quinta-feira, 26 de março de 2026

PROSA POÉTICA SOBRE MEU LIVRO 34: BATOM VERMELHO

 Prosa poética para BATOM VERMELHO:





Helena sempre usava o mesmo batom, ele era sua marca.

Então, criou o bordel, e as meninas vieram de toda parte.

A "marca" de Helena, deu nome à casa.

Uma a uma, com suas desventuras ou aventuras, chegaram ao lugar.

Algumas, porque precisavam se manter; outras por puro prazer.

Cinco histórias, vinda de duas...

Será que me entende?

Para saber de tudo, lendo somente...


Uma valia por duas pessoas, era o seu segredo, se chamava  Ivany.

Nome comum de dois gêneros, segue sua imaginação, por aí...

Tereza a pianista e professora, sonhava ir para o exterior, o preconceito da época a barrou...

Alice era o romantismo em pessoa, contudo, a vida a magoou.


E no BATOM VERMELHO, ela finalmente sentiu-se acolhida.

Já com Caroline, mesmo sendo rica, a rebeldia se juntou ao prazer, e no bordel, escolheu viver.

Úrsula, nascida ali, entendia a vida de uma forma diferente:

Queria ser amada, e amar, somente.

Mariana sua mãe, a criou longe da prostituição. 

Seu objetivo maior, era lhe dar um bom casamento.

Mesmo que isso demorasse um tempo.


Um crime aconteceu no bordel, e Helena faleceu.

O mistério fora desvendado, no final do livro, como era de se esperar.

Entretanto, do início que já era o fim, muita coisa aconteceu.


E a vida de cada uma, eu descrevi. 

Com seus sonhos ou mera ilusão, quem sabe?

São personagens criadas pela minha mente.

Que dou vida, com muita dose de sedução.

Pois, meu livro é dito erótico + 21.

O que isso quer dizer?

Que não basta ser adulto para ler.

Você sentirá! Então, isso é por sua conta e risco...

Agora me diga:

Há algum problema nisso?


Ah, mais uma coisa tenho que te avisar:

Se é solteiro (a) ou casado (a) não importa.

Depois que ler, procure alguém; porque o fogo vai crescer e bater na sua porta.

Você terá que se aliviar... 😉


Fátima Abreu Fatuquinha.


quarta-feira, 25 de março de 2026

Maribel Não Tinha Olhos Cor Do Céu - republicado

REPUBLICADO

Maribel Não Tinha Olhos Cor Do Céu 

 Por: FÁTIMA ABREU Fatuquinha

Um romance que começa em 1939, passa pelos 'Anos Dourados' e segue até os dias atuais.
Marília era filha de Donana e a mãe de Maribel. 
Passou para a filha boas lições de vida, ensinou como ser uma pessoa organizada e objetiva. 
Era amante das citações de NELSON RODRIGUES.

Uma mulher linda e bem independente para sua época. 
Venceu na vida fazendo fotos publicitárias para calendários masculinos. 
Maribel cresce seguindo os passos da mãe como modelo fotográfico e também torna-se escritora. 
A trama se desenvolve a partir daí, com outras personagens e a presença de Maribel, bem marcante em suas vidas.

 O livro contém ainda, mini contos e prosas poéticas adicionados ao enredo.
 O romance tem um final surpreendente...

Compre impresso pelo link do CDA:
 http://www.clubedeautores.com.br/book/151374--Maribel_Nao_Tinha_Olhos_Cor_Do_Ceu


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Maribel tinha alguns 'poderes' que não entendia.
Qualquer relógio que estivesse perto dela, parava de trabalhar.
Qualquer bijuteria ficava escura, em questão de horas de uso.
Qualquer roupa ficava amarela, ao seu contato na pele. Muitas vezes as coisas  que queria usar eram as primeiras  a sumir inexplicavelmente de casa...
Podia ver luzes azuis saindo do alto do teto, de algum ambiente da casa.
Seus desenhos (de mulheres nuas), 'criavam vida', e houve gente que jurasse que eles piscavam os olhos e sorriam na parede.
Mas, para ela, o interessante era mesmo seu 'poder' de fazer os relógios pararem de contar o tempo.

