domingo, 14 de junho de 2026
13 de Junho de 2013- Comemorou-se o Aniversário do Debut do BTS! 13 Anos de Amor!
sexta-feira, 12 de junho de 2026
Dia dos Namorados 2026
Vivemos juntos em casas separadas, portanto, assim se explica.
Sempre nessa condição social.
Todavia, já moramos juntos como um casal.
Período pequeno de tempo, apenas um ano, mas, a experiência foi boa.
Companheirismo não faltou, cumplicidade, carinho, coisas naturais de casais na nossa idade.
O casal maduro é diferente: Não cria expectativas para o dia seguinte.
Não fica enciumado, pois já não existe essa insegurança.
Se está bom, se continua...
Caso não, basta uma conversa, sem estrimiliques.
Bem, esse é meu palpite para a maioria...
Entre eu e Davi, há muita simbiose ainda.
E isso nos deixa assim, querendo nos ver todo dia.
Como disse antes: Somos um casal bem maduro, e com isso vem a consciência.
Amor é bonito de ser vivido. Para que complicar?
Nesse dia dos namorados, só quero mesmo é ficar contigo, meu querido.
Não precisa de presentes, apenas um ao lado do outro, como sempre.
Te desejo e você a mim.
Isso que realmente importa!
Não precisamos bater em outras portas.
Para J. Davi
sábado, 6 de junho de 2026
PROSA POÉTICA SOBRE MEU LIVRO 34: BATOM VERMELHO
Prosa poética para BATOM VERMELHO:
Helena sempre usava o mesmo batom, ele era sua marca.
Então, criou o bordel, e as meninas vieram de toda parte.
A "marca" de Helena, deu nome à casa.
Uma a uma, com suas desventuras ou aventuras, chegaram ao lugar.
Algumas, porque precisavam se manter; outras por puro prazer.
Cinco histórias, vinda de duas...
Será que me entende?
Para saber de tudo, lendo somente...
Uma valia por duas pessoas, era o seu segredo, se chamava Ivany.
Nome comum de dois gêneros, segue sua imaginação, por aí...
Tereza a pianista e professora, sonhava ir para o exterior, o preconceito da época a barrou...
Alice era o romantismo em pessoa, contudo, a vida a magoou.
E no BATOM VERMELHO, ela finalmente sentiu-se acolhida.
Já com Caroline, mesmo sendo rica, a rebeldia se juntou ao prazer, e no bordel, escolheu viver.
Úrsula, nascida ali, entendia a vida de uma forma diferente:
Queria ser amada, e amar, somente.
Mariana sua mãe, a criou longe da prostituição.
Seu objetivo maior, era lhe dar um bom casamento.
Mesmo que isso demorasse um tempo.
Um crime aconteceu no bordel, e Helena faleceu.
O mistério fora desvendado, no final do livro, como era de se esperar.
Entretanto, do início que já era o fim, muita coisa aconteceu.
E a vida de cada uma, eu descrevi.
Com seus sonhos ou mera ilusão, quem sabe?
São personagens criadas pela minha mente.
Que dou vida, com muita dose de sedução.
Pois, meu livro é dito erótico + 21.
O que isso quer dizer?
Que não basta ser adulto para ler.
Você sentirá! Então, isso é por sua conta e risco...
Agora me diga:
Há algum problema nisso?
Ah, mais uma coisa tenho que te avisar:
Se é solteiro (a) ou casado (a) não importa.
Depois que ler, procure alguém; porque o fogo vai crescer e bater na sua porta.
Você terá que se aliviar... 😉
Meu Livro de Número 34: BATOM VERMELHO- republicando...
Categorias
Sexualidade Humana, Amor E Romance, Adulto, Literatura Nacional, Ficção e Romance
https://clubedeautores.com.br/livro/batom-vermelho
Para comprar impresso use o link acima.
Caso queira em ebook (PDF), entre em contato comigo somente por mensagem no WP.
Não atendo ligações.
