quinta-feira, 26 de março de 2026

PROSA POÉTICA SOBRE MEU LIVRO 34: BATOM VERMELHO

 Prosa poética para BATOM VERMELHO:





Helena sempre usava o mesmo batom, ele era sua marca.

Então, criou o bordel, e as meninas vieram de toda parte.

A "marca" de Helena, deu nome à casa.

Uma a uma, com suas desventuras ou aventuras, chegaram ao lugar.

Algumas, porque precisavam se manter; outras por puro prazer.

Cinco histórias, vinda de duas...

Será que me entende?

Para saber de tudo, lendo somente...


Uma valia por duas pessoas, era o seu segredo, se chamava  Ivany.

Nome comum de dois gêneros, segue sua imaginação, por aí...

Tereza a pianista e professora, sonhava ir para o exterior, o preconceito da época a barrou...

Alice era o romantismo em pessoa, contudo, a vida a magoou.


E no BATOM VERMELHO, ela finalmente sentiu-se acolhida.

Já com Caroline, mesmo sendo rica, a rebeldia se juntou ao prazer, e no bordel, escolheu viver.

Úrsula, nascida ali, entendia a vida de uma forma diferente:

Queria ser amada, e amar, somente.

Mariana sua mãe, a criou longe da prostituição. 

Seu objetivo maior, era lhe dar um bom casamento.

Mesmo que isso demorasse um tempo.


Um crime aconteceu no bordel, e Helena faleceu.

O mistério fora desvendado, no final do livro, como era de se esperar.

Entretanto, do início que já era o fim, muita coisa aconteceu.


E a vida de cada uma, eu descrevi. 

Com seus sonhos ou mera ilusão, quem sabe?

São personagens criadas pela minha mente.

Que dou vida, com muita dose de sedução.

Pois, meu livro é dito erótico + 21.

O que isso quer dizer?

Que não basta ser adulto para ler.

Você sentirá! Então, isso é por sua conta e risco...

Agora me diga:

Há algum problema nisso?


Ah, mais uma coisa tenho que te avisar:

Se é solteiro (a) ou casado (a) não importa.

Depois que ler, procure alguém; porque o fogo vai crescer e bater na sua porta.

Você terá que se aliviar... 😉


Fátima Abreu Fatuquinha.


quarta-feira, 25 de março de 2026

Maribel Não Tinha Olhos Cor Do Céu - republicado

REPUBLICADO

Maribel Não Tinha Olhos Cor Do Céu 

 Por: FÁTIMA ABREU Fatuquinha

Um romance que começa em 1939, passa pelos 'Anos Dourados' e segue até os dias atuais.
Marília era filha de Donana e a mãe de Maribel. 
Passou para a filha boas lições de vida, ensinou como ser uma pessoa organizada e objetiva. 
Era amante das citações de NELSON RODRIGUES.

Uma mulher linda e bem independente para sua época. 
Venceu na vida fazendo fotos publicitárias para calendários masculinos. 
Maribel cresce seguindo os passos da mãe como modelo fotográfico e também torna-se escritora. 
A trama se desenvolve a partir daí, com outras personagens e a presença de Maribel, bem marcante em suas vidas.

 O livro contém ainda, mini contos e prosas poéticas adicionados ao enredo.
 O romance tem um final surpreendente...

Compre impresso pelo link do CDA:
 http://www.clubedeautores.com.br/book/151374--Maribel_Nao_Tinha_Olhos_Cor_Do_Ceu


 *************

Maribel tinha alguns 'poderes' que não entendia.
Qualquer relógio que estivesse perto dela, parava de trabalhar.
Qualquer bijuteria ficava escura, em questão de horas de uso.
Qualquer roupa ficava amarela, ao seu contato na pele. Muitas vezes as coisas  que queria usar eram as primeiras  a sumir inexplicavelmente de casa...
Podia ver luzes azuis saindo do alto do teto, de algum ambiente da casa.
Seus desenhos (de mulheres nuas), 'criavam vida', e houve gente que jurasse que eles piscavam os olhos e sorriam na parede.
Mas, para ela, o interessante era mesmo seu 'poder' de fazer os relógios pararem de contar o tempo.

