O Carnaval nos tempos idos, faziam para mim, algum sentido:
Eu realmente, no ápice da minha juvenrtude, brincava, pulava...
Em blocos, clubes e em toda parte, que eu pudesse ir na minha menor idade.
Eu escolhia minha fantasia, e minha mãe como boa costureira que era, a confeccionava.
Escolhia os apetrechos nas lojas de Madureira.
Ficava realmente bonita.
Claro, era jovem, corpo perfeitinho, e as fantasias combinavam comigo.
Passei muitos carnavais desde pequena, na minha cidade, Rio de Janeiro.
Mas, no carnaval de 1978, isso foi diferente:
Conheci o de Recife e Olinda; e toda aquela divertida gente!
Foi bom, memorável, diria...
Contudo, 3 anos depois, a palavra CARNAVAL, na minha mente, se dissolvia:
Casei cedo, aos 16 anos, e a vida mudou.
O gosto pelo antes divertido, passou.
Restaram fotos antigas, para lembrar essa época de euforia.
Não tenho a menor vontade de olhar.
Tudo passa na vida.
Cada época, gostamos de coisas diferentes...
Cada década, uma nova história; um novo capítulo a ser vivido.
Todavia, recorri a IA, para fazer minha participação, no carnaval da ilusão.
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