FATUQUINHA E SEU LAR
*AQUI SE ENCONTRA POESIAS, CONTOS, CRÔNICAS, ARTIGOS E MUITO MAIS.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Dueto: Paixão- JDMiguez e eu. Republicado
ENIGMA- REPUBLICADO *
*TAMBÉM REPUBLIQUEI ESSA POESIA, DEVIDO SER UMA DAS MAIS LIDAS NO ANO PASSADO, AQUI NO BLOG.
VOCÊS, LEITORES QUE ME ACOMPANHAM, SABEM COMO ADORO ARTE.
A MAIORIA DAS MINHAS POESIAS BROTAM DA IMAGEM QUE VEJO:
SINTO AS PALAVRAS QUE AS DESCREVEM.
OU ATÉ UM CONTO QUE SE PODE CRIAR EM TORNO DA FIGURA...
ENIGMA
Cansaço infinito se apossou da mítica figura.
Ela, que tantos milhares de anos esticava-se ali...
Queria ser apreciada.
Também decifrada.
Caso contrário, devoraria...
Não, ela não era má.
Apenas cumpria o objetivo para qual fora criada.
Dos deuses antigos, a fiel serva amada...
Seus dias de glória não foram esquecidos na imensidão das eras.
Natural, pois mesmo sofrendo a erosão já esperada, mantinha firme a sua missão.
E ficava ali:
Noites, dias...
Frio e calor.
Entretanto, ela não sentia:
Fazia por amor.
Mesmo ao devorar quem não a decifrasse, tinha certo sentimento de piedade:
Fechava os olhos.
Então, seguia aquilo que suas ordens ditadas desde sua construção, mandavam fazer...
Não queria matar, mas precisava, se seu enigma não fosse descoberto.
Era assim que tinha que ser.
" Decifra-me ou devoro-te"
Outros tempos aqueles...
Agora, cansada, retoma à sua forma original:
Moça, bela, formosa, que pelos deuses antigos foi tomada em prova...
Descanse, figura.
Este é o seu momento.
Pois todos tem começo e fim.
Sua missão acaba aqui.
Pode rumar para as estrelas enfim...
Pelos 'deuses' fora preparada.
Nada mais justo, que vá para sua morada.
Fátima Abreu
Fatuquinha
O CHORO DO VIOLINO-republicado
E eu, quando ouvi a primeira vez,
o choro do violino
que o rapaz em Niterói, tocava,
enchi o coração de uma mistura de angústia e embriaguez...
Era o meu tango preferido,
que ele ali, no meio da multidão que passava na calçada,
soava em acordes que alcançavam minha alma...
Queria ficar ali, perdida naquele som, que embriagava, como vinho tinto, na taça.
Dói meu coração quando relembro, pois, enquanto eu daria tudo para levar aquele som comigo,
e cobrir aquele jovem de gratidão, por momentos de pura beleza,
outros passavam e no corre corre, não reparavam,
que na Arte, se encontra uma espécie de alimento.
Acho que anjos tocam lá em cima,
e os dons se abrem em mãos preparadas para recebê-los,
pois, somente dessa forma pode-se explicar,
o porque da música, fazer-nos viajar...
A angústia, era de saber que ele não era aproveitado em uma orquestra, teatro, ou até em outro lugar.
Talento assim, desperdiçado em ruas, que tão pouco conseguiria de gorjeta...
Quando deveria estar brilhando em um palco,
suavemente deslizando aquele arco...
E sempre se repete para mim, o mesmo sentimento:
Toda vez que passo por ele, e com olhos marejados o observo,
tocando como um anjo, sem a devida recompensa...
Um anjo jovem na Terra, que chora um desespero nas cordas do violino:
A urgência do ser.
Que até aquele momento, nada além, poderia fazer...
FÁTIMA ABREU
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Tempo Para a Escrita- republicado
domingo, 15 de fevereiro de 2026
Um Trem Diurno Partindo Para as Estrelas
Um trem Diurno Partindo Para as Estrelas
E sem esperar (ela deitada), ele então lhe disse:
"Um trem Diurno Partindo Para as Estrelas..."
