sábado, 3 de dezembro de 2011

PANETONE ARTESANAL, PARA O SEU NATAL:

Massa:
 
100 gr de fermento biológico fresco
4 colher(es) (sopa) de açúcar
4 colher(es) (sopa) de mel
1 colher(es) (café) de sal
250 ml de suco de laranja
250 ml de leite
6 ovos inteiros
2 gemas de ovo
100 g de manteiga ou margarina
raspas de limão
raspas de raspas de laranja
1 colher (sobremesa) de essência de panettone ou baunilha
1 kg de farinha de trigo

Recheio:
  nozes picadinhas
  frutas cristalizadas picadinhas ( compre o pacotinho assim )
  uvas passas
  chocolate meio amargo picado 

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Modo de fazer:





Massa:

Desmanche o fermento com o açúcar, junte o mel, o sal, o suco de laranja, o leite, os ovos, a manteiga, as raspas e a essência de baunilha, misture tudo e vá adicionando a farinha de trigo aos poucos, amassando bem até ficar uma massa macia mas que não grude nas mãos. Deixe crescer por um hora.
Vá modelando pequenas bolas colocando em cada uma um pedaço do recheio desejado, feche as pontas e coloque em forma redondinha alta, repita a operação até completar a forma toda, com as bolas de massa recheadas. Pincele com o ovo batido e leve ao forno médio (180º) para assar. 
JOGUE UMA CALDA DE CHOCOLATE OU LARANJA POR CIMA, FICA ÓTIMO!

E tenha um FELIZ NATAL!









 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O mago e a ninfa




O MAGO E A NINFA

Acho-me vítima de um encantamento
Um mago me enfeitiçou
Colocou seu manto sobre mim
E assim, me tocou...

O manto abriu as portas
De uma paixão avassaladora
Com seu cetro de poder
Alcançou meu coração
Disse palavras mágicas
Para completar o seu feitiço
E lá, ficou...
Mago das minhas entranhas
Fogo da minha salamandra!
Usa de palavras, encantamentos,
Faz a poção do amor
Para que eu tome...
Mas já não é preciso mais, dessa poção
Porque já faz parte do meu coração...

Encantou-me e encanta-me!
Pego meus cordões de flores,
Enfeito meu corpo
Como ninfa da Natureza
Que sou...
O mago gosta dessa ninfa,
Assim, toda florida...
Com sorriso no rosto:
Pronta para se dar
Em linda aventura
Com total gosto...

Fátima Abreu

O vento, o veleiro e o viajante


O vento, o veleiro e o viajante

No vento da ventania
O veleiro viaja
O viajante sem pressa
Escolhe por onde ir
A vela do veleiro
Balança tomando rumo
O viajante decide para que lado vai
O vento é forte
Balança o veleiro
O viajante luta para colocar prumo
No veleiro, que agora
Viaja sem rumo...
A viagem está acabada
Porque o vento, no veleiro
Mudou o rumo escolhido
O viajante, segue agora, sem prumo...
Pobre viajante!
Que o vento mudou o rumo...
E o veleiro agora, é só fantasia
De um vento, que virou ventania...

                                              Fátima Abreu