Maribel não tinha olhos cor do céu. Contudo, tinha 'poderes' que ninguém da Terra, poderia explicar...
Fez então uma poesia sobre o tempo, os relógios e sobre ampulhetas
O 'TEMPO' tornara-se uma fascinação para ela.

**************

O TEMPO, O RELÓGIO, A AMPULHETA

Tempo foi, vem, tempo vai...
Não há na verdade um 'Presente'
Pois se houvesse, um segundo depois já seria passado...
O próximo momento é o futuro, o 'Presente' nem se sente!
 Tempo contado, não que seja de nosso agrado
Ele nos envelhece!
Porém nos torna experientes e talvez até sábios...

O relógio para comigo, não sei o porquê.
Mas sei que quanto  a isso, nada posso fazer.
Espero que o 'relógio biológico', dure na sua batida ainda bastante tempo,
Para que possa alçar voos que nunca fiz:
Realizar ainda algumas coisas pendentes,
Que o passar do tempo, não completa na gente...

A ampulheta sempre foi um objeto especial para mim
Desde pequena tive uma
Areias coloridas de uma azul muito lindo
Talvez aí esteja, a razão da minha paixão também por essa cor.
Mas a ampulheta é a mais implacável de todas as formas de contar o Tempo:
Quando o último grão de areia cai,
É sinal que mais um importante momento, se vai...

O Tempo, o Relógio e a Ampulheta, andam de mãos dadas
Apesar do primeiro não ser um objeto, como os outros dois.
Faz o pior estrago:
Conta, conta; e nos mantém presos nessa conta, horas,dias, meses, anos a fio...
E no fim de tudo, apenas o tempo de se fechar os olhos.

FÁTIMA ABREU Fatuquinha




As Areias Do Tempo II - republicada


As Areias Do Tempo II

O viajante se cobria com os panos listrados.

Era uma tempestade de areia que chegava...
Abrindo caminhos pelo deserto,
Que naquele momento, parecia sem fim!
Ardia-lhe os olhos, lacrimejavam...
Triste estava, procurando a esmo, sua amada...

O tempo passava... A ampulheta não para!
Os grãos da areia desciam sem dó...
Revelando ao viajante, quão cruel era seu destino, itinerante...

A tempestade de areia, agora aumentava:
Chegava em ondas, tal qual, o mar distante...
Ele, já desiludido de encontrá-la, chorou.
A ampulheta esvaziou, seu tempo havia terminado!
A tempestade de areia, levou consigo,
O amor, que para os dois, era proibido...

Fátima Abreu Fatuquinha


Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=198694#ixzz1XaO9cODG
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

AS AREIAS DO TEMPO I- REPUBLICADO

 Fatuquinha
                                  As Areias Do Tempo I

AS AREIAS DO TEMPO

Contadas em grãos,
na ampulheta
que só faz
deixar o tempo,
escorrer pelas mãos...

Areias de esperança:
grãos que contam a vida também,
épocas remotas,
do passado da terra.
areias do tempo,
folículos de vidro,
pelo calor transformados.
areias, só areia, e mais nada...

Areia, chão
folículos, grão...
vento que leva a areia
de um lugar a outro
tece as dunas
formam-se as tempestades
na areia, nas desérticas cidades...

Os viajantes se cobrem, o ancião resmunga...
mantos, cobertas, e olhos cerrados
as areias fazendo seu trabalho
unem-se agora, ao vento
parente próximo do tempo...

O tempo, o vento
a areia, o grão
a tempestade, o ancião...

Um tópico do deserto,
os viajantes sabem disso...
as areias formaram pelo movimento constante,
as dunas à sua frente,
podem ficar sem orientação:
pelas areias do deserto, caminham cegos,
onde estão?