Maribel não tinha olhos cor do céu. Contudo, tinha 'poderes' que ninguém da Terra, poderia explicar...
Fez então uma poesia sobre o tempo, os relógios e sobre ampulhetas
O 'TEMPO' tornara-se uma fascinação para ela.

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O TEMPO, O RELÓGIO, A AMPULHETA

Tempo foi, vem, tempo vai...
Não há na verdade um 'Presente'
Pois se houvesse, um segundo depois já seria passado...
O próximo momento é o futuro, o 'Presente' nem se sente!
 Tempo contado, não que seja de nosso agrado
Ele nos envelhece!
Porém nos torna experientes e talvez até sábios...

O relógio para comigo, não sei o porquê.
Mas sei que quanto  a isso, nada posso fazer.
Espero que o 'relógio biológico', dure na sua batida ainda bastante tempo,
Para que possa alçar voos que nunca fiz:
Realizar ainda algumas coisas pendentes,
Que o passar do tempo, não completa na gente...

A ampulheta sempre foi um objeto especial para mim
Desde pequena tive uma
Areias coloridas de uma azul muito lindo
Talvez aí esteja, a razão da minha paixão também por essa cor.
Mas a ampulheta é a mais implacável de todas as formas de contar o Tempo:
Quando o último grão de areia cai,
É sinal que mais um importante momento, se vai...

O Tempo, o Relógio e a Ampulheta, andam de mãos dadas
Apesar do primeiro não ser um objeto, como os outros dois.
Faz o pior estrago:
Conta, conta; e nos mantém presos nessa conta, horas,dias, meses, anos a fio...
E no fim de tudo, apenas o tempo de se fechar os olhos.

FÁTIMA ABREU Fatuquinha




As Areias Do Tempo II - republicada


As Areias Do Tempo II

O viajante se cobria com os panos listrados.

Era uma tempestade de areia que chegava...
Abrindo caminhos pelo deserto,
Que naquele momento, parecia sem fim!
Ardia-lhe os olhos, lacrimejavam...
Triste estava, procurando a esmo, sua amada...

O tempo passava... A ampulheta não para!
Os grãos da areia desciam sem dó...
Revelando ao viajante, quão cruel era seu destino, itinerante...

A tempestade de areia, agora aumentava:
Chegava em ondas, tal qual, o mar distante...
Ele, já desiludido de encontrá-la, chorou.
A ampulheta esvaziou, seu tempo havia terminado!
A tempestade de areia, levou consigo,
O amor, que para os dois, era proibido...

Fátima Abreu Fatuquinha


Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=198694#ixzz1XaO9cODG
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AS AREIAS DO TEMPO I- REPUBLICADO

 Fatuquinha
                                  As Areias Do Tempo I

AS AREIAS DO TEMPO

Contadas em grãos,
na ampulheta
que só faz
deixar o tempo,
escorrer pelas mãos...

Areias de esperança:
grãos que contam a vida também,
épocas remotas,
do passado da terra.
areias do tempo,
folículos de vidro,
pelo calor transformados.
areias, só areia, e mais nada...

Areia, chão
folículos, grão...
vento que leva a areia
de um lugar a outro
tece as dunas
formam-se as tempestades
na areia, nas desérticas cidades...

Os viajantes se cobrem, o ancião resmunga...
mantos, cobertas, e olhos cerrados
as areias fazendo seu trabalho
unem-se agora, ao vento
parente próximo do tempo...

O tempo, o vento
a areia, o grão
a tempestade, o ancião...

Um tópico do deserto,
os viajantes sabem disso...
as areias formaram pelo movimento constante,
as dunas à sua frente,
podem ficar sem orientação:
pelas areias do deserto, caminham cegos,
onde estão?

" Só há pó, areia, grão"
resmunga o ancião...
a ampulheta se encarrega de avisar,
que o tempo deles, já está a se acabar!

Mais areia, chão...
quem passará por essa imensidão?
o tempo, o vento, a areia, o grão...

