Meu texto foi atualizado.
Imagem colhidas na web. Desconheço autoria dessas imagens.
*AQUI SE ENCONTRA POESIAS, CONTOS, CRÔNICAS, ARTIGOS E MUITO MAIS.
Meu texto foi atualizado.
Imagem colhidas na web. Desconheço autoria dessas imagens.

O Mestre Calceteiro
Com a IA, ajudando, fiz esse encontro: Eu, comigo mesma.
Aquela menina tinha medo, ninguém percebia.
Uma época que crianças, mal podiam entrar na sala ou cozinha, quando adultos conversavam, quem diria notar o que aquela pequena sentia...
Era um terror da noite e o que ela trazia; visões, pesadelos(?) Nem ela mesma sabia.
Ela mal podia falar de seus sentimentos.
Vivia calada, sem mostrar aos adultos seu tormento.
Assim foi por um bom tempo.
Uma menina educada, estudiosa, premiada na escola; aquela que todos achavam bonitinha e talentosa, mas, que dentro de si, guardava seus medos e temia revelar pois, achariam que ela estava ficando maluca.
Assim, passaram-se os anos. A conversa nunca houve. Ninguém procurou saber.
A menina casou cedo, e assim, cuidando da propria vida, e de tudo que viria depois; não era necessário falar mais nada.
Carta fora do baralho.
Agora sigo aqui, com algumas memórias que ainda me afetam, porém, como terapeuta que sou, tento cada vez mais, deixar essa página virada na minha história.
Afinal, era a época, anos 60/70, e ninguém percebia muito o comportamento infantil.
Os adultos estavam focados em viver a família como uma sociedade: Cuidar do sustento, saúde física, educação escolar dos filhos, e o resto não precisava prestar muita atenção.
Mesmo não gostando muito do mundo como está hoje, isso eu tenho que validar:
A família atual, percebe as ações e sentimentos de seus filhos, sendo mais fácil detectar qualquer coisa que pareça diferente no comportamento.
Eu aqui, agradeço por isso, pois, outras crianças não serão ignoradas nesse sentido, como eu fui.
E como eu disse acima, a IA promoveu esse encontro, e eu digo para minha versão menina:
- Temos um parque de diversões na vida: Um dia ele está fechado para manutenção.
No outro, ele abre; e será nosso dia de brincar, esquecendo a alheia incompreensão.
Nessa data comemoro meu aniversário. Foram anos sem bolo, e sem comemoração, até que depois de 2018, comecei a comemorar de forma simples: Com um bolo e algo salgado para contrabalançar.
Uma vez torta salgada, outras vezes salgadinhos encomendados... Pelo menos 2 vezes, recebi pastéis de presente também.
Todavia, em janeiro de 2023 conheci os 7 amores da minha vida => BTS!
Eu me tornei B-Army (o fandom brasileiro) e daí em diante, minha vida ganhou mais alegria!
Como eu já disse em outro texto: Eles são o cobertor para meu frio e o sol para dias nublados.
Deram mais cor à minha vida; conforto, e esperança de dias melhores.
Então, em 2024, comecei a fazer pequenas homenagens em meu aniversário simples.
Foi o marco dos 60. O dia 19 d emaio passou a ser não só meu, como deles.
É o meu amor expresso em singela homenagem. A quem me dá tanto!
Vida que me trouxe o acalanto das músicas do BTS, para que eu cantasse e dançasse junto, em qualquer canto da casa: Fosse na cozinha, banheiro, sala ou quarto...
O meu refúgio está concentrado em 7 pessoas que nunca vou conhecer nessa vida; porém, que estarão no meu coração sempre, enquanto eu estiver nesse planeta!
BTS forever!
Fátima Abreu Fatuquinha 💜💜💜💜💜💜💜
Eu que nunca me dou por vencida, continuo aqui remando no rio da minha vida.
Tenho a idade de dizer o que penso.
Se incomodar alguém, vou dizer assim mesmo, pois, o julgo alheio não faz diferença para mim.
Foi- se o tempo que isso tinha alguma importância.
Reflexos familiares, de criação, e sociedade arcaica. Aparecer para outro: Mostrar beleza, status, formação acadêmica, poder de compra...
Onde se vestiam máscaras de fantasia, para dar aparências boas, até onde não havia!
Nunca gostei de temperamentos assim. Não servem para mim.
***
Eu sou o que sou, e pronto!
Não tenho medo de dizer que sou uma autora que escreve também* erotismo.
Aos puritanos, só lamento pela sua hipocrisia, porque de sexo, todo ser humano gosta!
É a nossa parte animal. Somos espírito, corpo e sensações.
Dentre tantas emoções humanas, o desejo sexual brota com os hormônios em ebulição.