" Só há pó, areia, grão"
resmunga o ancião...
a ampulheta se encarrega de avisar,
que o tempo deles, já está a se acabar!

Mais areia, chão...
quem passará por essa imensidão?
o tempo, o vento, a areia, o grão...

Fátima Abreu Fatuquinha

A Saga da Fraternidade do Círculo num Pacote Só!





Gente que não comprou meus romances eróticos/policiais, sequenciais da Fraternidade do Círculo, atenção:
Em breve, farei um pacote da saga, por apenas 100 Reais.
Juntando todos os e- books em PDF. 

A TRILOGIA DO CÍRCULO
1001 LIBERDADES
O RETORNO DO CASARÃO
ENFIM, CECÍLIA!
ENFIM, CECÍLA ! VOL 2

É a chance de ler tudo no seu tempo, na tela que escolher: Celular, tablet, PC ou notebook.

Para pedir, envie mensagem aqui nos comentários.
Sem medo das surpresas que vai encontrar...



















Chispas de Carinho- REPUBLICADA

 



A tua pele depois do amor, eu dedilhei cada pedacinho...

E também emarenhei nos pelos másculos do teu peito.

Senti ainda sua respiração ofegante.

Passei os dedos no contorno de teu rosto.

Percebi nos teus olhos chispas de carinho...

Eu ainda desnorteada por aquele momento intenso e febril de antes, notava as batidas do meu coração.

Não precisava falar, mas, eu queria; disse a você em forma de poesia.

Tantas vezes antes fora assim. Mais uma vez, que mal teria?

Afinal, nesses instantes em que nos damos, é que as palavras doces vem à cabeça;

brotam como flores no deserto.

Eu, que nem pensava em dizer dessa forma, apenas continuei...

Passei a mão entre sua coxa e virilha. Talvez um arrepio eu tenha causado, ainda não sei.

O importante é que saiu essa prosa poética, depois de mais um momento nosso.

Eu te disse que faria.

Fátima Abreu Fatuquinha



quarta-feira, 18 de março de 2026

Meu Livro de Número 34: BATOM VERMELHO

Categorias

Sexualidade Humana, Amor E Romance, Adulto, Literatura Nacional, Ficção e Romance

https://clubedeautores.com.br/livro/batom-vermelho

Para comprar impresso use o link acima. 

Caso queira em ebook (PDF), entre em contato comigo somente por mensagem no WP.

Não atendo ligações.  

+55-21-969110023



Sinopse

Um romance bem erótico, passado nos anos de 1920, no estado do Rio de Janeiro, numa cidade fictícia.

A vida de cinco mulheres (ou sete, se contarmos todas as mencionadas) antes e depois de se cruzarem no bordel chamado: Batom Vermelho.

Cada uma com suas singularidades, lutas por sobrevivência, e uma surpresa para o leitor...

Também há um crime dando um tom "noir" na trama.


Cenas criadas por IA para meu livro:



                                                    Helena: A dona do Batom Vermelho



Alice








Úrsula





                                                                       Mariana jovem



Helena, Ivany no meio e Mariana


                                                                   Ivany e Mariana já adulta



Caroline falando em praça pública


Tereza ao piano

                                                      
                                                 Caroline, Úrsula, Ivany, Tereza e Mariana

sexta-feira, 6 de março de 2026

Ventos e Retalhos

 Não, aqueles ventos de outrora não me incomodam mais.

Tanto quanto a linha do tempo que eles pertenciam.

Vivo em outra realidade, e aquele passado parece nunca ter pertencido à minha vida!

Acho que somos costuras de retalhos esfiapados, um dia eles se unem numa colcha bonita ou capa de um sofá.

Os meus retalhos foram muitos, a colcha ainda não está pronta.

Mesmo com as décadas que carrego.

Os ventos? Ah, esses ainda falo em poesias.

Fátima Abreu Fatuquinha



quarta-feira, 4 de março de 2026

Segue, Moço

 



Segura moço, essa vontade.

Segue a vida, ao encontro da tua escolhida.