Era um motivo para escrever, tinha que ser.
Ela não esperava aquela viagem naquele momento...
Ele já se deitando sobre ela, a beijava...
E o trem diurno partia na direção almejada.
Ela abriu o caminho, ele seguia intrépido; O motivo era levar sua passageira até as estrelas.
Que ela visse uma constelação inteira!
Seria pouco apenas uma ou duas...
A passageira estava extasiada com o percurso que o trem seguia..
E nessa embriaguez sem vinho, ela gemia...
A primeira estação chegava.
O trem não parou, ao contrário, seguiu em frente acelerou...
Era um trem diurno. Poucas vezes havia esse horário disponível.
Muito embora, tempo não faltasse para essa viagem.
É que de vez em quando, a manhã se torna atrativa para esse passeio...
Ela e o trem, em completa sintonia, deixam as estações passarem para aproveitar cada uma, no dia.
Finalmente quando o trem chegava na última estação,
Ela sorriu e satisfeita, disse-lhe que era a sua total superação...
Cada viagem que ela tinha nesse trem, era mais bonita e atrativa...
E ele superava, pois o percurso sempre mudava.
Em vez do apito de aviso, ouvia-se gemidos e sussurros na chegada.
Fátima Abreu Fatuquinha
Eu Vou Quando o Vento Parar- republicado
Eu vou quando o vento parar.
Não sei ser aventureira, no meio de uma tempestade.
Sou apenas cautelosa...
Quem passou por intempéries antes, se mantém na defensiva!
Irei quando o vento parar o seu sopro.
Ele atormenta.
Sinto apenas falta da brisa em dias de calor intenso...
É apenas pequeno sopro de um vento.
É assim na subida, fazendo força contra ele...
E também na descida, quando o vento forte, empurra para baixo.
Então, me desculpe essa falta de coragem, mas, irei quando o vento passar.
A vida espera sim. Não existe tempo cronológico, enquanto há amor em mim.
Fátima Abreu Fatuquinha
VIVER É TÃO SOMENTE CAMINHAR- republicado
VIVER É TÃO SOMENTE CAMINHAR
Voei, entretanto, não criei asas.
Fugi, mas, não esqueci.
Amei e fui amada, amo novamente...
Tudo é passado, se contar como TEMPO.
Porém, tempo é relativo, e errar também.
Não existe fórmula nem para mim, ou para mais alguém...
Sorri mares.
Amo oceanos.
Continuo no meu caminhar.
A estrada é longa, mas, um dia vou chegar!
Há pessoas que pegam atalhos... Bem, isso parece, mas, não é conveniente:
Um atalho mal escolhido, pode dar numa curva de enorme perigo...
Domingo de Carnaval
O Carnaval nos tempos idos, faziam para mim, algum sentido:
Eu realmente, no ápice da minha juvenrtude, brincava, pulava...
Em blocos, clubes e em toda parte, que eu pudesse ir na minha menor idade.
Eu escolhia minha fantasia, e minha mãe como boa costureira que era, a confeccionava.
Escolhia os apetrechos nas lojas de Madureira.
Ficava realmente bonita.
Claro, era jovem, corpo perfeitinho, e as fantasias combinavam comigo.
Passei muitos carnavais desde pequena, na minha cidade, Rio de Janeiro.
Mas, no carnaval de 1978, isso foi diferente:
Conheci o de Recife e Olinda; e toda aquela divertida gente!
Foi bom, memorável, diria...
Contudo, 3 anos depois, a palavra CARNAVAL, na minha mente, se dissolvia:
Casei cedo, aos 16 anos, e a vida mudou.
O gosto pelo antes divertido, passou.
Restaram fotos antigas, para lembrar essa época de euforia.
Não tenho a menor vontade de olhar.
Tudo passa na vida.
Cada época, gostamos de coisas diferentes...
Cada década, uma nova história; um novo capítulo a ser vivido.
