domingo, 4 de outubro de 2015

Uma Amazona ou Valquíria? Republicado

Uma cientista (a brilhante arqueóloga norte-americana Jeannine Davis-Kimbal, PhD, que está na foto lá embaixo) estava procurando provar que as amazonas ( guerreiras  que cavalgavam melhor do que os homens e que os desprezava, usando o contato com eles, apenas para procriação), realmente existiram no passado.
 O texto abaixo mostra isso:

"As Amazonas afastaram o outro sexo da sua mini-sociedade. Os homens de regiões vizinhas tiveram relações sexuais com elas e os seus filhos rapazes eram enviados para junto dos respectivos pais. Conta-se que alguns filhos, do sexo masculino, foram mortos ou ficaram com as pernas partidas, impedidos de lutar.
Às raparigas* foi dado o treino intensivo para a guerra como besteiras – aquelas que lutam com bestas, armas com arco de ferro e apoio em haste.
Segundo uma das versões, as Amazonas tornaram-se aliadas dos Troianos e, durante o cerco de Tróia, a sua rainha foi morta por Aquiles, herói da Ilíada.
Uma das «tarefas» para os trabalhos, façanhas e aventuras de Héracles foi a destruição das Amazonas.
E elas caíram devido à sua força."

 FONTE:
 http://www.triplov.com/letras/Judite-Zamith-Cruz/2007/Arquetipos/Mulheres-guerreiras.htm

 Mitologia grega

Amazonomaquia (luta entre gregos e amazonas), relevo de sarcófago (cerca de 180), encontrado em Salónica, Grécia, 1836.
As amazonas teriam vivido na região do Ponto, parte da atual Turquia, próximo à costa do mar Euxino (o mar Negro). Teriam formado um reino independente, sob o governo de uma rainha, das quais a primeira teria se chamado Hipólita ("égua solta, indomada").5 De acordo com o dramaturgo Ésquilo, num passado distante as amazonas teriam vivido na Cítia, no Palus Maeotis ("Lago Meótis", o atual mar de Azov), porém teriam se mudado posteriormente para Temiscira, no rio Termodonte (atual Terme, no norte da Turquia). Heródoto as chamou de Androktones ("matadoras de homens"), afirmando que no idioma cita elas eram chamadas de Oiorpata, que ele assegurava ter este significado.
Em certas versões do mito, nenhum homem podia ter relações sexuais, ou viver na comunidade amazona; porém uma vez por ano, de modo a preservar a sua raça da extinção, as amazonas visitavam os gargáreos, uma tribo vizinha. As crianças do sexo masculino que nasciam destas relações eram mortas, enviadas de volta para os seus pais ou expostas à natureza; já as crianças do sexo feminino eram mantidas e criadas por suas mães, treinadas em práticas agrícolas, na caça e nas artes da guerra.6

Um cartógrafo de Londres não-identificado estabeleceu em 1770 as amazonas no norte da Sarmátia Asiática, baseado em fontes de informações literárias gregas.
Na Ilíada, de Homero, as amazonas foram chamadas de Antianeira ("aquelas que lutam como homens").

FONTE:
     http://pt.wikipedia.org/wiki/Amazonas_%28guerreiras%29




Quanto às Valquírias: Shahrukh Husain (1997, trad. port. 2001, p. 140):
 "As Valquírias foram virgens guerreiras da Noruega que forneciam a coragem a heróis que desposavam, caso eles fossem arrojados nos seus feitos. Consumado o casamento na festa, elas perderiam poderes, inclusive a força de influência sobre os esposos."

FONTE:
 http://www.triplov.com/letras/Judite-Zamith-Cruz/2007/Arquetipos/Mulheres-guerreiras.htm


Na mitologia nórdica, as valquírias eram deidades menores, servas de Odin. O termo deriva do nórdico antigo valkyrja (em tradução literal significa "as que escolhem os que vão morrer"). Nos séculos VIII e IX o termo usado era wælcyrge.
As valquírias eram belas jovens mulheres que montadas em cavalos alados e armadas com elmos e lanças, sobrevoavam os campos de batalha escolhendo quais guerreiros, os mais bravos, recém-abatidos entrariam no Valhala. Elas o faziam por ordem e benefício de Odin, que precisava de muitos guerreiros corajosos para a batalha vindoura do Ragnarok.

FONTE:
  http://pt.wikipedia.org/wiki/Valqu%C3%ADrias

 * moças

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Antes de lerem meu conto, gostaria que dessem uma olhada nesse trecho do artigo que copiei do site, onde está:
http://www.fatorx.net/fxwxasamazonas1.htm

c


"E finalmente, a longa busca da Dra. Jeannine não foi em vão. Em uma distante aldeia encontrou uma menina LOURA, nove anos de idade, A ÚNICA EM MILHARES DE QUILÔMETROS E CUJO NOME ERA MEIRAMGUL - dotada de um tipo físico completamente divergente de todas as populações locais! Seus familiares (e nem mesmo a sua mãe) conseguiam explicar como ela nascera assim "diferente" da sua raça. Meiramgul, aliás, era por eles considerada uma aberração. Além disso, a menina montava a cavalo com enorme desenvoltura. Jeannine Davis-Kimbal e a sua equipe ficaram perplexos: estaria ali a resposta final para a sua longa busca?