Segue moço, aquele caminho a frente...

Nele com certeza vem, a pessoa que se fará presente!

Não apenas uma foto perdida na galeria de um celular, mas sim, a musa verdadeira, para teus olhos encantar.

Segue moço.  

A felicidade amorosa, ainda que pareça distante, está ali, a um passo de ti.

Caminha e vai encontrar, aquela que te fará sonhar.

Fátima Abreu Fatuquinha


Para meu leitor número 1.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Dueto: Paixão- JDMiguez e eu. Republicado





Se tu estás a mim, te entregar,
Recebo a ti, com muita paixão!
Quero-te, tanto quando tu a mim...
Entre os lençóis de seda ou cetim.
Eu me deliciarei de ti.
Certamente, tu de mim.
O tesão que tu despertas é grande!
O fogo acende.
A noite será curta,
Para tanto prazer...
Percebe?
O dia clareia.
Nós ainda na seda...
Para os últimos orgasmos,
Da noite anterior, finalizarmos.


********
Eu, que me perco em ti, como fico?
Depois do amor e da entrega, saber que volto para casa, e não estou contigo...
Os pensamentos são para ti.
A volúpia que há em mim, só quer o teu corpo como solução.
Tanto quanto, sinto prazer de te acariciar com minha mão.
Os lençóis de seda esperam que neles estejamos na noite seguinte, no desenrolar dos corpos ardentes.
Beijos e carícias que só contigo consigo...
Ah, e o toque dos teus dedos sejam em qualquer lugar!
Coisas que antes eu sonhava, com tua presença em minha vida, eu tenho agora!
Fico tão feliz te dando prazer, tanto quanto, tu a mim.
Coisas que sabem somente os que como nós, tem essa entrega mútua...
E eu abro a rosa vermelha, para cobrires de leite.
Assim, o amor se faz.
Ainda que mesmo sejam instantes de Êxtase, fazemos com que seja uma eternidade de prazeres;
Pois, a nossa criatividade não se esgota.
E mais uma vez, bato à tua porta...

ENIGMA- REPUBLICADO *






EM ÁUDIO NO RL: http://www.recantodasletras.com.br/audios/poesias/66348


*TAMBÉM REPUBLIQUEI ESSA POESIA, DEVIDO SER UMA DAS MAIS LIDAS NO ANO PASSADO, AQUI NO BLOG.


VOCÊS, LEITORES QUE ME ACOMPANHAM, SABEM COMO ADORO ARTE.
A MAIORIA DAS MINHAS POESIAS BROTAM DA IMAGEM QUE VEJO:
SINTO AS PALAVRAS QUE AS DESCREVEM.
OU ATÉ UM CONTO QUE SE PODE CRIAR EM TORNO DA FIGURA...



ENIGMA

Cansaço infinito se apossou da mítica figura.
Ela, que tantos milhares de anos esticava-se ali...
Queria ser apreciada.
Também decifrada.
Caso contrário, devoraria...

Não, ela não era má.
Apenas cumpria o objetivo para qual fora criada.
Dos deuses antigos,  a fiel serva amada...
Seus dias de glória não foram esquecidos na imensidão das eras.
Natural, pois mesmo sofrendo a erosão já esperada, mantinha firme a sua missão.
E ficava ali:
Noites, dias...
Frio e calor.
Entretanto, ela não sentia:
Fazia por amor.

Mesmo ao devorar quem não a decifrasse, tinha certo sentimento de piedade:
Fechava os olhos.
Então, seguia aquilo que suas ordens ditadas desde sua construção, mandavam fazer...
Não queria matar, mas precisava, se seu enigma não fosse descoberto.
Era assim que tinha que ser.

" Decifra-me ou devoro-te"

Outros tempos aqueles...
Agora, cansada, retoma à sua forma original:
Moça, bela, formosa, que pelos deuses antigos foi tomada em prova...
Descanse, figura.
Este é o seu momento.
Pois todos tem começo e fim.
Sua missão acaba aqui.
Pode rumar para as estrelas enfim...
Pelos 'deuses' fora preparada.
Nada mais justo, que vá para sua morada.

