Disse-lhe com todas as letras:
_ Pare de juntar caraminholas nessa sua cabecinha, minha prima! Não quero nada com moça alguma! Sou um rapaz 'sensível', entende o que digo?
Rayana saiu correndo ao ouvir aquilo, mas ao encontrar a escrava Serafina saindo da senzala, onde fora levar comida para seu avô, ela a atacou ferozmente:
Rolaram no chão de terra batida e ninguém ousava separar as duas moças.
Toda raiva que Rayana estava sentindo pelo primo, descontava naquele momento, em Serafina!
A escrava para se defender, pegou uma peixeira e golpeou o ventre de Rayana.
Mas, Rayana conseguiu desarmá-la e pegando o facão, passou rapidamente pelo pescoço de Serafina, dando-lhe um corte fatal...
As duas moças caíram em agonia, uma olhando para outra...
Os pensamentos passaram como se fosse um raio, e os olhos de ambas se fecharam.
Tadeu correu ao saber o que estava havendo, mas já era tarde...
Jaziam ali, duas mulheres que estavam apaixonadas por ele.
E uma culpa sem ter, surgiu no mais íntimo de sua alma.
Muitas vezes palavras não devem ser ditas...
Fátima Abreu
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
EI, VOCÊ!
HOJE, 7 DE JANEIRO, É O DIA DO LEITOR.
EU AGRADEÇO DE A TODOS QUE JÁ COMPRARAM LIVROS MEUS.
SIM, SEM SABER ESTÃO SEMPRE ME AJUDANDO DESSA FORMA...
ENTÃO AQUI DEIXO MEU CARINHO PELOS LEITORES DE MEUS BLOGS "LAR"E "DELÍRIOS" E TAMBÉM DAS MINHAS PÁGINAS DE AUTORA, NO FACEBOOK.
EU AGRADEÇO DE A TODOS QUE JÁ COMPRARAM LIVROS MEUS.
SIM, SEM SABER ESTÃO SEMPRE ME AJUDANDO DESSA FORMA...
ENTÃO AQUI DEIXO MEU CARINHO PELOS LEITORES DE MEUS BLOGS "LAR"E "DELÍRIOS" E TAMBÉM DAS MINHAS PÁGINAS DE AUTORA, NO FACEBOOK.
Ei,você!
Sim, não olhe para trás, é para frente que se anda!
Eu aqui chamando,
E você para os lados procurando?
Convido a ler essas linhas:
Tão suas, quanto minhas...
O meu deleite maior é saber,
Que do meu jeito simples, agrado a você...
Diga a verdade:
Gosta de me ler?
Faço de coração, para agradar.
Não falo sempre de céu e mar,
Ou da sedução.
Falo abertamente dos sentimentos que essas coisas trazem.
A paz interior, o amor...
O sorriso, a lágrima
De vez em quando, a dor.
Da nostalgia de dias idos.
Da natureza humana e do Éter.
De contos infantis, eróticos, surreais,
Até poesia, minha primeira e doce magia...
Há quem prefira poesia à prosa.
Eu gosto de tudo um pouco.
Dessa forma, posso presentear ao leitor(a) amigo(a),
Mais um dia de entretenimento garantido:
Quando, ao abrir meus escritos,
Ler coisas que alçam voo distantes,
Como paixões delirantes...
Fátima Abreu
domingo, 5 de janeiro de 2014
USA E ABUSA DE MIM... POESIA SENSUAL
* POESIA SENSUAL REEDITADA COM CORTES PARA ESSE BLOG.
A VERSÃO COMPLETA ESTÁ NO MEU OUTRO BLOG: "DELÍRIOS"
USA E ABUSA DE MIM...
JOGUE-ME DE CONTRA A PAREDE
ARRANQUE MINHAS VESTES COM FERVOR
COMPLETA ESSA ÂNSIA DE FAZER AMOR!
LEVE-ME EM TEUS BRAÇOS
COMO NOIVA EM NÚPCIAS
COLOQUE-ME NA CAMA
VEM PROVAR DA MULHER QUE TE CHAMA!
AO FUNDO, SUAVE MÚSICA,
PERCEBO AGORA...
MAS, NÃO COMBINA COM A FÚRIA DESSA HORA...
VIAJAREI EM TUAS PALAVRAS
COMO SEMPRE FIZ...
SOMOS RAÍZES DA MESMA ÁRVORE,
FRUTA DO MESMO PÉ.
LOBOS DA MESMA TOCA,
EU E VOCÊ...
TIRA UM GEMIDO DE SATISFAÇÃO,
DOS MEUS LÁBIOS, ENFIM...
AGORA QUE SENTIU O CALOR DO MEU CORPO,
USA E ABUSA DE MIM...
FÁTIMA ABREU
SONHOS SÃO A INSPIRAÇÃO DO SONO
Sonhos...
Que instigante inspiração para contos e crônicas. Muitas vezes, sonhos meus e de minha filha Catarina, se tornaram isso.
Outro dia, ao acordar ela me contou mais um. Certamente que lhe disse, que o sonho se transformaria novamente em um conto, com minhas pinceladas de diálogos e continuação de onde tinha parado.
A minha criatividade, aliada ao enredo já estabelecido no sonho e pesquisa sobre temas que aparecem, sempre dá algum resultado...
