Meu texto foi atualizado.
Imagem colhidas na web. Desconheço autoria dessas imagens.
Eu, Fátima Abreu:
Deixei de dizer algo? Não até aqui... Não desperdicei a dádiva do tempo.
Eu, que sou tão preocupada com ele. Sei valorizá-lo.
Sei que o tempo não é como pensamos realmente. E por isso, talvez, faço bom uso dele.
Amo, cuido, perdoo, ajudo.
Realmente é UM PRESENTE DE DEUS.
Pois, ao acordar pela manhã, estamos vivos; e isso é um grande presente.
O nosso tempo restrito entre nascimento e morte, deve ser bem vivido.
Aliás, alguém já disse em algum tempo e lugar:
"Não nascemos só para comer, beber, fazer filhos, dormir, trabalhar e morrer. A vida é muito mais que isso..."
O tempo é areia que desce na ampulheta.
Não é razão de desculpas, mas, muitos usam dele para isso.
O tempo é a semente que veio do Cosmos e adaptou-se a cada planeta.
Uns tem sua órbita em um dia, outros em meses...
Por isso, ele não segue uma regra definida para todos.
E cada um de nós, teríamos que utilizá-lo positivamente.
Numa fração de segundo, pode ser tarde demais.
Não deixe de dar o abraço. Não deixe de estender a mão.
Não deixe para amanhã o : EU TE AMO, esperando que outro (a) diga primeiro. Arrisque-se!
Não deixe muda, a palavra presa na garganta.
Da mesma forma, interrompa ciclos que não cabem na sua vida!
Velhos conceitos, estigmas familiares, pesos que vem de outras gerações...
Lembre-se que amar, não é ter que levar nas costas, o que sua família trouxe por décadas!
Crenças limitantes e dores antigas não te pertence!
Jogue fora o que não te cabe e comece uma nova história!
Ciclos doentios precisam ser findados.
Siga em frente, escale sua montanha e veja o que tem no topo.
Você pode e consegue, se tiver motivação e vontade de romper o cordão que te mantém preso.
Fátima Abreu Fatuquinha


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