Só havia um meio de saber: o DNA da pequena Meiramgul, uma lenda viva, foi colhido através de sua saliva e enviado para exames de DNA. Quando a esperada resposta chegou desde milhares de quilômetros dali, exatamente do mesmo laboratório onde estavam os demais esqueletos das mulheres guerreiras achados na Rússia, eis a surpresa;
O DNA MITOCONDRIAL DE MEIRAMGUL ERA O MESMO CONTIDO NOS ESQUELETOS DATADOS DE MAIS DE 2 MIL ANOS ATRÁS!


Significando que, por um desígnio qualquer da sábia Natureza, ela é a ÚLTIMA DAS AMAZONAS, a última das valentes mulheres guerreiras do passado distante! De alguma forma, de geração em geração, um gene perdido no tempo e no espaço sobreviveu por mais de 2 mil anos e maravilhosamente se manifestou nessa menina que habita na solitária vastidão dos desertos da Mongólia. Chame-se a isso reencarnação, ressurgência genética ou, seja lá o que for, por certo dá uma lição de humildade não somente nos céticos, como também nos concede uma enorme e grandiosa lição: não se pode jamais fugir da verdade - é inútil - de uma forma ou de outra; sempre e inevitavelmente colidiremos com ela - uma vez que mais cedo ou mais tarde ela surgirá, emergirá do seu longo sono e forçosamente se manifestará, tal como já estava mesmo escrito há mais de 2 mil anos:

 "Ninguém depois de acender uma lâmpada a cobre com um vaso ou a põe debaixo de uma cama, mas a coloca em um velador, para que os outros possam observar a luz. Pois, não há nada escondido que não se torne manifesto, tampouco há nada cuidadosamente oculto que nunca se torne conhecido, e nunca venha à tona"
(LUCAS, Cap. 8, Vs. 16/17) "

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Agora meu conto, baseado em um sonho de minha filha caçula, Catarina:

UMA AMAZONA OU VALQUÍRIA?


Certamente elas já se conheciam. Talvez Amarylis tivesse estado entre elas há muito tempo atrás.
As mais novas não lembravam daquele rosto, que para Mirthes era tão familiar...
Tomaram  como uma ameaça ao clã.
Mas, foram as mais velhas que deram cabo de sua vida, pela segunda vez...

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Numa floresta  em algum canto europeu, Mirthes, a grande chefe guerreira, encontra Amarylis:
Esta, amarrada nas mãos, atordoada e com a roupa quase totalmente rasgada, sendo levada por dois homens estrangeiros.
Ao depararem com a chefe das guerreiras, eles instintivamente recuam, pois sabem: O final seria trágico para qualquer homem que estivesse em seu caminho!
Somem floresta adentro, deixando Amarylis caída no chão.

Mirthes ao olhar para o rosto da jovem que está em sua frente, a reconhece de imediato...
Mas, como poderia ser isso, se a sacerdotisa estava morta já havia vários anos?

Mirthes a ajudou para que se pusesse em pé e cortou as cordas que amarravam e marcavam seus pulsos.
Sem perguntar nada, a levou para o acampamento das guerreiras.
Percebeu que não poderia ser a mesma pessoa que vira morrer, e sim uma reencarnação daquela por quem teve tanto apreço em um passado até então esquecido...

Imediatamente relembra de tudo, nos recantos da mente, como um filme passado em tempos atuais:
Eram amigas inseparáveis...

A Amarylis do passado, fora morta pelas guerreiras do clã, pois deserção, era crime sem perdão, entre elas!
A paixão desenfreada por um homem, levou a sacerdotisa a deixar suas companheiras de guerra, tribulações, labores e também alegrias e festividades.
Homens era tidos como seres inferiores e só lhes serviam para a procriação.
Que 'feitiço' então, levou a sacerdotisa a entregar seu corpo, mente e coração daquela forma?
Ninguém sabia. Fato é que nunca a perdoaram.
E quando ela viu-se de volta ao clã, foi recebida com lanças afiadas, que lhe penetraram a carne sem dó.
Mirthes nada pode fazer em seu socorro e defesa: A lei das guerreiras era implacável quanto à traição dos costumes.
Dessa forma, viu sua maior amiga perecer ensanguentada.
Quantos anos se passaram desde essa trágica lembrança, ela não sabia ao certo.

Mas, a Amarylis atual, sabia que seria hostilizada novamente, como que um pressentimento dentro do mais íntimo de sua alma...
Acontecendo o mesmo final da encarnação anterior, pois as poucas guerreiras já de meia idade ou mais, que se lembravam daquele rosto, trataram de matá-la sem dar-lhe  a chance de dizer  porquê voltara ali...