+55-21-969110023
Sinopse
Um romance bem erótico, passado nos anos de 1920, no estado do Rio de Janeiro, numa cidade fictícia.
A vida de cinco mulheres (ou sete, se contarmos todas as mencionadas) antes e depois de se cruzarem no bordel chamado: Batom Vermelho.
Cada uma com suas singularidades, lutas por sobrevivência, e uma surpresa para o leitor...
Também há um crime dando um tom "noir" na trama.
Cenas criadas por IA para meu livro:
Ventos e Retalhos
Não, aqueles ventos de outrora não me incomodam mais.
Tanto quanto a linha do tempo que eles pertenciam.
Vivo em outra realidade, e aquele passado parece nunca ter pertencido à minha vida!
Acho que somos costuras de retalhos esfiapados, um dia eles se unem numa colcha bonita ou capa de um sofá.
Os meus retalhos foram muitos, a colcha ainda não está pronta.
Mesmo com as décadas que carrego.
Os ventos? Ah, esses ainda falo em poesias.
segunda-feira, 1 de junho de 2026
Terapia da Escrita 2
Eu que nunca me dou por vencida, continuo aqui remando no rio da minha vida.
Tenho a idade de dizer o que penso.
Se incomodar alguém, vou dizer assim mesmo, pois, o julgo alheio não faz diferença para mim.
Foi- se o tempo que isso tinha alguma importância.
Reflexos familiares, de criação, e sociedade arcaica. Aparecer para outro: Mostrar beleza, status, formação acadêmica, poder de compra...
Onde se vestiam máscaras de fantasia, para dar aparências boas, até onde não havia!
Nunca gostei de temperamentos assim. Não servem para mim.
***
Eu sou o que sou, e pronto!
Não tenho medo de dizer que sou uma autora que escreve também* erotismo.
Aos puritanos, só lamento pela sua hipocrisia, porque de sexo, todo ser humano gosta!
É a nossa parte animal. Somos espírito, corpo e sensações.
Dentre tantas emoções humanas, o desejo sexual brota com os hormônios em ebulição.
Não seria eu a lhes dizer isso. Você sentem.
Se não comentam nada nas minhas postagens de contos e poesias eróticos, não me importo com isso.
Já dizem por aí, que blogs no Brasil não são muito lidos mais.
E daí? Dou de ombros. Não escrevo para ganhar nada.
Nem meus livros tenho tempo de anunciar direito!
Desde que meus pais vieram morar comigo, em 2023, meu tempo é dedicado a eles, na maioria do dia.
O tanto que venho aqui escrever, é para somente esquecer o meu dia atribulado.
Escrita terapêutica; para uma terapeuta como eu, isso faz bastante sentido.
Lavar a alma nas letras.
Formar frases inteiras com meus sentimentos, sejam de alegria, ou de tristeza.
Gosto de prosas poéticas, porque posso me dar ao luxo de rimar de vez em quando.
Mas, se vocês não gostarem disso, sinto muito, outra vez. Esse é um problema seu, não meu.
***
Na ampulheta que conta o tempo, na areia que cai, eu sou aquela que vou dizendo o que vem em mente, nesse processo.
Meu tempo linear só conta nessa Matrix holográfica, criada por um sistema imposto há milhares de anos...
Na verdade, meu tempo é em espiral. Posso voltar na infância de forma natural:
Fecho os olhos, me vejo menina novamente...
Vou até mim, sento na areia da praia, pois, é o meu cenário preferido; e tenho aquela conversa que precisava:
"Se prepare Fatuquinha, a vida vai ser difícil, seu karma é grande. Mas, fica tranquila, criança. Terá momentos de alguma bonança."
Nessa conversa, a menina de 5 anos, ainda de cabelos com franja, negros e lisos, bate apenas os pés na areia, e responde para mim:
"Dona Fátima, não tem problema. Se tem dias bons, ainda vai valer a pena."