Todavia, recorri a IA, para fazer minha participação, no carnaval da ilusão.
domingo, 8 de fevereiro de 2026
Eu Me Acho No Azul...
• Artist: BTS j-hope • Song ♫: Blue Side • Album: Blue side • Released: 21.03.02
Muitas coisas eu tenho para amar e admirar esse ser humano maravilhoso, que é meu "solzinho",
JHope! Jung Hoseok !
Incrível que mesmo de culturas diferentes e idades também, a minha conexão com ele é gigante!
O Azul é minha cor.
E desde que ouvi essa canção em que ele com sua voz suavíssima, tocou bem dentro do meu coração, lembrei de uma poesia minha bem antiga, que se chama:
AZUL
********
Agora:
Azul- Poesia atualizada
Olho o mar profundo...
E para o céu também.
Há tanto azul no mundo!
Isso me faz bem.
Azul é minha cor.
Tenho pensamentos azuis.
Para mim, anjos tem vestimentas dessa cor.
Azul das baleias.
Azul da cor dos olhos de alguém...
Mas, não posso esquecer,
Que me visto de azul também.
Azul, pode variar:
Celeste, marinho, não importa!
O que importa, é ser azul.
A minha cor.
Aquela que está na minha alma.
Tenho uma azulzinha!
Desde pequena, até ser Fatuquinha.
Mais uma Prosa Poética - Atualização de links de livros da saga do "Círculo"
Pintura de Kathrin Longhurst
Prosa poética: Carinho para com Diana*
Diana, pegou um de seus colares, o de pérolas genuínas, que Cecília a presenteara.
Admirou o comprimento e achando grande, deu duas voltas com ele em seu pescoço.
Prendeu o cabelo castanho, em um coque baixo.
Tirou a roupa que minutos antes, usara no baile de máscaras.
Ficou apenas com leve camisola transparente.
Pegou a garrafinha de licor de chocolate, e colocou ao seu lado.
Pequena dose não faria mal.
Talvez, estimulasse sua mente desmemoriada, pensou...
Mas, adormeceu antes que a pessoa que esperava, chegasse.
Um ruído de porta abrindo cortou o silêncio do quarto.
Ele a olhou em um sono tão profundo e calmo, que deitou-se ao seu lado sem balançar a cama.
Quando a atenção e o carinho são grandes, cuidamos de quem se ama.
Fátima Abreu Fatuquinha
* Diana é uma das personagens principais do meu livro de romance erótico:
A TRILOGIA DO "CÍRCULO", 1001 Liberdades, O Retorno do Casarão e
Um Conto de Areia & Mar- Versão em inglês
https://www.amazon.com/Tale-Sand-Fatima-Abreu-Fatuquinha/dp/1611028949
Foi publicado nessa época, essa versão.
Atualmente, tenho 33 livros, nessa ocasião tinha poucos ainda...
A Tale of Sand and Sea Paperback – June 13, 2014
Era uma Vez, Uma Menina...
Era uma vez, uma menina que tinha sonhos mil...
Era uma vez, uma menina que perdeu a adolescência para a vida de mulher adulta, num piscar de olhos, aos 16 anos...
Era uma vez, uma mulher que teve 3 filhos.
Era uma vez, uma pessoa que se tornou forte, porque o mundo não foi fácil e não é!
Era uma vez, uma mulher que escrevia tudo que vinha em sua mente.
Fosse o que fosse, ela escrevia, para esquecer o tempo que custava a passar.
Uma esperança de dias melhores.
Era uma vez, uma mulher que se tornou terapeuta holística.
Não esquecendo a escrita, que sempre foi sua válvula de escape nessa vida.
Quantas vidas teve antes?
Desde mãe, pequena comerciante, escritora, terapeuta... Contudo, nada que a fizesse brilhar; mas, foram momentos dessa vida, que teve que passar...
Era uma vez, uma mulher que subiu, desceu, subiu novamente, ficou aprumada; e depois, os dias se tornaram difíceis novamente.