Em seu último suspiro, Amarylis deu a Mirthes, o cordão que trazia no pescoço:
Lindo medalhão, com uma lua e um sol  em alto relevo, e que se abria, contendo um segredo...

Até aquele momento, Mirthes não imaginava qual seria o segredo...
De súbito, inspirada pela deusa Diana dos romanos e Freya do nórdicos, ela soube o que aquilo significava...


Então, carrega  o corpo sem vida de Amarylis e o deposita sobre uma pedra que as guerreiras usavam como altar, quando traziam frutas e flores para oferecer aos deuses.
As guerreiras seguem-na curiosas. Principalmente as mais jovens que não conheciam aquela estranha...
Mirthes volta-se para as companheiras do clã e diz:

_ Hoje cometeram grande erro, minhas irmãs! Esta que aqui veio, era uma musa.
Pois no seu desespero de morte, deu-me sua maior joia:
A lua e o sol, medalhão concedido aos deuses para sua musas.
Fora feita prisioneira pelos homens estrangeiros, que na floresta, mantém um acampamento.
Eu a salvei e trazia para ficar entre nós. Que seria um júbilo!
Mas, em sua gana violenta, não quiseram saber de quem se tratava!
De hoje em diante, ficará aqui coberta por recipiente de cristal, mumificada, como nossa musa mártir, inspiradora da TOLERÂNCIA.
Que lhes sirva de exemplo, antes de hostilizar outra pessoa dessa forma....


Dessa forma, as guerreiras viram o ato violento que cometeram e se desfazendo em arrependimento seguido de lágrimas, colheram as flores mais lindas do local e depositaram sobre a musa, que já recebera  então todas as homenagens que lhe cabia como mártir.

Desse dia em diante, fora comprovada a reencarnação de uma guerreira que voltava a seu povo, pelos desígnios do Alto.
Fora levada ali, mesmo que pelo 'falso acaso', somente para dar o perdão aquelas que em outra vida, a haviam lhe assassinado...
O mesmo destino no entanto, deu cabo de sua vida.
Porém, dessa vez, ela sentia o coração apaziguado pelo perdão, que deu depois de seu desencarne, às suas algozes.
E a certeza que o exemplo que dera seria seguido. A tolerância e o perdão, passaram a fazer parte daquele clã de mulheres guerreiras.
Tudo tem um porquê de acontecer...

FÁTIMA ABREU 
FATUQUINHA






O Voo Que Não Chegou - Republicado


http://www.clubedeautores.com.br/book/166663--A_VERDADE_DE_GAIA

Para comprar meu livro impresso:
A VERDADE DE GAIA

Esse é o capt que dá origem ao livro:
Conto baseado no voo MH370- MALAYSIA, que não foi encontrado.




Era um voo costumeiro. Sua rota seria entre Kuala Lumpur e Pequim.
Havia 239 pessoas a bordo.  Normal.
Aos 40 minutos após ter decolado, o avião mudou a rota prevista no plano de voo e depois desapareceu.
Os radares civis não o encontravam mais...

O avião vinha sendo 'escoltado' por dois OVNIs. O piloto já havia percebido sua companhia, tal qual o que acontecera muitos anos antes, com o voo noturno da VASP 169: Fortaleza - São Paulo, também em um dia  8, só que de fevereiro de 1982.
Diferentemente do voo da Vasp, que todos os passageiros puderam observar pela janela do avião, a nave que os seguia ( exceto um senhor, bispo católico, preferindo ficar em seu lugar e não se envolver ), no voo da Malaysia nada se percebia.

Um solavanco apenas isso, e depois o silêncio:
Uma nuvem encobriu o avião. Ao passar por ela, os fenômenos de luzes em tons de laranja, azul e lilás, não foram percebidos por ninguém: Todos, inclusive o piloto, estavam em sono profundo...
Ao aterrissarem, estavam em um Universo paralelo ao que acabavam de deixar.
O nosso mundo, a Terra, para eles, agora havia ficado para trás.
Uma dimensão em tudo parecida com a nossa. Porém, mais evoluída tecnologicamente e espiritualmente.
Assim que os passageiros acordaram saíram do avião e para sua surpresa, reconheceram que aquele não era um aeroporto convencional, pois não havia hangares, carga e descarga e tudo mais que deveria ter...

Um homem de meia idade, branco, de aparência serena, veio recepcioná-los.
Seguido bem atrás, por mais duas pessoas: Uma mulher morena, de estatura mediana, cabelos até os ombros e um jovem de aspecto asiático. Deram-lhes as boas vindas e pediram para que não se alarmassem, pois o que havia acontecido não poderiam mais mudar.