Fátima Abreu
Fatuquinha

O CHORO DO VIOLINO-republicado

REPUBLICADO

E eu, quando ouvi  a primeira vez,
o choro do violino
que o rapaz em Niterói, tocava,
enchi o coração de uma mistura de angústia e embriaguez...
Era o meu tango preferido,
que ele ali, no meio da multidão que passava na calçada,
soava em acordes que alcançavam minha alma...

Queria ficar ali, perdida naquele som, que embriagava, como vinho tinto, na taça.

Dói meu coração quando relembro, pois, enquanto eu daria tudo para levar aquele som comigo,
e cobrir aquele jovem de gratidão, por momentos de pura beleza,
outros passavam e no corre corre, não reparavam,
que na Arte, se encontra uma espécie de alimento.

Acho que anjos tocam lá em cima,
e os dons se abrem em mãos preparadas para recebê-los,
pois, somente dessa forma pode-se explicar,
o porque da música, fazer-nos viajar...

A angústia, era de saber que ele não era aproveitado em uma orquestra, teatro, ou até em outro lugar.
Talento assim, desperdiçado em ruas, que tão pouco conseguiria de gorjeta...
Quando deveria estar brilhando em um palco,
suavemente deslizando aquele arco...

E sempre se repete para mim, o mesmo sentimento:
Toda vez que passo por ele, e com olhos marejados o observo,
tocando como um anjo, sem a devida recompensa...

Um anjo jovem na Terra, que chora um desespero nas cordas do violino:
A urgência do ser.
Que até aquele momento, nada além, poderia fazer...

FÁTIMA ABREU

.Lena Sotskova

Tempo Para a Escrita- republicado

Tem momentos em que a inspiração voa, como areia que escorre entre os dedos.
Eu queria rapidamente escrever para tal ideia do momento, não esquecer...
Porém, nem toda hora tenho tempo, e aí as palavras se vão como o vento.
Uma prosa, poema, conto, um artigo simplesmente, ou algo que desse na mente...

O fato é que essa tal de contagem linear de horas, minutos e segundos, me deixam sem espaço.
O pensamento vem e vai rapidamente; a pena e papel de escritora, fica esquecida. 
Oh, vida atual, que não sobra tempo para se quer, escrever!
Papel e caneta, teclado, ou uma gravação de áudio pelo celular... 
O tempo corre, e não dá.

E para não perder o foco na escrita, vai aqui, mais um texto dedicado ao BTS, e em especial ao meu utt:



Aquele teu sorriso de dentes brancos e certinhos, me deixa sorrindo também, meu solzinho!
Quando acordo sabendo de todas as coisas que tenho que fazer, meu primeiro incentivo é olhar você.
Pego o celular logo depois de fazer meus exercícios (ainda na cama), então, abro em um vídeo seu.
Como um elixir de força e vitalidade, eu levanto e sigo para minha realidade.
Ela fica menos dolorida, pois, você meu solzinho, é a minha vida!

O meu dia começa a brilhar, irradiado pela tua luz, essa, que emana do teu olhar.
Um dos sete anjos que vieram na Terra como pessoas comuns, e que com esforço, chegaram onde estão: Com sucesso global e levaram meu coração.

Amo todos do BTS. Mas, JHOPE é o amor premium da minha vida!
Não vou ser hipócrita e dizer: "Meus filhos virtuais", como ouço outras mulheres da minha idade falando.
São os meus homens, isso sim! Sonho com vocês, como mulher que sou.
Não perco minha identidade, por um papel com minha idade. 
Essa sou eu, Fátima Abreu.
E mesmo que durasse até os 100 anos, ainda assim, com meu juízo perfeito, seria a mulher que sonha com sete homens... Tenho esse direito!