E aqui eu choro escrevendo esse texto, porque preciso lavar toda essa história, e deixar o rio da minha vida correr límpido, translúcido, me livrando da dor.
Ainda que seja assim, contando à vocês, o que meu coração leva.
Aqui as lágrimas descem, não copiosamente, mas, escorrem pedindo licença e desculpas ao meu rosto, por molhá-lo.
E se ainda não ouviu falar de mim, coloca no GOOGLE. Vai encontrar muitas páginas de referência.
Não sou importante, todavia, tenho muito conteúdo espalhado por aí...
Não sou influencer de nada. Me perdoe quem for, mas, acho tudo isso uma grande baboseira.
Sobreviver de likes, de visualizações, ganhar dinheiro sem fazer quase nada, enquanto tem gente que mal tem onde descansar a cabeça para dormir, vivendo de uns trocados.
Esse mundo é bem complicado!
Não reconheço esses tempo, onde vivo. Todo dia, fico de boca aberta com notícias terríveis!
E penso: "Ninguém fala o que há de bom?
Porque existem ainda boas notícias por aí..."
Ah, mas, isso não dá IBOPE! Há uma inversão de valores explícita!
Acho que vou viver numa realidade paralela. Talvez lá, junto a outros que pensam parecido, possamos realizar coisas bonitas e boas.
E assim, finalizo esse meu blá blá blá, porque finalmente acabei de chorar.
A terapia da escrita funcionou.
( *Vejam bem: Também, porque minha escrita tem muitos gêneros literários)
PEQUENAS COISAS...reeditado
Sim, já se diz por aí, que "nas pequenas coisas se
encontram grandes surpresas, etc."
Tenho as minhas, que me dão alegrias:
Como prezo a humildade e detesto todo e qualquer tipo de futilidade, as minhas "pequenas coisas" são bem simplórias:
Uma xícara de café quentinho.
Um abraço apertado.
Um comentário gentil de alguém.
Uma barra de chocolate.
Um bate papo na rua ou numa fila qualquer...
Um livro que queria muito ler.
Um recadinho no espelho,
RISCADO DE BATOM,
QUE MUITO QUER DIZER...
Uma música que me emociona.
Um sorriso "dobrado' de um bebê.
Um foto que peço alguém para tirar,
Em um lindo lugar...
Um elogio à minha obra.
Sempre é bom escutar também...
A certeza de que passo algo e faço algum bem.
Pequenas coisas, do dia a dia
Cozinhar aquele prato preferido.
Beber um vinho tinto suave, na ocasião.
Ter a meu lado, quem me dê atenção.
Receber flores silvestres pela manhã.
E um café na bandeja, levado no quarto
Depois disso um beijo e um "BOM DIA"!
Pequenas coisas, que dão completa alegria.
Fátima Abreu Fatuquinha
O Mestre Calceteiro- Mini Conto REPUBLICADO
O Mestre CalceteiroDois amigos de longa data, estavam calçando com pedras ricamente moldadas e coloridas, uma praça, para onde foram designados a cumprir esse trabalho.
Conversavam animadamente sobre assuntos corriqueiros:
As notícias do jornal na noite anterior, a inflação, o desemprego, as condições da saúde no país...
Em dado momento, um deles disse ao amigo (que era mais velho):
- Sabe tem dias que fico cá com meus botões filosofando sozinho.
- É mesmo? Isso é bom, faz pensar na vida!
- Sim, é exatamente isso! A vida! Como ela é diferente para todos, não acha? Uns ricos, outros pobres, uns com saúde, outros à beira da morte em uma cama... Uns se divertindo em férias, outros tantos, passando fome e desempregados. E por aí vai... Não vejo justiça nisso. Ficamos aqui de sol a sol, calçando, enquanto muitos estão em um escritório no ar condicionado...
- Ah, meu amigo, tudo é muito justo! As pessoas que não percebem.
Vou tentar te dar a minha visão das coisas, preste atenção:
Uma feijoada com os amigos, por exemplo..