A nova realidade que eles estavam agora, era em um local distante do orbe terrestre.
O avião fora teletransportado através da nuvem eletro magnética, que o fez passar por um vórtex, levando-o assim, até aquela dimensão do espaço.
Ao dizer isso, e percebendo que todos estavam escutando sua explicação, o homem fez um gesto levantando o queixo, mostrando que o avião agora desaparecia por completo, frente ao olhos  espantados de passageiros e tripulação.
Ele havia sido desmaterializado, porque aquela era com certeza, uma viagem única, sem volta para casa...

Para não causar pânico aos recém chegados, os ajudantes do homem, impuseram as mãos, gerando uma onda energética de tranquilidade, sobre todos ali.
Foram então guiados por novo grupo de assistentes que chegaram, até uma grande construção arquitetônica, que tinha algo de milenar e futurista ao mesmo tempo. Um pouco difícil de descrever...
Talvez esse local fosse como a Shangri-La, imaginada pelo autor James Hilton, em seu livro: "Horizontes Perdidos".

Foi providenciado tudo para que todos se sentissem bem, desde a alimentação, acomodação, vestuário e principalmente atenção e carinho.

Na Terra, as buscas continuavam... As famílias dos passageiros e da tripulação achavam que haviam se perdido no Oceano Índico. Assim as autoridades lhes diziam.
 
Com certeza, estavam melhor do que no fundo do oceano:
O pior havia sido evitado, graças à interferência de entidades cósmicas, que os salvaram de um final trágico, quando os motores pararam e que fatalmente todos morreriam no desastre.

Entretanto, se dentre as pessoas que estavam ali, não estivessem algumas que poderiam fazer experimentos tão trágicos e perigosos como no projeto Filadélfia de 1943,  o rumo dos acontecimentos teria sido outro...
Assim, todos eles foram " arrebatados" da Terra, para que coisas piores não viessem a acontecer.
O destino escolheu diferente dessa vez.


Fátima Abreu





                                                       

sábado, 3 de outubro de 2015

Voo Livre




Poesia do grupo no zap: Imaginação Poética


VOO LIVRE


Eu voei em pensamento.
Imaginei uma liberdade nunca conquistada...
Sonhei que voava por toda madrugada...
Voava livre e sem medo.
O que viria a seguir já não importava, simplesmente no meu sonho, era livre.
Como anjos ou pássaros.
Fátima Abreu

E se entre pássaros voei
Talvez tenha sido por ti
Se sem penas decolei
Foi apenas amor
E se por amor tracei os céus
Quem sabe foi em procura-la
E não a encontrando nas estrelas
Pouso novamente em meus pensamentos
E simplesmente contínuo a sonhar
Um sonho de amor
Ou com um amor de sonho.
Wagner Fonseca

Nesse amor de sonho, eu sigo...
Quem sabe te encontro?
Que os céus se abram em meu voo solitário!
Chegarei então, ao coração de quem amo...
Livre e pronta para amar novamente...
Fátima Abreu

Longo ou breve – tão somente –, sem amarras nem ranhuras, tampouco angustia ou agonia, na decência do pecado, no perdão da monotonia, no então da inconsequência. 
André Anlub

E alçamos voo, para longe... para um lugar só nosso! Que seja ninho, tal qual dos pássaros, que me inspiraram nesse novo espaço.
Fátima Abreu

Nada pode impedir o voo livre do pensamento. 
Pois não existem grades ou correntes para aprisiona-lo ou mesmo armas para intimida-lo. 
Temos a maior liberdade concedida pelo Criador que é a capacidade de pensarmos por nos mesmos. 
Algo que ninguém pode nos furtar, roubar ou até mesmo matar. 
Ninguém pode nem mesmo controlar o voo livre dos pensamentos. 
Pois e através dele que voamos sem ter asas para qualquer lugar onde nossa criatividade poder alcançar.
Lílian Furtado

Somos prisioneiros vivendo em busca de liberdade.
Buscando sonhar voar o  voo livre...
Mesmo na queda morrendo.
Joana Franco

Para uns, o voo da liberdade é sonho, para outros, só questão de tempo...
Para nós, um alívio! Ah, quisera voar sobre campos, mares e montanhas!
Livre, cantando como canário ou beijando flor como colibri...
Pura utopia talvez...
Sei sim que o voo livre, me liberta.
E aos braços do amor verdadeiro, um dia chegarei...
Fátima Abreu


Quando o coração começa apertar.
Por problemas mal resolvidos.
Como nômades vêm uma vontade
louca, de novos caminhos buscar.
Se não conseguimos, perturba nossos sentidos...
Somos seres arrastando nossas Dores e nossos Amores.
Com certeza só o Voo Livre poderá nos libertar.
Joana Franco

Quando a alma está cansada,sobrecarregada,
Como seria bom se pudéssemos voar sobre as nuvens,
Nos jogar na imensidão,
E voar livre como um pássaro...
Frann Pereira


E  nesse voo que tanto a alma aspira voar, encontrar  com a gente (verdadeiramente), sentir de perto a presença da vida que  nos pulsa, e assim seríamos livres...
Leila dos Reis


Livres para voar na imensidão do céu flutuar encontrando a paz no sonho, na arte, na essência do amar.
Nos mares do amor naufragar e assim voltar a sonhar.
E novamente alçar voo da esperança de viver; viver a voar...
Jania L. Martins


 


A FRANCESA DO INTERIOR- REPUBLICADO

Moça dolorida,
No coração que abriga.