Assim foi com outro conto que fiz há pouco tempo, sobre as amazonas.Quem me acompanha aqui no blog, já deve ter lido...
Se ainda não leu, use a procura do blog, bem acima, e dê uma passadinha para ter ideia do que falo.
Bem, vou fazer mais um em breve, sobre duas personagens que ainda não escolhi o nome para uma delas, pois isso, não aparecia no sonho de Catarina... Uma delas é RAYANA.
Aqui vai um breve texto sobre esse próximo conto:
Numa senzala, uma escrava relembrava o acontecido que a levara ao estado atual das coisas:
Estava com seu pescoço sangrando...
Ela e Rayana haviam brigado.
Tinham se apaixonado pelo mesmo homem.
A escrava, na sede de ficar com ele para si, ataca Rayana fatalmente.
Mas, antes que Rayana dê o último suspiro, dá um golpe certeiro com uma facada na garganta da escrava.
O que Rayana não sabia é que a escrava tinha um meio irmão da nobreza!
A escrava era filha bastarda de um grande senhor de terras, com sua mãe (que era considerada a mais bela entre todas as outras).
Ela gozava de certas regalias que as outras escravas não tinham e contava com a amizade fraterna de seu meio irmão, filho do conde.
Daí em diante, eu desenvolverei essa trama baseada no sonho de Catarina.
Fátima Abreu
Catarina e eu
Que instigante inspiração para contos e crônicas. Muitas vezes, sonhos meus e de minha filha Catarina, se tornaram isso.
Outro dia, ao acordar ela me contou mais um. Certamente que lhe disse, que o sonho se transformaria novamente em um conto, com minhas pinceladas de diálogos e continuação de onde tinha parado.
A minha criatividade, aliada ao enredo já estabelecido no sonho e pesquisa sobre temas que aparecem, sempre dá algum resultado...
Assim foi com outro conto que fiz há pouco tempo, sobre as amazonas.Quem me acompanha aqui no blog, já deve ter lido...
Se ainda não leu, use a procura do blog, bem acima, e dê uma passadinha para ter ideia do que falo.
Bem, vou fazer mais um em breve, sobre duas personagens que ainda não escolhi o nome para uma delas, pois isso, não aparecia no sonho de Catarina... Uma delas é RAYANA.
Aqui vai um breve texto sobre esse próximo conto:
Numa senzala, uma escrava relembrava o acontecido que a levara ao estado atual das coisas:
Estava com seu pescoço sangrando...
Ela e Rayana haviam brigado.
Tinham se apaixonado pelo mesmo homem.
A escrava, na sede de ficar com ele para si, ataca Rayana fatalmente.
Mas, antes que Rayana dê o último suspiro, dá um golpe certeiro com uma facada na garganta da escrava.
O que Rayana não sabia é que a escrava tinha um meio irmão da nobreza!
A escrava era filha bastarda de um grande senhor de terras, com sua mãe (que era considerada a mais bela entre todas as outras).
Ela gozava de certas regalias que as outras escravas não tinham e contava com a amizade fraterna de seu meio irmão, filho do conde.
Daí em diante, eu desenvolverei essa trama baseada no sonho de Catarina.
Fátima Abreu
Catarina e eu
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Natal 2013 e Ano Novo



Com minha maninha, Alessandra Abreu

Abrindo presentes com mamãe...


Existem sempre dois caminhos a seguir... Mas, um terceiro surge, se tiver alguma consequência do caminho escolhido anteriormente...
Fátima Abreu Fatuquinha


QUE...
Que a Paz seja constante em nossas vidas. Que o amor sempre seja vitorioso.
Que o Bem supere sempre todo Mal.
Que o MUNDO não sucumba em uma apoteose final...
Que os campos produzam mais e mais...
Que a sede que tens hoje, não retorne jamais.
Que o meu conselho seja sempre sábio.
E que a tua fome, em nenhum momento seja de pão.
Apenas de amor ao próximo
Dentro do teu coração.
Fátima Abreu

E se um dia eu deixar de te dizer algo, saiba que já o fiz com meu olhar...
Fátima Abreu Fatuquinha
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