Fátima Abreu Fatuquinha

A Saga da Fraternidade do Círculo num Pacote Só!



Gente que não comprou meus romances eróticos/policiais, sequenciais da Fraternidade do Círculo, atenção:
Em breve, farei um pacote da saga, por apenas 100 Reais.
Juntando todos os e- books em PDF. 

ENFIM, CECÍLIA!
ENFIM, CECÍLA ! VOL 2

É a chance de ler tudo no seu tempo, na tela que escolher: Celular, tablet, PC ou notebook.

Para pedir, envie mensagem aqui nos comentários.
Sem medo das surpresas que vai encontrar...



















Chispas de Carinho- REPUBLICADA

 



A tua pele depois do amor, eu dedilhei cada pedacinho...

E também emarenhei nos pelos másculos do teu peito.

Senti ainda sua respiração ofegante.

Passei os dedos no contorno de teu rosto.

Percebi nos teus olhos chispas de carinho...

Eu ainda desnorteada por aquele momento intenso e febril de antes, notava as batidas do meu coração.

Não precisava falar, mas, eu queria; disse a você em forma de poesia.

Tantas vezes antes fora assim. Mais uma vez, que mal teria?

Afinal, nesses instantes em que nos damos, é que as palavras doces vem à cabeça;

brotam como flores no deserto.

Eu, que nem pensava em dizer dessa forma, apenas continuei...

Passei a mão entre sua coxa e virilha. Talvez um arrepio eu tenha causado, ainda não sei.

O importante é que saiu essa prosa poética, depois de mais um momento nosso.

Eu te disse que faria.

Fátima Abreu Fatuquinha



quarta-feira, 18 de março de 2026

Meu Livro de Número 34: BATOM VERMELHO

Categorias

Sexualidade Humana, Amor E Romance, Adulto, Literatura Nacional, Ficção e Romance

https://clubedeautores.com.br/livro/batom-vermelho

Para comprar impresso use o link acima. 

Caso queira em ebook (PDF), entre em contato comigo somente por mensagem no WP.

Não atendo ligações.  

+55-21-969110023



Sinopse

Um romance bem erótico, passado nos anos de 1920, no estado do Rio de Janeiro, numa cidade fictícia.

A vida de cinco mulheres (ou sete, se contarmos todas as mencionadas) antes e depois de se cruzarem no bordel chamado: Batom Vermelho.

Cada uma com suas singularidades, lutas por sobrevivência, e uma surpresa para o leitor...

Também há um crime dando um tom "noir" na trama.


Cenas criadas por IA para meu livro:



                                                    Helena: A dona do Batom Vermelho



Alice








Úrsula





                                                                       Mariana jovem



Helena, Ivany no meio e Mariana


                                                                   Ivany e Mariana já adulta



Caroline falando em praça pública


Tereza ao piano

                                                      
                                                 Caroline, Úrsula, Ivany, Tereza e Mariana

sexta-feira, 6 de março de 2026

Ventos e Retalhos

 Não, aqueles ventos de outrora não me incomodam mais.

Tanto quanto a linha do tempo que eles pertenciam.

Vivo em outra realidade, e aquele passado parece nunca ter pertencido à minha vida!

Acho que somos costuras de retalhos esfiapados, um dia eles se unem numa colcha bonita ou capa de um sofá.

Os meus retalhos foram muitos, a colcha ainda não está pronta.

Mesmo com as décadas que carrego.

Os ventos? Ah, esses ainda falo em poesias.

Fátima Abreu Fatuquinha



quarta-feira, 4 de março de 2026

Segue, Moço

 



Segura moço, essa vontade.

Segue a vida, ao encontro da tua escolhida.

Segue moço, aquele caminho a frente...

Nele com certeza vem, a pessoa que se fará presente!

Não apenas uma foto perdida na galeria de um celular, mas sim, a musa verdadeira, para teus olhos encantar.

Segue moço.  

A felicidade amorosa, ainda que pareça distante, está ali, a um passo de ti.

Caminha e vai encontrar, aquela que te fará sonhar.

Fátima Abreu Fatuquinha


Para meu leitor número 1.