Sonhos entrecortados pela desilusão,
Anseios vãos...

Moça do interior
Bonita de vestido multi cor.

Chapéu de palha fina, na mãos
E olhar triste, direcionado ao chão...

Cabelos longos, de suaves ondas,
Vermelhos, mais claros.

Um convite aos olhos masculinos,
A moça francesa, que nada sabia sobre seu destino...

Moça de carinhos espetaculares
Que abria sua casa aos mais vulgares...

Era assim que a triste sobrevivia:
Vendendo o corpo, como mercadoria.

Fátima Abreu

O QUE VEM POR AÍ... REPUBLICADO





GENTE QUERIDA QUE ME ACOMPANHA:

Assim que resolver essas coisas pendentes de mudança de casa, e cirurgia da vesícula, começarei se DEUS quiser (E ACHO QUE ELE QUER! POIS ME DEU ESSE DOM DA ESCRITA), meu vigésimo livro.

Será um romance do tipo 'MIL E UMA NOITES', pois farei a personagem principal como Sherazade. Claro, numa trama alternativa, como foi meu conto de fantasia: "MIX, UM NOME, UM DESTINO"...
Aguardem!

O nome também já está pensado, mas, pode haver mudanças ainda:
"Liberta-te ou Liberta-me!"
ou "Apenas Liberdade"


Será entremeado de poesias minhas e as coletivas também, do grupo no zap: "IMAGINAÇÃO POÉTICA", com a citação dos amigos que participaram delas.


Fátima Fatuquinha Abreu


NOTA: Um conto que fiz há tempos, mas, que vou inserir no novo livro, é esse:


A Odalisca, o Sheik & o Gênio



Muitos e muitos anos atrás, na distante Arábia, vivia um sheik em seu palácio, coberto de luxo e riquezas, possuía um harém com as mais belas moças do seu reino, mas infelizmente nenhuma delas tocava seu coração...
Um dia, triste e abatido, pensou em uma maneira de encontrar a moça certa para ser sua companheira pelo resto de sua vida:
Disfarçou-se de plebeu, e andou pelas ruas do povoado, no comércio aberto, procurando um rosto que lhe chamasse a atenção, uma moça que lhe causasse interesse não apenas bela beleza...

Ele pediu ajuda ao seu melhor amigo: Rachid, que conseguiu as roupas para um disfarce autêntico.
Muitas pessoas passavam ali no mercado, e provinham de vários lugares diferentes, até ocidentais...
Certo que iria encontrar sua eleita entre o povo, ficou ali observando o vai e vem das pessoas...
Do alto de um palanque, um mercador de escravas anunciou o lote a ser negociado, e a atenção do sheik voltou-se para aquele local.
Ele olhou uma a uma das escravas a serem vendidas, e percebeu que todas estavam de olhar cabisbaixo, mas apenas uma estava de " nariz em pé", com uma altivez, que ele se impressionou de imediato...
Chegou perto do mercador e cochichou ao seu ouvido:

_ Quero aquela moça que olha para o alto, ponha o preço que lhe pago!
_ Com esses trapos que veste? Onde teria dinheiro suficiente para comprá-la?
_ Meu amigo Rachid, aqui, lhe dará o quanto pedir...

E voltando-se para Rachid, o mercador assentiu, dada a boa apresentação dele, pois somente o sheik estava com vestimentas pobres...
O amigo fiel do sheik, foi até onde a moça estava, pagou o preço combinado ao mercador, e a trouxe até ele, que relutava em ser vendida, e mordia ferozmente Rachid...
A moça encontrou os olhos do sheik, e nesse momento seu coração acelerou sem ter motivo aparente...
O sheik percebeu que não se enganara! Aquela era uma jovem especial! Sem dizer nada, desatou as amarras em suas mãos e as beijou... Em seguida, colocou-a sobre seu cavalo e a levou ao palácio...

A moça não entendia nada! Quem era aquele homem que acabara de conhecer, e que a levou até o palácio do sheik?
Para satisfazer sua curiosidade, perguntou finalmente:

_ Quem é o senhor afinal?
_ Sou o sheik.

Ela ficou catatônica por uns dois minutos... E o sheik voltando-se para seu amigo que estava junto, disse:
_ Conte tudo por favor, assim pode ser que ele entenda o que se passa.
Rachid relatou a compra feita por ele, mas em nome do próprio sheik, que estivera disfarçado no mercado... Sem mencionar as reais intenções do sheik, que era te tê-la como esposa...
O sheik disse para ela, que ficaria entre suas odaliscas no hárem. E que naquela noite, ela dançaria para ele...