Essa menina/mulher era a "Pingo de Gente". (Fatuquinha, para os conhecidos)
A mesma que ia nas matinês de cinema, quando criança, para assistir TOM & JERRY.
E através da IA, agora se diverte com eles novamente...
Fátima
Abreu
Fatuquinha
Eles Estão de Volta! BTS, Meus 7 Amores!
Amores em número de 7.
Pessoas do meu e seu coração, Army.
Dias de alegria para quem os ama.
O aconchego que faltava.
As asas para voarmos.
O meu peito se enche desse ar, que também respiram.
Pelo mundo inteiro, onde estiverem, eu sei que fico acalentada com essa presença, como se estivessem aqui, no meu cantinho, com todo carinho.
Sou B- Army com todo orgulho!
Amo, e minha idade não conta.
Para amar, basta sentimento profundo, desse imenso bem estar!
Eu roxo vocês!
Alegria do meu viver!
BTS, fico feliz de nesse momento da minha vida, ter esse amor vibrando alto.
Como em um estádio cheio de gente, gritando seus nomes, eu grito dentro de mim:
É amor sem fim!
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Vestia Azul- republicado atualizado
Vestia azul
Um tom entre o marinho e o anil
Azul, como o céu e mar
Como seus olhos
Cecília desnudava-se agora:
Puxou o laço que segurava o vestido.
Ombros de fora,
Costas nuas.
Um olhar perdido no mar à sua frente,
E a certeza, que por mais que estivesse cercada de gente,
A solidão a perseguia...
Não era branda como o azul que antes vestia,
Era cinza, como um fim de madrugada;
Amarga.
Prosa Poética Para o Livro 33: Enfim, Cecília- Vol 2
Cecília finalizou um ciclo. A saga da Fraternidade do "Círculo" ainda assim, continuou.
O Casarão estava de pé, a casa de Petrópolis não.
Um incêndio criminoso aconteceu, e abalou seu coração.
Contudo, ela enfim, se casou.
Um homem que a amou de longe, a conquistou.
Muitas coisas aconteceram ao longo desses anos...
Muitas idas e vindas, de um país a outro.
Porém, ela tinha raízes; e nessa nova etapa de vida, achou melhor voltar ao seu território.
Voou para Nova York, levando consigo, César, como marido.
Muitas memórias ficaram registradas em sua mente criativa...
E um cintilar de taças de vinho, amor, sexo e carinho.
Imagens do livro geradas por IA:
Todas essas imagens estão descritas na trama, fazem parte do enredo.
Ficou curioso (a)?
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Ou em ebook (PDF) diretamente comigo, pelo valor de R$ 20,00.
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Envie mensagem com a palavra: Livro.
Não atendo ligações! Não insista, por favor.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
Livro número 33
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Sinopse
Epílogo da saga de romance erótico/ policial que criei ao longo desses anos.
O primeiro: A TRILOGIA DO CÍRCULO, seguido de: 1001 LIBERDADES, O RETORNO DO CASARÃO e ENFIM, CECÍLIA!
Esse é o final da trama da Fraternidade do "Círculo".
Quem não conhece essa saga, dou um resumo básico aqui:
TUDO INICIA COM JANE, EM SAPUCAIA.
DEPOIS A TRAMA SEGUE COM A PERSONAGEM PRINCIPAL, QUE CHAMA-SE CECÍLIA: UMA RICA AMERICANA CRIADA NO BRASIL.
Cecília é dona do Casarão, onde a Fraternidade do "Círculo" nasce.
Ela é dominadora e poderosa, no entanto, gentil, altruísta, amiga e companheira de todos.
Lá existem poucas regras, mas, a principal é não ter ciúmes entre os membros e viver em amizade.
Vários atentados externos tumultuam a vida das pessoas dessa fraternidade:
Chantagens, sequestros, atentados à bala e incêndio criminoso.
Cecília consegue manter tudo sob controle com muita inteligência e perspicácia.
Ela é auxiliada pelo delegado Fontes e também todo o grupo, em várias situações.
