Não seria eu a lhes dizer isso. Você sentem.
Se não comentam nada nas minhas postagens de contos e poesias eróticos, não me importo com isso.
Já dizem por aí, que blogs no Brasil não são muito lidos mais.
E daí? Dou de ombros. Não escrevo para ganhar nada.
Nem meus livros tenho tempo de anunciar direito!
Desde que meus pais vieram morar comigo, em 2023, meu tempo é dedicado a eles, na maioria do dia.
O tanto que venho aqui escrever, é para somente esquecer o meu dia atribulado.
Escrita terapêutica; para uma terapeuta como eu, isso faz bastante sentido.
Lavar a alma nas letras.
Formar frases inteiras com meus sentimentos, sejam de alegria, ou de tristeza.
Gosto de prosas poéticas, porque posso me dar ao luxo de rimar de vez em quando.
Mas, se vocês não gostarem disso, sinto muito, outra vez. Esse é um problema seu, não meu.
***
Na ampulheta que conta o tempo, na areia que cai, eu sou aquela que vou dizendo o que vem em mente, nesse processo.
Meu tempo linear só conta nessa Matrix holográfica, criada por um sistema imposto há milhares de anos...
Na verdade, meu tempo é em espiral. Posso voltar na infância de forma natural:
Fecho os olhos, me vejo menina novamente...
Vou até mim, sento na areia da praia, pois, é o meu cenário preferido; e tenho aquela conversa que precisava:
"Se prepare Fatuquinha, a vida vai ser difícil, seu karma é grande. Mas, fica tranquila, criança. Terá momentos de alguma bonança."
Nessa conversa, a menina de 5 anos, ainda de cabelos com franja, negros e lisos, bate apenas os pés na areia, e responde para mim:
"Dona Fátima, não tem problema. Se tem dias bons, ainda vai valer a pena."
E aqui eu choro escrevendo esse texto, porque preciso lavar toda essa história, e deixar o rio da minha vida correr límpido, translúcido, me livrando da dor.
Ainda que seja assim, contando à vocês, o que meu coração leva.
Aqui as lágrimas descem, não copiosamente, mas, escorrem pedindo licença e desculpas ao meu rosto, por molhá-lo.
E se ainda não ouviu falar de mim, coloca no GOOGLE. Vai encontrar muitas páginas de referência.
Não sou importante, todavia, tenho muito conteúdo espalhado por aí...
Não sou influencer de nada. Me perdoe quem for, mas, acho tudo isso uma grande baboseira.
Sobreviver de likes, de visualizações, ganhar dinheiro sem fazer quase nada, enquanto tem gente que mal tem onde descansar a cabeça para dormir, vivendo de uns trocados.
Esse mundo é bem complicado!
Não reconheço esses tempo, onde vivo. Todo dia, fico de boca aberta com notícias terríveis!
E penso: "Ninguém fala o que há de bom?
Porque existem ainda boas notícias por aí..."
Ah, mas, isso não dá IBOPE! Há uma inversão de valores explícita!
Acho que vou viver numa realidade paralela. Talvez lá, junto a outros que pensam parecido, possamos realizar coisas bonitas e boas.
E assim, finalizo esse meu blá blá blá, porque finalmente acabei de chorar.
A terapia da escrita funcionou.
( *Vejam bem: Também, porque minha escrita tem muitos gêneros literários)
A personagem era loira, encantadora. Ele a acompanhou por toda saga.
Um dia, a história toda foi finalizada, e Cecília com ele, casada.
Em sua imaginação, sempre esteve com ela; porém, um dia ele se tornou personagem também.
Cecília e César.
Um casal finalmente!
E como um passe de magia, da saga, Cecília surgia!
Aqui começa um conto alternativo, para essa história:
Ele pegou mais uma vez o último livro da saga: "Enfim, Cecília, volume 2", onde era também um dos protagonistas, e releu tudo.
Aquele final que aqueceu seu coração, mente, e partes íntimas, onde ficava finalmente com Cecília, sua musa, seu amor, o deixou ainda mais excitado, e o sono não veio até as primeiras horas da manhã.
Quando finalmente os olhos baixaram com o sono, ele também sonhou com ela.
O subconsiente agia e o sonho era tão nítido!
Ele estava com Cecília numa praia paradisíaca. Sabe-se lá onde... Sonhos são assim.
A sensação era maravilhosa! O céu, o mar, a areia, as palmeiras, e ela ao seu lado.
Cecília invadiu seus sonhos e preencheu aquele vazio que sempre lhe acompanhava...
César era um homem maduro, contudo, nunca teve de verdade, aquele sentimento na vida real.
A autora, sua amiga de longa data, o colocou na saga.
Ela deu um final feliz para os protagonistas, como era de se esperar.
Em sonho ou na ficção, Cecília era sua!