Duas moças entraram no salão e levaram Sumara para dentro do harém. Iriam prepará-la para a noite, com banhos imersos em essências especiais, óleos aromáticos, e a vestimenta de véus e guizos para dançar...
Enquanto isso, o sheik já estava de banho tomado e roupa trocada, e voltou ao salão para que a ceia se iniciasse.
Bateu palmas e as servas trouxeram Sumara.
Ele a olhou bem dentro dos olhos, e disse sorrindo:

_ Agora dance para mim.

A contra gosto, mas sabendo que isso era tudo que poderia fazer no momento, ela começou sua dança dos sete véus...
Em movimentos de sedução, que o seu corpo fazia, mais interessado o sheik ficava... Pediu que repetisse sua apresentação, com a dança do ventre, e assim ela fez...
Dentro de si guardava um rancor, por estar sendo usada, era assim que se sentia...
Muito embora o seu primeiro contato com o sheik, ainda no mercado, tivesse despertado também seu coração solitário.
E pensava durante a dança:

" Ele me pareceu bom, mas agora vejo que não o é, não passo de mais uma odalisca do seu harém, é como todos os homens que se aproveitam das mulheres, fazendo com que sejam meros objetos de seus desejos."
O sheik também estava imerso em seus pensamentos:

" Não me enganei, ela é a moça certa, é diferente das outras, o seu olhar altivo mostra que ela não é submissa, tem personalidade... E como dança maravilhosamente bem! "
A testaria por um breve tempo, para notar as suas reações, e depois revelaria a verdade: Ela seria sua esposa!

Sumara fez uma reverência ao fim da dança, e saiu apressada para o aposento atrás do salão. O sheik ainda ficou um tempo ali e depois foi para seu quarto, mas naquela noite, não dormiu:
Apenas pensava em Sumara...
E no harém, Sumara também não conseguia dormir, estava com receio de se apaixonar por ele, isso seria terrível! Sabia que nunca poderia ocupar lugar no coração do sheik, porque era apenas mais uma de suas odaliscas... Com esse pensamento finalmente dormiu...

Passaram-se muitos dias, e o sheik todas as noites a fazia dançar para ele, já não queria outra para isso...
Numa manhã clara e ensolarada, um mercador passava, e pediu um pouco d´água no portão de entrada do palácio. Sumara que estava no pátio, o viu e decidiu levar a água para o mercador, recolheu com sua ânfora da fonte, e deu-lhe em uma concha, pelas grades do portão...
Ele bebeu o quanto precisava, e agradecido por ela ter sido caridosa para com ele, resolveu lhe dar um presente...
Assim, procurando entre seus objetos de venda, achou uma garrafa decorada muito bonita. Entregou nas mãos dela, dizendo:

_ Como você foi boa comigo, aceite esse presente, é apenas uma garrafa, mas é de coração que te dou... Está comigo há muitos anos...
Espero que sirva para alguma coisa.
_ Obrigada, é uma linda garrafa!

Ele assentiu e virou-se acenando com a mão...
Quando Sumara olhou de volta, ele estranhamente já havia sumido...

Levou a garrafa para dentro, colocaria flores para enfeitar, porque serviria de jarro, era muito bonita cravejada de pedras coloridas.
Ao retirar a tampa, uma fumacinha saía de dentro, e logo um gênio estava em sua frente!
Olhando para Sumara disse, fazendo uma reverência:

_ Bem, aqui estou para ser seu gênio! Realizarei apenas 3 desejos, mas pense bem, para depois não se arrepender!

A moça quase caiu para trás, mas depois se recuperando do susto, respondeu:

_ Então vai me conceder 3 desejos? Deixe-me ver, não sei bem o que pedir, mas a primeira coisa que me ocorre, é a liberdade, quero sair daqui agora!
_ Que seja!

Batendo palmas o gênio levou Sumara do palácio, e num passe de mágica, estava nos arredores da cidade. Agradeceu ao gênio, e disse que aguardasse sua chamada, para quando ela decidisse os outros 2 desejos que faltavam...
Ele concordou, afinal, era justo que pensasse com calma o que queria realmente...



Sumara pensou em procurar sua irmã Sulamita, que há muito tempo não via, queria morar com ela, até decidir o que fazer dali em diante...
O gênio a seguia, mas apenas ela o via...
Ao chegar na casa de sua irmã, notou que ninguém vinha atendê-la. Ficou preocupada. Será que Sulamita havia sido pega com ela, por algum mercador inescrupuloso?
Sumara chamou e nada... Perguntou ao vizinho, um mercador de frutas, se ele sabia o paradeiro de Sulamita:

_ Boa tarde Bartolomeu! Sabe de minha irmã?
_ Sim. Ela acabou de perder um bebê, e está ainda na casa da parteira, que está cuidando dela.
_ Ah, obrigada por me dizer... Vou até lá, agora mesmo!