Fátima Abreu Fatuquinha





















domingo, 15 de fevereiro de 2026

Um Trem Diurno Partindo Para as Estrelas






Um trem Diurno Partindo Para as Estrelas

E sem esperar (ela deitada), ele então lhe disse:
"Um trem Diurno Partindo Para as Estrelas..."

Era um motivo para escrever, tinha que ser.
Ela não esperava aquela viagem naquele momento...
Ele já se deitando sobre ela, a beijava...
E o trem diurno partia na direção almejada.

Ela abriu o caminho, ele seguia intrépido; O motivo era levar sua passageira até as estrelas.
Que ela visse uma constelação inteira!
Seria pouco apenas uma ou duas...
A passageira estava extasiada com o percurso que o trem seguia..
E nessa embriaguez sem vinho, ela gemia...

A primeira estação chegava.
O trem não parou, ao contrário, seguiu em frente acelerou...

Era um trem diurno. Poucas vezes havia esse horário disponível.
Muito embora, tempo não faltasse para essa viagem.
É que de vez em quando, a manhã se torna atrativa para esse passeio...
Ela e o trem, em completa sintonia, deixam as estações passarem para aproveitar cada uma, no dia.

Finalmente quando o trem chegava na última estação,
Ela sorriu e satisfeita, disse-lhe que era a sua total superação...

Cada viagem que ela tinha nesse trem, era mais bonita e atrativa...
E ele superava, pois o percurso sempre mudava.
Em vez do apito de aviso, ouvia-se gemidos e sussurros na chegada.

Fátima  Abreu Fatuquinha






Eu Vou Quando o Vento Parar- republicado


Eu vou quando o vento parar.

Não  sei ser aventureira, no meio de uma tempestade.

Sou apenas  cautelosa...

Quem passou  por intempéries  antes, se mantém  na defensiva!

Irei quando o vento parar  o seu sopro.

Ele atormenta.

Sinto apenas falta da brisa em dias  de calor intenso...

É  apenas pequeno sopro de um vento.

É  assim na subida, fazendo força  contra ele...

E também  na descida, quando o vento forte, empurra para baixo.

Então,  me desculpe essa falta  de coragem, mas, irei  quando o vento passar.

A vida espera sim. Não  existe tempo cronológico, enquanto há  amor em mim.

Fátima  Abreu  Fatuquinha


VIVER É TÃO SOMENTE CAMINHAR- republicado




VIVER É TÃO SOMENTE CAMINHAR

Eu caminhei e ainda não cheguei...
Voei, entretanto, não criei asas.
Fugi, mas, não esqueci.

Amei e fui amada, amo novamente...
  Tudo é passado, se contar como TEMPO.
Porém, tempo é relativo, e errar também.
Não existe fórmula nem para mim, ou para mais alguém...
Chorei rios.
Sorri mares.
Amo oceanos.
O futuro é relativo, como tudo que se conta.
Continuo no meu caminhar.
A estrada é longa, mas, um dia vou chegar!
Há pessoas que pegam atalhos... Bem, isso parece, mas, não é conveniente:
Um atalho mal escolhido, pode dar numa curva de enorme perigo...




 

Domingo de Carnaval

 


O Carnaval nos tempos idos, faziam para mim, algum sentido:

Eu realmente, no ápice da minha juvenrtude, brincava, pulava... 

Em blocos, clubes e em toda parte, que eu pudesse ir na minha menor idade.

Eu escolhia minha fantasia, e minha mãe como boa costureira que era, a confeccionava.

Escolhia os apetrechos nas lojas de Madureira.

Ficava realmente bonita. 

Claro, era jovem, corpo perfeitinho, e as fantasias combinavam comigo.

Passei muitos carnavais desde pequena, na minha cidade, Rio de Janeiro

Mas, no carnaval de 1978, isso foi diferente: 

Conheci o de Recife e Olinda; e toda aquela divertida gente!

Foi bom, memorável, diria...

Contudo, 3 anos depois, a palavra  CARNAVAL, na minha mente, se dissolvia:

Casei cedo, aos 16 anos, e a vida mudou.