********
Cecília caminhava em sua direção, saindo do mar esplendorosa!
A idade da personagem não importava.
Em sua mente, ela ainda era jovem, corpo fenomenal, de pele firme e viçosa.
Com um balançar de quadril que a tornava sexy sem vulgaridade.
Pensou então: "Que mulher maravilhosa!"
Agora ela se sentava ao seu lado, e numa expressão de puro encanto, deixou o homem arrepiado.
Ela tinha esse poder. O sol, a areia e o mar, eram pinturas para aquele cenário de paixão.
E ao ouvir sua voz macia como seda, seu corpo todo tremeu.
Poderia dizer que era tesão?
Seria o ápice de seus desejos realizado.
Um lugar de tirar o fôlego, paisagem natural digna de cartão postal!
Uma cama "Queen", espelhos por toda parte, flores, frutas, vinhos, queijos...
E o amor para concretizar.
Cecília estava ali!
Com olhos marejados, quase sem acreditar, César a beijou intensamente.
Ela estava contra a parede, de braços esticados, como se fosse vulnerável.
E a olhou num mudo silêncio de amantes.
O desejo percorria o corpo de ambos; também a vontade de concretizar o tanto de pensamentos que ele imaginou para aquele momento crucial:
Quando estariam juntos, rentes, corpos colados um com outro, e sim, numa entrega total.
Levou-a no colo para a cama finalmente, depois de muito a beijar contra a parede.
Carícias quentes, dedos hábeis de Cecília, percorriam o corpo do homem que a teria...
Com muita volúpia querendo seu pescoço, ela se lançou e o beijou.
De mastro levantado, como vela içada para ser levada pelo vento, ele levemente a acariciou entre as coxas fimes e bonitas.
Não era surpresa que a encontrasse molhada, como flor de orvalho da manhã.
Cecília ficava facilmente assim.
Um beijo mais acalorado, e ela já explodia seu vulcão interno, com lavas quentes, de cor transparente...
Os dedos de César explorou o local primeiro, para fazê-la gozar em primeiro lugar.
A vulva quente e úmida, era a morada para o broto vermelhinho e teso: Seu clitóris excitado.
Ela gemeu rebolativa na cama...
No clímax de seu orgasmo, ela agarrou as nádegas firmes de César (moldada a tantas hora de academia), e cravou as unhas delirante...
Gemeu, pediu que a penetrasse naquele instante.
Logo depois desse gozo, seria o melhor momento:
Quando a vulva já molhada, estava mais que pronta para o receber.
A cavalgada, os galopes, os gemidos, o suor na pele...
Tudo era mágico para César; diferente de experiências anteriores, com outras mulheres.
Talvez porque estava sonhando, e tudo isso se tornasse seu ideal de relação sexual.
Cecília gozava e gozava novamente, para ela, tudo era intenso!
César deu um gemido mais alto, quando seu gozo chegava: Ohhhhh...
Ela o puxou mais. Como se não quisesse que ele saísse de si.
Olhando seu parceiro nos olhos, de forma penetrante, ela disse:
- Esse é só o começo de muitos que vou te dar!
César ainda sem fôlego, respiração ofegante, caiu para o lado, e respondeu:
- Se forem todos assim... Ai de mim!
Cecília riu, e ele também.
Era cumplicidade, desejo, tudo misturado.
E uma dose forte de atração de corpos, que se queriam há tanto tempo.
Contudo, Cecília pensou:
"Passei tanto tempo procurando paixão intensa, e acabei encontrando abrigo, além disso!"
Entre brincadeiras com travesseiros, que acabaram por arrebentar, espalhando penas de ganso para todo lado, eles se divertiam como crianças felizes ao ganhar presentes.
Quando o cansaço da guerra de travesseiros, chegou, ficaram deitados, olhando as penas que ainda caíam sobre a cama.
De mãos dadas passeando pela praia, eles seguiam naquele fim de semana mágico.
Cada minuto aproveitado:
Era romance, fogo, suor, êxtase e tudo mais que se sonha ter, quando duas pessoas que se querem, resolvem conviver.
Pena César ter acordado!
Ele teria outros sonhos como esse? Ou quem sabe, Cecília num passe de mágica, pularia do livro para cima dele?
Prosa poética, Fátima Abreu Fatuquinha
Hoje não escrevo para tentar vender livros, como antes.
Quando as páginas do tempo passam, os interesses mudam.
A escrita em mim, faz o papel da terapia, e acho que para muitas pessoas é desse jeito mesmo.
Tem dias que o corpo sente o passar dessas páginas... Já em outros, sinto a plenitude daquela antiga juventude...
Danço, canto, escrevo. Vou liberando endorfina, ocitocina, dopamina e quantas forem as da alegria ou calmaria. Ventos de brisa.