Sumara bateu na porta da casa humilde, mas muito limpa, da senhora parteira. Ela veio atender, e disse espantada, ao reconhecer Sumara:

_ Sumara! Você veio! Como soube do que aconteceu com a sua irmã?
_ Acabei de saber pelo Bartolomeu...
_ Ah, sim... Sua irmã está bem agora, mas o bebê não resistiu...
Entre minha filha, venha falar com ela...

Dito isso, Sumara entrou, e viu logo Sulamita deitada em uma cama, ainda abatida... Beijou-lhe a testa.
Sulamita abriu os olhos e ficou surpresa... Mas pelo menos uma coisa boa acontecia: Sua irmã estava ali, depois de mais de um ano que não se viam!



_ Sulamita minha irmã, estou triste com tudo isso! E eu, que nem sabia que você estava grávida! Mas agora estou aqui, e vou te ajudar. Estive em cativeiro, fui vendida ao sheik, era uma de suas odaliscas.
_ Mas que absurdo, minha irmã! Então te fizeram de serva? Logo você, que sempre foi tão forte, decidida, e livre!

O gênio, a tudo observava...
Sumara levou sua irmã de volta para casa, com todo cuidado e carinho, pois ainda estava fraca, mas antes, agradeceu a senhora parteira pelo que fez pela sua irmã, e disse que depois acertava pelos serviços, ao que a senhora respondeu:

_ Não se preocupe com isso, minha filha... Cuide apenas de sua irmã.
Ao chegar em casa, Sumara chamou o gênio em um canto, e cochichou em seu ouvido:
_ Não tem como trazer o bebê de volta à vida?
_ Impossível! Sou apenas um gênio, e ainda estou aguardando os seus 2 desejos, para que eu fique livre finalmente!
_ Pois muito bem! Lá vai mais um: Quero que minha irmã esqueça essa tristeza, e viva na fartura a partir de agora!
_Que seja!

Dizendo isso, e batendo as palmas, a casa se transformou em uma estalagem grande, com muitos quartos, salão, uma excelente cozinha, bem abastecida de tudo, e banheiros romanos...
Sulamita poderia ter seu próprio negócio, e esquecida do passado, não sofreria mais.

_ Muito bem, gênio! Ótima ideia essa, da estalagem! Mas tem certeza que ela não se lembra do passado?
_ Claro! Eu não faço trabalho pela metade!

Satisfeita, Sumara conversou com a irmã como fariam para que a estalagem ficasse bem cheia de hóspedes. Decidiu que faria um apresentação de dança do ventre todas as noites, isso garantiria que os viajantes tivessem interesse pelo lugar, afinal, uma atração assim, só no palácio do sheik!



A estalagem lotou de viajantes pela noite, a notícia correu pelos arredores do lugar, de que haveria uma atração especial de dança. Sumara estava certa. Sua dança garantiria um bom dinheiro para elas, a estalagem estaria sempre cheia...
Mesmo cansada, quando se deitou, não conseguia dormir, porque sua mente estava em outro lugar: No palácio, na lembrança do rosto do sheik...

Enquanto isso, no palácio, o sheik andava de um lado para outro, sem entender como a sua eleita, tinha sumido inexplicavelmente dali...
Berrava, gritava com os servos e servas que continuassem a procura, mas de nada adiantava...
Um pensamento deixou-o preocupado:

" Não posso deixar que ela suma pelo mundo. Agora que encontrei a quem amo, não poderei desistir de procurar. "
Resolveu então, que no dia seguinte, ele mesmo iria procurá-la.
Pela manhã disfarçou-se, mas dessa vez de vendedor de tapetes, e saiu do palácio para o resgate de sua amada...

Apregoava o produto que estava em uma carroça devidamente providenciada pelo seu amigo Rachid, até que avistou um rosto conhecido no meio do povo: "Sim, era ela!"
Sumara estava no mercado de frutas e enchia um cestinho. O sheik se encaminhou até ela, disfarçadamente, não queria que ficasse assustada...
Saberia agora, o que se passava finalmente, e como ela teria escapado sem deixar rastro pelo portão do palácio...
Ela se dirigia para a estalagem, e o sheik achou estranho não conhecer aquele lugar, parecia novo para seus olhos, uma estalagem perto do mercado, não poderia ficar despercebida...



Largou a carroça com os tapetes em um beco, e foi até a estalagem, iria entrar como viajante e aguardaria o momento certo para falar e se declarar de uma vez para Sumara...
Ao perceber que o homem que entrara era o sheik disfarçado novamente, Sumara levou um choque!
Estava atônita, com medo que ele a levasse de volta, e assim perdesse mais uma vez, a sua liberdade.
Ele tapou-lhe os lábios com dois dedos, e fez sinal para que nada dissesse.
E repentinamente a beijou... Sem esperar tal atitude, ela ficou espantada, mas correspondeu deixando-se beijar, enebriada, nos braços robustos do sheik...