Dizem sim, de jantares que mal se come nada!
As coisas de Deus, todas, tem um motivo e um porquê.
O outro calou-se refletindo sobre as palavras do amigo mais velho: Achou que aquilo que ele acabara de dizer, vinha de sua experiência de vida, já que tinham pelo menos uns doze anos a mais do que ele.
Continuavam calçando a praça por um tempo que não imaginavam... O amigo mais novo, finalmente rompeu o silêncio dizendo:
- Vamos tomar um café? Tem ali na garrafa térmica que eu trouxe. Biscoitos também.
- Sim, boa ideia! Precisamos de uma paradinha mesmo! Sentamos ali na beira da calçada, perto daquele pequeno monumento.
O amigo serviu em dois copinhos descartáveis o café, e depois dividiu os biscoitos, retomando a conversa:
- Sabe de outra coisa? Ali tem uma esquina, e eu aqui calçando a praça.
O outro colocando o dedo indicador sobre os lábios, respondeu com firmeza:
- Deus pode poupar, um, os dois, ou nenhum. Segundo a situação...
- O que quer dizer? Quem é bom vai ser poupado? No caso, se os dois forem, os carros não pegam; se forem maus os carros matam, e se apenas um for bom, o outro morre?
- Não!
- Não?! Como assim?
- Vai depender da hora de cada um, e não, se é uma pessoa boa ou má. Cada ser humano tem hora de nascer e morrer, independente do que se faz na Terra. Isso está escrito: Bons e maus seguem a mesma regra estabelecida por Deus.
O outro mais uma vez se calou , ficando com o olhar perdido na moça que passava pela esquina...
Voltaram ao trabalho e continuavam calçando a praça...
Ele então se virou para o amigo e disse;
- Meu amigo, a gente fica aqui horas calçando essa praça, e parece que nunca termina! Veja, sempre tem outro pedaço e mais outro faltando... Que misterioso isso!
- Você então já percebeu isso...
- Sim, a gente nunca acaba esse serviço, parece condenação eterna...
- Para cada um existe um mistério a ser desvendado. Descubra o mistério desse calçamento...
Continuaram calçando e calçando...
O mais novo disse pensativo:
- Cada um tem aquilo que merece. Você acredita naquelas coisas de Paraíso, Condenação Eterna, Purgatório?
- As mentes antigas viam as coisas de outra forma. Havia o medo para tolher as pessoas e manter certo equilíbrio. Dogmas e livros então foram criados. Outros tantos queimados na Inquisição... Mas, outros tempos surgiram, novas descobertas foram acompanhando a Humanidade... Outros livros foram escritos, outras verdades deram lugar aos mitos e palavras que foram modificadas ao longo dos séculos... Hoje pode-se dizer, que cada um vai para onde merece ir. E isso se aplica, às palavras de Jesus: "HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DE MEU PAI!' Sendo assim, não poderia haver só 3 tipos de lugares para se ir, quando se fecha os olhos na Terra. Tudo é muito justo! Para cada ser humano, se tem um lugar certo, conforme seus feitos. Assim, podemos imaginar coisas diferentes...
O amigo então vira-se para o mais velho e diz:
- Você é muito sábio. Pensei que fosse, porque tinha mais anos de experiência de vida, mas, vejo que é porque é realmente um pensador, um filósofo! E eu aqui, pensando ser um! Ai, meu Deus, quanto tenho que aprender ainda!
- Percebe isso então? Fico muito feliz, porque vejo que está pronto para uma revelação...
- Revelação... Que revelação?
- O carro te pegou, amigo.
Fátima Abreu Fatuquinha
Café & Boa Companhia
Um toque entre os dedos, um gole na xícara.
Um croc croc da torrada para acompanhamento...
E um carinho que se sente por dentro.
Um olhar dentro do olhar do outro.
E um sentimento de cumplicidade ali.
Coisas que podemos perceber, quando a vontade se mostra explícita, do bem querer...
