Entretanto, o livro se torna amarelo, com o passar do tempo, as páginas simplesmente ficam assim.
É o fator que nos envia cabelos platinados e depois, da cor do algodão.
Eu pinto.
Brigo com o espelho, pois, ele não reconhece a minha criança/adolescente interior, mas ela está lá: Linda e fagueira, como nos tempos idos...
Saltitando como pipoca na panela.
Continuo, embora cansada de tanta coisa, a escrever; para ter como jogar para o mundo, as minhas melancolias ou alegrias.
Afinal poeta que sou, jogo flores onde há pedras no caminho. Contornando cada uma, faço uma trilha de amor, onde existem algumas lágrimas de dor.
E assim termina essa prosa poética, feita num dia de falta de ar.
Coisa, que há muito eu não tinha, porém, são retalhos cortados, que de vez em quando se juntam; se transformam não em uma colcha, mas, eu diria, num paninho de mesa.
Ventos fortes, que me deixam agitada, como as marés em noites de lua cheia.
Retalhos renovados, não os de outrora, todavia, de uma nova história.
Eu sou Fátima Abreu, Fatuquinha para os íntimos.
A menina que cultivou sonhos, a adolescente da música, a mulher madura: Escritora, terapeuta, mãe e cuidadora dos pais idosos.
Ventos só mudam de rumo.
Estações... Será que falei de todas? Ou só as do ano?
Ah, estações de trens, não.
Também faltaram as de rádio.
Ainda as estações de humor.
Fases da lua, seriam estações também?
Alguém me disse que poderia ser...
Vai se saber...
***
Estações de trem são os modelos de filmes, séries e poesia.
Então, começo por elas:
Link da imagem:/https://passagenspromo.com.br/blog/trens-na-europa/
Um trem, uma estação que chegava, ele vinha percorrendo as cidades por toda madrugada.
Levava pessoas dormindo; outras, apenas lendo um livro, ou somente correndo os olhos e não assimilando seu conteúdo.
Alguém resmungava baixinho, remoendo infortúnios do passado.
Outra pessoa ouvia uma música pelo celular.
Uma mãe embalava o filho em seu colo, numa suave canção de ninar.
Um senhor viajava sozinho, com a foto da esposa falecida no paletó, fazia a viagem repleto de nostalgia.
Era aquele o caminho que tantas vezes fizera ao seu lado; agora era pura recordação de alguém que ainda habitava em seu coração.
Assim, a cada estação o cenário também mudava...
Um vento frio correu pelo vagão: Era a fronteira entre um estado e outro, que já se podia notar.
A viagem continuava e a expectativa de cada um, se moldava.
Um pensamento, um desejo, ou uma ideia a ser realizada.
O trem, as estações e o "som surdo" daquela madrugada.
***
Estações de rádio são canais que nos levam a ouvir o que queremos.
Pois, se não quisermos ouvir tal coisa, passamos para a seguinte.
Como a vida é; feita de escolhas!
Numa estação de rádio ela reconheceu a voz que há muito não ouvia.
Era aquele locutor, que anos antes, fora seu amor.
O som que saía pelas ondas do rádio, fazia seu coração bater acelerado!
A voz rouca e sedutora que a levou ao êxtase...
Imaginou de olhos fechados ele, à sua frente:
Com o mesmo ar enigmático, que tanto outrora, chamou sua atenção.
Um terno fino, com uma gravata que não combinava.
Era bem esse estilo que ele se vestia.
Banhado de perfume, que ardia no nariz dela.
Ah, mas aquela voz!
Podia sentir ao pé do ouvido...
Nada era mais sexy do que aquilo.
Mesmo que ele não fosse charmoso, a voz superava tudo.
Não era a toa que agora se transformara em locutor de rádio!
Contudo, ela trocou a estação. Tinha o poder de escolha.
Aquilo era passado.
Livro amarelado.
Fátima Abreu Fatuquinha.
***
As estações do humor são como folhas de um caderno ou diário de alguém.
Um dia você escreve, e noutro, apenas lê o que foi escrito.
Hoje, você não está no seu melhor dia, amanhã estará bem.
E você pode ter seu "dia de fúria", escreve com rapidez, pois, assim passa a emoção sentida.
Todavia, ao se acalmar, e alma sentir que está leve como uma pluma, a escrita fica serena...
Como se seu interior, fosse uma cidade pequena.
Estações de humor vão do fogo ao vento de brisa.
Intercalando entre um e outro.
Como as estações do ano.
Que nos levam vagarosamente a chegar, onde o humor "vermelho ou branco", nos levar.
Fátima Abreu Fatuquinha
https://www.psymeetsocial.com/blog/artigos/lidando-com-oscilacoes-de-humor