Ele confirmou seu amor, dizendo as palavras que tanto ela sonhava ouvir:

_ Te amo Sumara, como nunca amei ninguém antes! Quero que volte ao palácio, e seja minha esposa, governe comigo o reino, e tenhamos filhos que serão fruto do mais puro amor!
_ Nossa! Por essa eu não esperava! Mas aceito, porque já o amava, desde o primeiro olhar...

O gênio, que tudo via, de braços cruzados aguardava pacientemente ao último desejo, para que fosse embora de uma vez por todas dali...
Disse então tocando o ombro de Sumara:

_ Esse sheik aí, te ama mesmo Sumara, mas me diz logo, de uma só vez, qual é o terceiro desejo?
_ Fique quieto! Não me perturbe mais!
_ Que seja! Agora finalmente estou livre e vou embora! Adeus, Sumara!

Dito isso, o gênio sumiu, e nunca mais Sumara soube dele... Mas até hoje ela fica pensando como desperdiçou o seu terceiro desejo...

Sumara casou-se com o sheik, e o palácio no dia, estava em tumulto, porque todos queriam saber quem era a escolhida, entre todas as moças do reino. Quando os portões do palácio foram abertos, o povo e a nobreza se juntaram...
O casamento foi lindo, e muitos choravam...

Muitos aplaudiam, pelo sheik ter escolhido uma de suas servas para ser a sua esposa.
Sumara convidou sua irmã Sulamita, para morar com ela no palácio, afinal, não poderia deixar de cuidar da irmã mais nova...
Sulamita pediu a Bartolomeu que tomasse conta do negócio dali em diante, e foi morar com o casal.
Depois do primeiro ano de casamento veio o primeiro dos 3 filhos do casal, e quem ajudou a criar, com o maior amor do mundo?
Sulamita, a quem a vida, havia negado o desejo de ser mãe...


FÁTIMA ABREU 
Fatuquinha




                               1001  BEIJINHOS 


sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Continuidade...

Tempos atrás, fiz essa pequena poesia, em resposta a uma pessoa que me desafiou:

O QUE SOU

Não sou a serpente inca.
Acaso achas que sou?
Não, sou a sereia que vem nas marolas.
Sou o azul que as serpenteia.
Sou o branco trazendo a paz no olhar.
Sou o véu que encobre a tristeza e traz flores nas mãos de rara beleza.
Sou o ar que respiras quando sente meu odor de almíscar selvagem.
Sou a flor que colhe às tuas margens.

Fátima Fatuquinha Abreu

Agora, continuo de onde parei:

Sou a Lua que te brinda com meu brilho.
Sou a ninfa das águas do rio...
Também, a musa de toda tua poesia!
E que te cobre com meu corpo, em cada noite fria...
Sou a brisa que levanta teus cabelos,
Também aquela que te cobre de beijos...
Sou a alma que te falta, nesse coração duro.
E que poderia desabrochar, ao meu significativo doce olhar...

Fátima Abreu Fatuquinha

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

OLHOS

HJ É UM DAQUELES DIAS 'MÁGICOS', RS... QUE EU NÃO SEI PQ, MEUS OLHOS MUDAM DE COR...






Olhos

Que margeiam minha alma
Que mudam porque querem (de cor).
Eles tem vida própria!
Tem, seu próprio querer
Ainda que eu não entenda, porque de uns anos para cá, isso venha acontecer...

Fátima Fatuquinha Abreu

As Criações de Deus

A dinâmica desse fds no grupo 'Amigos', no zap, foi escolhida:
"As Criações de Deus"



 Fiz então para abri-la, essa poesia:

A CRIAÇÃO

E Deus criou os anjos para fazer companhia.
Criou a noite e o dia...
Criou tudo que há no UNIVERSO.
Criou os mares, montanhas, a natureza, enfim...
Criou você e a mim...


Pai Criador de todas as espécies!
Deixou também aqui, algo invisível aos olhos, mas que foi nosso maior presente:
O amor!

E o Jardim do Éden, se coloriu em flor.

Deus criou a vida!
Embora seus habitantes humanos não souberam obedecer as regras do Pai...
Deus criou então a morte, antes nunca falada.
Adão e Eva fizeram por merecer...
Depois de muito tempo, Ele ofereceu para a Humanidade, seu único Filho:
A melhor de todas as suas obras!
Jesus, o CRISTO.
Nosso amigo de todas as horas.

Amado por muitos, e incompreendido por outros...
Padeceu então na Cruz.
Mas, deixou sua mensagem ao mundo:
"Amai uns aos outros, como eu vos amei"
E dessa feita foi ao Céu.
Ficar em seu lugar de direito.
E aqui na Terra, a lição ficou.
Vamos juntos tentar realizar, a mensagem que o Mestre plantou.

Fátima Fatuquinha Abreu