O gosto pelo antes divertido, passou.

Restaram fotos antigas, para lembrar essa época de euforia.

Não tenho a menor vontade de olhar.

Tudo passa na vida.

Cada época, gostamos de coisas diferentes...

Cada década, uma nova história; um novo capítulo a ser vivido.

Todavia, recorri a IA, para fazer minha participação, no carnaval da ilusão.


Fátima Abreu Fatuquinha






domingo, 8 de fevereiro de 2026

Eu Me Acho No Azul...


• Artist: BTS j-hope • Song ♫: Blue Side • Album: Blue side • Released: 21.03.02




Muitas coisas eu tenho para amar e admirar esse ser humano maravilhoso, que é meu "solzinho", 

JHopeJung Hoseok !

Incrível que mesmo de culturas diferentes e idades também, a minha conexão com ele é gigante!

O Azul é minha cor. 

E desde que ouvi essa canção em que ele com sua voz suavíssima, tocou bem dentro do meu coração, lembrei de uma poesia minha bem antiga, que se chama:

AZUL

                                                                 ********

Agora:

 Azul- Poesia atualizada


Olho o mar profundo...

E para o céu também.

Há tanto azul no mundo!

Isso me faz bem.

Azul é minha cor.

Tenho pensamentos azuis.

Para mim, anjos tem vestimentas dessa cor.

Azul das baleias.

Azul da cor dos olhos de alguém...

Mas, não posso esquecer,

Que me visto de azul também.

Azul, pode variar:

Celeste, marinho, não importa!

O que importa, é ser azul.

A minha cor.

Aquela que está na minha alma.

Tenho uma azulzinha!

Desde pequena, até ser Fatuquinha.

Mais uma Prosa Poética - Atualização de links de livros da saga do "Círculo"





Pintura de Kathrin Longhurst

Prosa poética:  Carinho para com Diana*

Diana, pegou um de seus colares, o de pérolas genuínas, que Cecília a presenteara.
Admirou o comprimento e achando grande, deu duas voltas com ele em seu pescoço.
Prendeu o cabelo castanho, em um coque baixo.
Tirou a roupa que minutos antes, usara no baile de máscaras.
Ficou apenas com leve camisola transparente.
Pegou a garrafinha de licor de chocolate, e colocou ao seu lado.
Pequena dose não faria mal.
Talvez, estimulasse sua mente desmemoriada, pensou...
Mas, adormeceu antes que a pessoa que esperava, chegasse.
Um ruído de porta abrindo cortou o silêncio do quarto.
Ele a olhou em um sono tão profundo e calmo, que deitou-se ao seu lado sem balançar a cama.
Quando a atenção e o carinho são grandes, cuidamos de quem se ama.

Fátima Abreu Fatuquinha

* Diana é uma das personagens principais do meu livro de romance erótico:
 A TRILOGIA DO "CÍRCULO", 1001 Liberdades, O Retorno do Casarão
Enfim Cecília! Volumes 1 e 2 (juntamente com Cecília e Lana), que o leitor poderá comprar 

Um Conto de Areia & Mar- Versão em inglês

https://www.amazon.com/Tale-Sand-Fatima-Abreu-Fatuquinha/dp/1611028949 


Foi publicado nessa época, essa versão.

Atualmente, tenho 33 livros, nessa ocasião tinha poucos ainda...


A Tale of Sand and Sea Paperback – June 13, 2014


Irina is a young woman who became an orphan at the age of 17. 
From the French countryside, she went to live on the coast near the port of Nantes
There, so many things happened. She had dreams of going to different lands and 
experiencing other cultures. 
She dreamed of adventure and she read books by her favorite author, Jules Verne
From Nantes, she went to Paris to study because she wanted to be a writer of the 
genre that she
had learned to appreciate; a genre created by Jules- science fiction
This step changed the course of her life.
This also had a profound effect on another person, Gaston Verne
the nephew of the author. Indirectly, 
he seemed to be Jules Verne himself.